Sabe-se que a família, do ponto de vista histórico e também sociológico, é o núcleo elementar da sociedade, isto é, uma instituição basilar. A família funciona como o primeiro grupo de relações no qual os indivíduos interagem entre si. Foi a partir do núcleo familiar que a sociedade como um todo ganhou corpo ao longo da história humana. Contudo, a decisão da ONU, enquanto organização internacional, de escolher um dia para homenagear a família está relacionada com os problemas e transformações que essa “célula social” vem apresentando desde o século XX.
Esta data homenageia a instituição familiar, um núcleo essencial para a formação moral de todos os indivíduos.
Origem do Dia da Família
O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994.
Com o Dia da Família as Nações Unidas procuram:
Divulgar a importância da família na sociedade;
Sublinhar o caráter basilar da família na educação das crianças;
Passar mensagens de amor, respeito e união, elementos essenciais para o relacionamento de todos os componentes da família;
Alertar a sociedade para os direitos e responsabilidades das famílias;
Sensibilizar os cidadãos para as questões sociais, econômicas e demográficas que afetam a família;
Sensibilizar a população sobre os diferentes tipos de família que existe, sendo todas completamente legítimas.
Antigamente, as famílias eram compostas tradicionalmente por pai, mãe, filhos e muitas vezes ainda por avós. Com o passar dos anos, o conceito de família mudou. Hoje, são considerados uma família, grupos com duas mães e filhos, dois pais e filhos, somente uma mãe e filhos, somente um pai e filhos, avós e netos, etc.
A definição de família hoje está mais relacionada a ser um grupo de pessoas que se amam, se protegem e cuidam uns dos outros.
Para qualquer pessoa, a família tem uma importância única na vida de todos. É através da família que aprendemos valores morais e demais conhecimentos necessários para se tornar um cidadão de caráter.
Esta data é comemorada nos continentes americanos e na Espanha, homenageando a importância econômica e social deste serviço, essencial para garantir a proteção de patrimônios, pessoas e famílias.
O principal objetivo desta data é explicar e conscientizar a população em geral sobre os benefícios do seguro para garantir a proteção dos bens materiais e imateriais das pessoas.
Os seguros são contratos firmados entre duas partes, garantindo que caso haja um acidente ou prejuízo, a parte lesada será ressarcida.
Origem do Dia Continental do Seguro
Esta data foi instituída oficialmente durante a 2ª Conferência Hemisférica de Seguros, em 1948, no México, que fixou o dia 14 de maio como uma homenagem ao dia em que foi realizado a 1ª Conferência de Seguros, em 1946, em Nova York.
A data foi instituída há mais de 50 anos para estimular a aproximação entre os profissionais de seguros das Américas, realçar a importância social e econômica do setor e o papel na proteção de pessoas, famílias e patrimônio.
O Brasil, no continente americano, é o segundo país em volume de seguros, superado apenas pelos Estados Unidos.
História do Seguro
O conceito de indenizar um bem é bastante antigo. Temos como os primeiros registros da prática registros de 3000 a 2000 anos a.C, onde pastores caldeus montaram uma espécie de cooperativa para repor o gado perdido do seu povo. No mesmo período, babilônios firmavam convênios antes das caravanas no deserto para garantir o pagamento de novos camelos para aqueles perdessem seus animais no trajeto.
Em 1600 a.C, os fenícios avançaram na prática ao criar convenções que ofereciam novos barcos aos navegadores que sofressem com problemas no mar. Enfim, ao longo dos anos, diversos exemplos surgiram.
A primeira legislação, de fato, sobre seguros é datada de 1318 com a publicação da Ordenança de Pisa, na Itália. O primeiro contrato (apólice) foi feito em 1347 e protegia os bens de um navegador que faria o transporte de mercadorias entre Gênova até a Ilha de Mallorca, na Espanha.
Os seguros evoluíram, portanto, na parte marítima. A primeira “apólice terrestre” surgiu apenas em 1488. Foi assinada em Florença para o rei Fernando I e garantia a indenização de uma coroa preciosa, já que a original seria transportada até Nápoles.
Em 1583 surgiu o primeiro seguro de vida, feito por William Gybbons, um empresário de Londres. Foi emitido para 16 mercadorias pertencentes à Câmara de Seguros.
Como podemos observar, os seguros estão presentes em nossas vidas desde muito tempo. Neste Dia do Seguro, vale o reforço de que estar protegido é sempre muito importante.
