As vantagens de comprar um carro usado

Basta dizer as palavras “comprar um carro” e já nos vem à mente a ida até a concessionária, o passeio entre os automóveis em exposição, a escolha daquele zero quilômetro reluzente com cheirinho de novo. Acertei? Claro que esse é o sonho de quase todo ser humano na face da Terra, mas na hora em que as contas não fecham, a gente volta para a realidade e se pergunta: será que não vale a pena comprar um carro usado?

A opção por um veículo usado não é ruim. Pelo contrário, se agirmos de maneira certa, com bons conselhos, podemos adquirir algo que se encaixe no nosso estilo de vida e ainda pagar um preço menor do que seria necessário para um carro novinho. Gostou da ideia?

Então continue lendo este artigo para descobrir as vantagens de comprar um automóvel de segunda mão – ou terceira, quarta…

Para começar, esqueça os conselhos dos amigos, aquilo que você ouviu no escritório ou aquela história bizarra que relata as dores de cabeça vividas pelo cunhado do primo do vizinho depois de comprar um carro de um estranho.

Um automóvel usado tem muitas vantagens. Aqui listo as cinco que considero as mais relevantes:

  1. O dono original é quem absorverá o custo da depreciação do veículo. Dessa forma, você economiza várias centenas, talvez milhares de reais e, quem sabe, pode até adquirir um modelo mais luxuoso do que imaginava.
  2. Um veículo usado é quase tão confiável quanto um novo. Há alguns anos, comprar um carro usado era sinônimo de más experiências e várias falhas mecânicas. Atualmente, esse cenário mudou radicalmente, pois a manutenção adequada e o histórico conhecido do veículo permitem reduzir substancialmente os riscos associados.
  3. Você pode ter recursos extras sem pagar mais por isso! Assentos de couro e outros adicionais aumentam o custo de um carro novo, mas em um usado eles acabam perdendo o valor no momento da negociação.
  4. Além da depreciação, você não terá que se preocupar com os impostos que normalmente são aplicados aos carros novos, o que reduziria ainda mais os custos.
  5. Você pode usar as informações de cada modelo a seu favor. Por exemplo, se quiser um carro de uma nova geração, certamente poderá comprar um veículo que não tenha os problemas do recém-lançado.

Decidiu-se por um usado? Então deixe eu te contar mais três coisinhas!

A primeira é: aposte sempre na segurança. Opte por marcas bem conhecidas e prestigiadas no mercado automotivo.

A segunda grande dica é: assim como você faria se comprasse um modelo novo, quando se adquire um carro usado também temos que investigar o mercado, não apenas procurando o melhor preço, mas também levando em conta quem está vendendo.

E para terminar, busque descobrir a história dos antigos proprietários e do automóvel (ex: os tipos de reparos realizados). E só então vá conhecer o veículo para fazer uma revisão prévia. Se for com um mecânico de confiança, melhor ainda!

 

Gastou demais na viagem de férias? Veja como colocar as contas em dia

As férias já estão acabando e muitas pessoas se deixaram levar pela euforia e gastaram mais do que podiam naquela tão sonhada viagem. Um descuido com o cartão de crédito, principalmente nas viagens internacionais, pode causar um grande desequilíbrio financeiro e dor de cabeça na volta para casa. Quem não fez um planejamento financeiro agora se pergunta: como vou pagar as dívidas dessa viagem?

Isso é reflexo da falta de educação financeira da população como um todo, que, ao invés de se planejar e prevenir esse tipo de situação, tem que remediar, correndo atrás do prejuízo. Então, como fazer essa reorganização?

“É preciso mudar o comportamento em relação ao uso e administração do dinheiro. O primeiro passo é encarar o problema, saber o tamanho da dívida contraída nessa viagem e só então poderá saber como quitá-la”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Segundo o especialista, o diagnóstico financeiro é fundamental para detectar o que pode ser cortado dos gastos mensais e o que é de necessidade básica. Veja abaixo algumas orientações práticas do educador.