No dia 1º de maio, o edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no centro da cidade de São Paulo, desabou após pegar fogo durante a madrugada, deixando ao menos seis pessoas desaparecidas. Além dos moradores do edifício, prédios e estabelecimentos vizinhos também foram atingidos. Ao todo, a Defesa Civil interditou quatro edifícios e uma igreja.
As 116 famílias que ocupavam o edifício que desmoronou e estão cadastradas na prefeitura receberam ajuda financeira emergencial. Além disso, moradores tiveram que abandonar prédios vizinhos por causa do risco de desabamento e só puderam retornar para seus apartamentos para retirar pertences três dias depois do ocorrido. Até hoje (10), os prédios adjacentes continuam interditados.
Em casos assim, independente do edifício sinistrado não contar com nenhuma cobertura securitária, a pergunta que muitos se fazem é de quem é a responsabilidade pelos danos causados aos apartamentos das vítimas indiretas. Em um caso assim, a seguradora seria obrigada a indenizar as famílias por eventuais perdas materiais? Fuligem, mau cheiro, rachaduras, o seguro residencial ou condominial cobriria esses sinistros? Quem deve amparar os moradores vizinhos?
Especialista explica
“No seguro residencial, os danos decorrentes da fumaça estariam cobertos inclusive pelas coberturas mais básicas na maioria das companhias, além de qualquer outro dano decorrente de incêndio. Já nos seguros de condomínio, o evento estaria coberto apenas na parte predial e nas áreas comuns, ou seja, o conteúdo de cada apartamento não estaria segurado”, esclarece Caio Carvalho, Superintendente de Property&Casualty da MDS Brasil.
Situação comum de muitos brasileiros, o aluguel também deixa as pessoas em dúvida na hora de decidir quem paga pelo seguro. “O conteúdo dos apartamentos – móveis, eletrodomésticos e bens pessoais – é de interesse do locatário, por isso é ele quem deve contratar o seguro. A parte predial do condomínio é de responsabilidade do próprio condomínio e, eventualmente, o locador contrata o seguro contra incêndio do imóvel através da imobiliária que intermedeia a locação”, diz Carvalho. “Nos dois produtos, estão cobertos os custos de aluguel temporário desde que contratada a cobertura de Pagamento de Aluguel, respeitando o limite máximo de indenização”, diz o executivo sobre os seguros para condomínio e para residência.
Mais comum do que parece
O Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. A constatação se baseia no cruzamento de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma pesquisa realizada pela Geneva Association. Em 2011, o Sistema de Informações sobre mortalidade do SUS registrou 1.051 mortes por incêndio ou por exposição à fumaça. Mas, mesmo com números altos, dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) revelam que o Índice de Penetração do seguro residencial ficou em 14,5% em 2016, ainda considerado um número baixo para o especialista.
O executivo da MDS acredita que “tanto o seguro para condomínio quanto residencial tem um preço bastante acessível à população”. Ele ainda cita que um acidente como o que ocorreu no edifício no centro de São Paulo motiva as pessoas a revisarem seus contratos e ir atrás de novas apólices. “Diante de tragédias assim, ocorre um aumento instantâneo de contratação nos seguros residenciais e condominiais, além da revisão dos termos da apólice que já está contratada, o que será positivo para o mercado”, complementa.
Sobre a maior parte da população não ter seguro para seu patrimônio, Carvalho opina que “o maior motivo para não contratação do seguro residencial no Brasil é prioritariamente cultural, considerando que o custo anual de seguro residencial é, em geral, menos da metade do custo de um seguro automóvel. Não vejo outro motivo plausível para a população não contratá-lo”.
A prática comum, e aparentemente inofensiva, causa prejuízos a todos e é configurada crime
Muitas vezes, em acidentes de trânsito, o segurado não é o causador da batida, no entanto, faz um acordo informal com a outra parte,a responsável e que muitas vezes não tem seguro, assumindo a responsabilidade pelo ocorrido, em troca do recebimento do valor da franquia, ou seja, troca de culpa pelo valor de franquia,se responsabilizando pelo acidente perante à seguradora para receber a indenização. No entanto, essa prática configura inversão de responsabilidade e fraude contra à seguradora.
O contrato de seguro é fundado na boa-fé e em nenhum momento o segurado pode faltar com a verdade. O artigo 765 do Código Civil ressalta que o segurado é obrigado a mais estrita boa-fé e veracidade:
“O segurado e o segurador são obrigados a guardar na conclusão e na execução do contrato, a mais estrita boa-fé e veracidade, tanto a respeito do objeto como das circunstâncias e declarações a ele concernentes.”
Graziela Vellasco, Advogada com 15 anos de experiência e especialista em Direito Processual Civil, afirma que a inversão de responsabilidade é uma prática de má-fé e está totalmente em desacordo ao que determina a lei. “Se houver a quebra da boa-fé por parte do segurado sobre a verdadeira origem do sinistro, restará a legítima negativa de cobertura pela seguradora, como previsto no artigo 766 do Código Civil”, aponta.
A seguradora faz toda análise de risco com base nas informações de perfil prestadas pelo segurado. A partir dessas informações, a seguradora estabelecerá o prêmio e emitirá a apólice.Ao faltar com a verdade, o segurado cria um desequilíbrio contratual, prejudicando a seguradora.
Prejuízos
Se for constatada a fraude, primeiramente, o segurado perderá a garantia contratada pela seguradora, conforme artigo 766 do Código Civil.Além disso, o segurado pode perder o direito ao bônus da apólice, pois esse é concedido somente quando o segurado não utiliza a apólice. Uma vez utilizada, o bônus é retirado.
Além disso, o prejuízo acarretado pela fraude prejudica todos os segurados, pois todos contribuem para um fundo mútuo, que tem a seguradora como administradora. É deste fundo que são pagas as indenizações e uma vez aumentado o pagamento das indenizações, a seguradora terá que aumentar o valor do prêmio para compor novamente o fundo.
Graziela Vellasco afirma que a liquidação de sinistro se inicia com o segurado relatando todos os fatos para a corretora de seguros, que por sua vez reportará à seguradora. Então, a seguradora realiza uma vistoria para constatação do dano e nexo causal. “Em relação ao acidente de trânsito tudo é analisado: local dos fatos, posição do impacto nos veículos, quem estava dirigindo, se o condutor estava ou não embriagado, entre outros.Assim, não vale a pena correr o risco de omitir ou distorcer informações”, alerta.
Crime
Graziela Vellasco finaliza lembrando que a prática de inversão de responsabilidade é um crime e, uma vez comprovada a fraude, os envolvidos são enquadrados no crime de estelionato, previsto no art. 171, § 2º, V, do Código Penal. “Tanto o segurado quanto o causador do acidente estarão praticando o crime de estelionato e podem responder criminalmente”, destaca.
Além disso, outro ponto de suma importância é o fato de que todas as informações prestadas no Boletim de Ocorrência têm presunção de veracidade. Se o segurado assume a culpa apenas para beneficiar o terceiro envolvido no acidente, ele poderá responder por prejuízos que não deu causa perante à Justiça Cível. “Em um acidente de trânsito não temos apenas os danos materiais, mas temos também corporais e morais”, adverte.
No Brasil, quinto país do mundo com maior número de vítimas de acidentes de trânsito, a cada ano dezenas de milhares de pessoas morrem e centenas de milhares de acidentados sofrem algum tipo de mutilação que resulta em invalidez, parcial ou permanente. É necessário acrescentar ainda, como registro negativo, outras consequências que podem ser carregadas para o resto da vida, como limitação da mobilidade, incapacitação para o trabalho, perda de qualidade de vida e prejuízos de natureza econômica.
Esta, infelizmente, é a triste realidade de um país que, apenas no ano passado, teve 383.993 pessoas indenizadas através do Seguro DPVAT. Neste número, observamos uma verdadeira tragédia: 284.191 pessoas indenizadas por invalidez permanente e 41.151 vítimas fatais, isso sem contar os 58.651 reembolsos por despesas médicas-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito. Entre os mortos no trânsito durante 2017, 10.232 jovens com idades entre 18 e 34 anos.
Este último número pede uma reflexão. E em termos de dramaticidade, também vale uma comparação com a Guerra do Vietnã. Em dez anos de atuação dos Estados Unidos nesse conflito (janeiro de 1965 a abril de 1975) foram 58.000 soldados mortos em combate. Com isso, concluímos que, no Brasil, praticamente a cada ano, o trânsito mata ou mutila um número próximo de pessoas que os Estados Unidos perderam em dez anos de guerra no Vietnã.
Nunca é demais repetir que a violência no trânsito se torna ainda mais dramática quando consideramos que o maior número de vítimas está, exatamente, na faixa considerada economicamente ativa. Em 2017, por exemplo, do total de 380 mil pessoas vítimas em acidentes de trânsito indenizadas pelo DPVAT, nada menos que 186.000 (49% do total) estavam na faixa etária compreendida dos 18 a 34 anos. Este é um duplo desastre para o Brasil que, nesta guerra cujos maiores inimigos são a imprudência, a irresponsabilidade e a falta de educação, compromete precocemente um pedaço de seu futuro quando tantos jovens mortos e inválidos.