Faça um diagnóstico financeiro

Conforme dito acima, essa é a primeira medida a ser tomada. Para poder se organizar financeiramente, é preciso conhecer o tamanho do problema. Para isso, coloque na ponta do lápis todas as dívidas, considerando as de necessidade básica (água, gás, energia elétrica, aluguel), como prioridade. Com esse diagnóstico em mãos fica mais fácil saber onde é possível diminuir para que assim sobre dinheiro para quitar essa dívida.

Analise a dívida

Antes de entrar em desespero, é preciso avaliar qual é o peso que essa dívida tem no ganho mensal. Portanto, assim que recebê-lo, veja o quanto irá sobrar no fim do mês antes de sair pagando sem pensar. Se você fez o diagnóstico financeiro, irá conseguir ter essa noção melhor, sabendo o valor que terá que arcar mensalmente sem trocar uma dívida por outra.

Saiba negociar

Renegociar uma dívida pode ser uma saída para fazer com que ela fique menos pesada no bolso, mas é preciso ter condições para arcar com essa negociação. Apenas negocie uma dívida quando sabe que há condições para tal, ou seja, que irá ter o valor disponível mensalmente para pagar. Caso contrário, o que parecia uma solução pode agravar o problema.

Controle a impulsividade

Para não agravar a situação, compre somente o necessário. Antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, você evita contrair novas dívidas por conta de uma compra por impulso.

Busque uma renda extra

Quando voltamos de viagem, normalmente compramos diversos itens novos, seja de decoração, vestimenta, entre outros. Por isso, veja quais itens você possui em casa e que poderão ser vendidos. Aparelhos eletrônicos, roupas, sapatos e brinquedos podem gerar uma renda extra para que você possa, enfim, quitar suas dívidas e começar a planejar a próxima viagem.

Fonte: SEGS

HB20 é o carro preferido de jovens paulistanos, mas seguro assusta

Valor da proteção pode chegar a até R$ 7 mil; Smartia dá dicas para conseguir preços reduzidos.

O sonho de ter um carro é comum aos jovens ao completarem a maioridade, porém o preço alto do seguro pode tornar essa aquisição mais difícil e fazer com que muitos deixem de contratá-lo e fiquem, assim, suscetíveis a imprevistos. O portal Smartia, especializado na cotação de seguros online, fez uma pesquisa com base nos dados da TEx, criadora do Teleport. De acordo com a análise das escolhas desse grupo seletivo e dos fatores que incidem na variação de valores, foi possível traçar possibilidades para deixar os custos mais acessíveis.
“Muitos valorizam mais o primeiro carro, que representam a liberdade para eles, do que as pessoas que usam o veículo há um tempo, então queremos ajudar a todos a garantir maior segurança”, diz Guilherme da Luz, sênior digital marketing manager do site.
O HB20, o segundo modelo mais vendido em maio de 2018, lidera a lista dos veículos mais segurados pelos jovens, seguido de Up!, Fox, Ka, Onix, Fiesta, March, Kwid, Focus e Etios. Os preços médios para esses seguros variam de R$ 3.754 a R$ 7.434,99, de acordo com a TEx. Foram consideradas 5.461 cotações feitas nos últimos 60 dias na região metropolitana de São Paulo e a simulação de valores com referência em um perfil masculino, solteiro, de 18 a 25 anos, residente na cidade de São Paulo.
Localização e adicionais ajudam a ter seguro mais barato
O valor alto do seguro é associado à identificação dos jovens como grupo com maior risco de causar ou ser envolvido em acidentes e ao descaso da posse, como não fazer uma boa manutenção, adiar a troca de peças e estacionar em lugares desprotegidos ou inapropriados. “Essa imagem é injusta e desproporcional. Nem todos deixam de checar o óleo do carro, andam acima da velocidade ou param na rua em vez de no estacionamento”, avalia Luz.
Aos olhos das seguradoras, porém, somente o tempo fará com que esses motoristas sejam mais bem vistos. A instalação de rastreadores e outros itens de segurança e o histórico de direção com prudência são fatores que dão bônus e descontos na renovação do seguro. A localização também influencia. Um HB20 que custa R$ 5.945,63 em São Paulo sairia por R$ 4.538,95 em Recife, R$ 7.330,83 em Belo Horizonte para o mesmo perfil, por exemplo.
Outra dica da Smartia é optar pelos modelos com seguro mais em conta. “Com base na pesquisa, Nissan March e Ford Fiesta seriam as melhores escolhas, com valores de seguro abaixo de R$ 4.500, sendo que Focus, Etios e Up! deviam ser os últimos a serem considerados, com preços acima de R$ 6.000. Lógico que gosto pessoal deve ser levado em consideração, mas quando o intuito é economizar não se pode deixar de pensar no que cabe no bolso”, aponta Luz. O especialista sugere a escolha do modelo mais caro para um segundo momento, após ter um bônus no seguro que permita um desconto maior.
Fonte: CQCS