A guerra no trânsito tem que acabar. Os mortos, os mutilados e os incapacitados pedem paz. As campanhas de educação para a vida no trânsito são instrumentos de prevenção que devem ser estimuladas e apoiadas pela população, que em algum momento poderá ser beneficiada quando, no Brasil, as regras mínimas de convivência e respeito à vida do próximo sejam mais atendidas e respeitadas.
No mês passado, o Detran- SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo) criou um aplicativo que permite o motorista verificar todos os pontos das multas da CNH (Carteira Nacional de Transito) por meio de selfie no celular. Essa novidade já está disponível no app do Dentran paulista e todos os motoristas do estado que possuem sistema operacional Android e iOS podem se cadastrar. Saiba mais sobre essa novidade:
O primeiro passo é cadastrar-se no app. Após isso, o usuário acessa a opção “Indicação de Condutor“, depois “Conferir Todos os Dados de Infração do Carro” e “Tirar Selfie“. Para identificar o motorista que vai receber a autuação, o procedimento é parecido: preenchimento do CPF, número da CNH, selfie e assinatura. Lembrando que as respectivas assinaturas devem sempre ser iguais da CNH.
Se por acaso o dono do veículo não for registrado no estado de São Paulo, ele pode colocar a foto do documento de identificação (RG).
A indicação do condutor e as multas, conforme estabelece a legislação federal de trânsito, são sempre registradas no veículo com base na placa. Quando o condutor não é identificado no momento da infração, o trâmite pode ser feito pelo correio, presencialmente ou pela internet. Esse procedimento está previsto resolução 404/2012 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Segundo o portal G1, a lei só vai possibilitar que o dono do automóvel indique outro motorista para receber os pontos, quando a infração não foi cometida por ele. Por exemplo: caso um pai de família empresta o carro para o seu filho que comete uma infração, quando a notificação chegar, o pai deverá indicar o seu filho para receber os respectivos pontos.
Hoje, com as mudanças tecnológicas, e consequentemente, nas relações humanas, a comunicação é vital e o trabalho desses profissionais deve passar por uma constante renovação, pois precisa acompanhar a necessidade das pessoas para poder vender o que elas precisam.
Ou seja, muito além de propaganda, os marqueteiros conhecem seus consumidores, o comportamento e as motivações de compra, a imagem que estes consumidores têm do produto, a escolha dos canais de distribuição mais adequados, as promoções de vendas que tragam melhores resultados, etc.
A data tem o objetivo de homenagear os profissionais responsáveis em criar e vender ideias, além de desenvolver estratégias e projetos que ajudam a movimentar e melhorar a competição no mercado de trabalho.
Os profissionais de marketing devem também conhecer e identificar os vários perfis dos clientes de seus produtos, além de estarem informados sobre a situação do mercado, para tentar achar a melhor forma de atender aos “desejos” de seus clientes.
O cenário no mercado de trabalho
Ao longo dos últimos anos, as empresas começaram a entender a importância de contarem com profissionais especializados em Marketing. Essa atitude tem aumentado as perspectivas para pessoas que se formam na área, principalmente em setores de varejo, indústria, tanto B2C como B2B, e serviços de forma geral.
O aluno graduado em marketing possui bagagem teórica que o permite atuar na área administrativa, o que é muito valorizado pelas organizações.
“Além disso, o inglês curricular obrigatório favorece essa empregabilidade, pois com a globalização, é cada vez mais importante o profissional de marketing poder se expressar em inglês, bem como poder ter acesso às novidades de marketing publicadas em revistas especializadas estrangeiras”, observa o Coordenador do curso de Marketing da Universidade Anhembi Morumbi, Dennis Vincent Reade.
Isso porque, para Reade, a competição tem se tornado mais acirrada. “A verba destinada a ações de marketing deve ser usada da forma mais eficaz pelas companhias. Ninguém pode se dar ao luxo de desperdiçar recursos com ações de marketing mal estruturadas, erros de posicionamento de mercado ou de segmentação”, finaliza.
Atualmente, profissionais de marketing podem ter diversas formações acadêmicas, como jornalismo, publicidade e propaganda, letras, marketing e administração.
Do apego à poupança ao mal planejamento e gestão, especialista do App Renda Fixa elenca falhas dos consumidores e dá dicas para começar a investir da forma correta
Apenas 24% da população economicamente ativa fazem investimentos, sendo 42% desses pertencentes à classe A, de acordo com levantamento da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) com apoio do Datafolha. A preferência nacional é a aplicação da caderneta de poupança, a eleita de 70% dos pesquisados.
Os dados refletem a inexperiência com aplicações, evitadas por muitos por conta do desconhecimento ou, ainda, por aportes errados feitos no impulso, a falta de gerenciamento bem pensado e o saque antes da hora por não ter o retorno desejado. Esses são alguns dos erros do brasileiro ao investir, segundo análise de Francis Wagner, idealizador do App Renda Fixa (www.rendafixa.rocks). Confira alguns dos enganos e dicas para começar a investir de maneira inteligente:
1 – O apego à poupança
Aplicar o dinheiro na caderneta de poupança é praticamente uma tradição familiar no Brasil, apesar da baixa rentabilidade frente outras modalidades. Muitos se enganam, porém, ao pensar que essa oferece menos risco que outras aplicações. Segundo o especialista, títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e privados, como o CDB, LCI e LCA, são menos arriscados e oferecem rentabilidade melhor que a queridinha dos brasileiros. Ele exemplifica: “A poupança remunera 70% da Selic mais a TR (taxa referencial), que atualmente está zerada. Se a pessoa passar a investir no Tesouro Selic, por exemplo, ela passa a ganhar 100% da taxa básica de juros”.
2 – Falta de educação financeira
A educação financeira do brasileiro é muito pobre. Isso porque, até pouco tempo atrás, não era possível as pessoas físicas comprarem títulos públicos federais diretamente do Tesouro Nacional e os bancos comerciais não ofereciam opções mais atrativas que a poupança. “Assim, criou-se a falsa ideia de que ela é mais segura. Quando o consumidor procura outras aplicações, ele acha que está necessariamente se expondo ao risco”, explica Francis. Por isso, para quem é interessado, o especialista incentiva a estudar, aprender e tornar o investimento um hábito, para naturalizá-lo no dia a dia.
3 – Buscar rentabilidade e liquidez altas e risco baixo
Além de ter aversão ao risco, o brasileiro busca sempre alta rentabilidade e liquidez. Segundo o idealizador do App Renda Fixa, ao decidir investir deve-se abrir mão de pelo menos uma das variáveis. “Isso não é necessariamente um problema, mas se torna um entrave para os consumidores, demonstrando mais uma vez a insegurança no sistema financeiro. O comum em países com uma cultura mais longa de investimento é priorizar risco e rentabilidade”, explica Francis. “Nos EUA, por exemplo, os pais começam a investir na faculdade do filho desde pequeno, pensando a longo prazo e abrindo mão da liquidez. O retorno é bem maior”.
4 – Mergulhar de cabeça num mar desconhecido
Pela falta de experiência, o brasileiro pode ser levado a precipitar-se na hora de investir, colocando um valor muito alto logo de cara em uma aplicação. “É necessário ir com calma, estudar o mercado financeiro, aprender sobre cada modalidade de investimento e iniciar com aportes menores. O ponto de partida deve ser: ‘qual o mais adequado para atingir meus objetivos dado meu perfil de risco?’”, orienta Francis. Ele aconselha os inexperientes a se tornarem “investidores de fim de semana” e que deem preferência para ativos menos complexos, como CDB, LCI, LCA e LC.
5. Falta de gerenciamento e planejamento financeiro
Uma questão muito importante para quem investe é saber gerenciar as aplicações. Há algumas que permitem que o valor seja retirado a qualquer momento, porém outras, como debêntures, requerem um período mínimo de anos. Assim, o investidor tem de planejar seus gastos para que não precise daquele montante até o período necessário à rentabilidade desejada. Algumas modalidades de maior risco também necessitam um acompanhamento mais frequente e maior precisão do que outras, como ações. Assim, é fundamental estudar as possibilidades, pensar a longo prazo e cultivar a paciência no jogo.
Para ajudar, o App Renda Fixa compara investimentos e indica as taxas de retorno mais altas, e também possui a Carteira de Investimentos, funcionalidade que permite gerenciar todos os títulos na plataforma, com fácil acesso à rentabilidade absoluta e percentual. Hoje, o aplicativo faz a busca e comparação de investimentos em 22 instituições financeiras e tem em torno de 80 mil usuários ativos por mês e 300 mil downloads, com ticket médio de R$ 40 mil. Ao todo, já ajudou na captação de mais de R$ 1,5 bilhão para o mercado financeiro.