Vai comprar um carro? Veja quanto o seguro auto influencia na escolha do modelo

Comparativo feito pela ComparaOnline mostra variação de preço em seguro auto entre diferentes modelos de carros
Comprar um carro vai muito além de escolher o modelo que mais agrada ou aquele que possui os valores e condições mais atrativos. Modelos mais vendidos, importados ou nacionais, gastos com combustíveis, tudo isso é preciso levar em conta. Porém, tem outro fator que muitos brasileiros não se atentam e que deve influenciar na decisão da compra de um carro: o seguro auto. Por isso, a ComparaOnline fez um levantamento comparativo entre os dois modelos automotivos, comparando gêneros e idades diferentes, que mostram a grande variação de preços que, a longo prazo, pode ser um fator determinante para o motorista.
Segundo Paulo Marchetti,CEO Brasil da ComparaOnline, marketplace de comparação de seguros e créditos, muitos consumidores acham que o preço do seguro é feito apenas levando em consideração o valor do veículo e não sabem que as seguradoras avaliam também o risco que aquele modelo pode ter na região em que ele vai circular. “Acontece, algumas vezes, de um carro mais barato ter o seguro auto mais caro do que modelos com preços elevados. Isso porque em determinada região é mais visado e acaba oferecendo mais riscos. É preciso fazer essa comparação antes da compra do carro, colocar na ponta do lápis, analisar exatamente cada caso e perfil e ver o que vale mais a pena”, explica.
Ainda segundo a ComparaOnline, existem diversos fatores que envolvem a exposição do veículo, tais como: CEP de pernoite, área de circulação, utilização do veículo (lazer, ida e volta do trabalho, deslocamento para cursos ou faculdade, utilização do veículo para prestação de serviços, motorista de aplicativos etc), local onde o veículo pernoita e onde é estacionado quando utilizado para trabalho e/ou faculdade e cursos.
Além de todos esses fatores, o perfil do principal condutor do veículo também pesa bastante na definição do preço, neste quesito as informações mais importantes são idade, gênero e estado civil. “O risco que o motorista representa para seguradora é o principal fator a ser considerado. Se na análise da base de uma determinada seguradora um veículo popular registrar índices altos de roubo, provavelmente este terá um custo maior no seguro”, afirma Marchetti.
Ao comparar quatro modelos diferentes, a ComparaOnline detectou que, dependendo do perfil do segurado, o seguro auto pode variar desde 3,95% até 20,15% do valor da tabela FIPE. Confira o comparativo feito pela ComparaOnline entre os modelos Honda Fit, HB20, Fox Pepper e Gol:
Mulher 23 anos, solteira (perfil com idade de “risco”)
1) Honda Fit LX CVT zero km
1.1) Seguradora 1 -> R$ 8.445,37 -> 12,19% Tabela Fipe
1.2) Seguradora 2 -> R$ 5.165,32 -> 7,45% Tabela Fipe