Sobre o App Renda Fixa
Plataforma voltada à busca, comparação e, mais recentemente, compra de títulos de renda fixa, listando as opções de acordo com a necessidade do usuário. A procura por títulos pode ser segmentada de acordo com: taxa de retorno, data de vencimento, valor e tipos de investimento, entre outros. O sistema reúne investimentos de 22 instituições entre corretoras, bancos e financeiras, além de ferramentas e conteúdo para auxiliar tanto o investidor experiente como o iniciante. www.rendafixa.rocks.
O Valor Econômico registra que o volume de licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceu 38,53% em abril, para 217,3 mil unidades, na comparação com igual mês de 2017. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), com 762,8 mil unidades, o volume acumulado no quadrimestre avançou 21,3%.
Em nota à imprensa, o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, destacou a rota de recuperação do mercado: ‘A queda na inadimplência aliada à queda da taxa de juros, vem favorecendo o setor’. Para a entidade, a inadimplência da carteira de crédito, com recursos livres para pessoas físicas, de 2,5%, e para pessoas jurídicas, de 3,6%, são os menores desde abril de 2011.
Crise derruba seguros com proteção contra incêndios – Folha de São Paulo via SindSeg SP
A coluna Mercado Aberto, da Folha de S.Paulo, informa que a crise econômica dos últimos anos levou empresas de pequeno porte a deixarem de contratar seguros e, com isso, a receita com a venda de contratos que cobrem incêndios teve sucessivas quedas.
Um evento como o fogo no edifício Wilton Paes de Almeida, no centro de São Paulo, não influencia a busca por apólices, afirma Danilo Silveira, diretor da comissão de riscos da FenSeg. Há pouco impacto porque o produto já é conhecido, diz ele.
Para as pequenas empresas, o custo de ter um plano pode ser relativamente alto e, com a instabilidade na economia, os responsáveis deixaram de contratar, afirma José Varanda, da Escola Nacional de Seguros. Na comparação do primeiro trimestre deste ano com 2017, o total arrecadado com apólices diminuiu 1%.
Foi a segunda queda consecutiva. O desempenho foi 9% pior no começo do ano passado, na comparação com o mesmo período de 2016. A sinistralidade (incêndios de patrimônio dos clientes) gira em torno de 0,4%, diz Silveira. “É uma frequência baixa, mas a periculosidade é muito alta, os danos são severos.”
Maio Amarelo – 400 mil por ano. Esse é o número de pessoas que são afetadas por acidentes de trânsito no Brasil, segundo levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária. O estudo revela que, no País, 47 mil pessoas morrem em decorrência desses acidentes. Nessa toada, a campanha Maio Amarelo 2018 chega para conscientizar e alertar os condutores e pedestres de atitudes que evitam acidentes no trânsito.
Lançada em 17 de abril, a ação deste ano foi desenvolvida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em parceria com o Observatório, e doada ao Movimento Maio Amarelo.
A campanha de 2018 usa o mote “Nós somos o trânsito”, aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) através da Resolução 722/2018. A proposta é chamar a atenção sobre a importância da mudança de atitude nos deslocamentos, evidenciar que as mortes causadas por acidentes de trânsito precisam ser freadas e lembrar que cada um é responsável por mudar esse cenário adotando novos comportamentos.
De acordo com os dados de 2016 da Polícia Rodoviária Federal, no Brasil, ocorreram 20.994 acidentes graves em rodovias federais, contra 21.854 ocorrências em 2015. Ao todo, foram 21.439 feridos graves e 6.405 mortos em decorrência desses acidentes.
Outro dado preocupante é que, em um recente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.
O levantamento da OMS ainda mostra que as chances de um pedestre morrer sendo atingido por um carro a 50 km/h é de 20%, já com o veículo a 80km/h, as chances de acidente chegam a 60%.
Sobre o movimento:
Na sua 5º edição, a campanha já tem data e local definidos para sua abertura oficial: será no dia 26 de abril, em Campina Grande, na Paraíba. A cidade foi destaque em 2017 pelas diversas atividades desenvolvidas durante o Maio Amarelo e aceitou realizar a abertura do evento pela primeira vez.
Já a cerimônia de encerramento com a premiação “Destaques Maio Amarelo 2018” está marcada para o dia 28 de junho em Brasília, no Distrito Federal, e será sediada pela Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (Abder) e pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (Der/DF).
Para conhecer saber mais, acesse o site do Maio Amarelo ou o do Observatório.