1.3) Seguradora 3 -> R$ 3.706,39 -> 5,35% Tabela Fipe
1.4) Seguradora 4 -> R$ 3.244,91 -> 4,68% Tabela Fipe
1.5) Média -> R$ 5.140,50 -> 7,42% Tabela Fipe
2) HB20 Premium 1.6 Flex 16V Aut zero km
2.1) Seguradora 1 -> R$ 7.581,43 -> 11,56% Tabela Fipe
2.2) Seguradora 2 -> R$ 3.670,88 -> 5,60% Tabela Fipe
2.3) Seguradora 3 -> Sem aceitação
2.4) Seguradora 4 -> Sem aceitação
2.5) Média -> R$ 5.626,16 -> 8,58% Tabela Fipe
3)VOLKSWAGEN Fox PEPPER I MOTION 1.6 Flex 16V 5p zero km
3.1) Seguradora 1 -> R$ 3.987,77 -> 6,48% Tabela Fipe
3.2) Seguradora 2 -> R$ 4.261,15 -> 6,92% Tabela Fipe
3.3) Seguradora 3 -> R$ 4.157,15 -> 6,75% Tabela Fipe
3.4) Seguradora 4 -> R$ 11.843,30 -> 19,23% Tabela Fipe
3.5) Média -> R$ 6.062,35 -> 9,84% Tabela Fipe
4)VW Gol 1.6 MSI Flex 8V 5p zero km
4.1) Seguradora 1 -> R$ 6.882,01 -> 13,61% Tabela Fipe
4.2) Seguradora 2 -> R$ 7.938,33 -> 15,70% Tabela Fipe
4.3) Seguradora 3 -> R$ 5.951,41 -> 11,77% Tabela Fipe
4.4) Seguradora 4 -> R$ 9.459,80 -> 18,71% Tabela Fipe
4.5) Média -> R$ 7.557,89 -> 14,95% Tabela Fipe
Variação de 47,02,98% no preço de automóveis usados para este comparativo, em relação a média mais cara x média mais barata.
Mulher 39 anos, solteira
1) Honda Fit LX CVT zero km
1.1) Seguradora 1 -> R$ 3.317,00 -> 4,79% Tabela Fipe
1.2) Seguradora 2 -> R$ 3.080,00 -> 4,44% Tabela Fipe
1.3) Seguradora 3 -> R$ 2.909,44 -> 4,20% Tabela Fipe
1.4) Seguradora 4 -> Sem aceitação
1.5) Média -> R$ 3.102,15 -> 4,48% Tabela Fipe
2) HB20 Premium 1.6 Flex 16V Aut zero km
2.1) Seguradora 1 -> R$ 5.944,29 -> 9,07% Tabela Fipe
2.2) Seguradora 2 -> R$ 4.340,00 -> 6,62% Tabela Fipe
2.3) Seguradora 3 -> R$ 3.992,42 -> 6,09% Tabela Fipe
2.4) Seguradora 4 -> Sem aceitação
2.5) Média -> R$ 4.758,90 -> 7,26% Tabela Fipe
3)VOLKSWAGEN Fox PEPPER I MOTION 1.6 Flex 16V 5p zero km
3.1) Seguradora 1 -> R$ 2.434,04 -> 3,95% Tabela Fipe
3.2) Seguradora 2 -> R$ 4.217,64 -> 6,85% Tabela Fipe
3.3) Seguradora 3 -> Sem aceitação
3.4) Seguradora 4 -> R$ 3.635,50 -> 5,90% Tabela Fipe
3.5) Média -> R$ 3.429,06 -> 5,57% Tabela Fipe
4)VW Gol 1.6 MSI Flex 8V 5p zero km
4.1) Seguradora 1 -> R$ 3.954,37 -> 7,82% Tabela Fipe
4.2) Seguradora 2 -> R$ 7.107,99 -> 14,06% Tabela Fipe
4.3) Seguradora 3 -> Sem aceitação
4.4) Seguradora 4 -> R$ 4.455,36 -> 8,81% Tabela Fipe
4.5) Média -> R$ 5.172,57 -> 10,23% Tabela Fipe
Variação de 66,74% no preço de automóveis usados para este comparativo, em relação a média mais cara x média mais barata.
Homem 24 anos, solteiro (perfil com idade de “risco”)
1) Honda Fit LX CVT zero km
1.1) Seguradora 1 -> R$ 8.839,49 -> 12,76% Tabela Fipe
1.2) Seguradora 2 -> R$ 5.953,23 -> 8,59% Tabela Fipe
1.3) Seguradora 3 -> R$ 5.721,59 -> 8,26% Tabela Fipe
1.4) Seguradora 4 -> R$ 3.613,70 -> 5,22% Tabela Fipe
1.5) Média -> R$ 6.032,00 -> 8,71% Tabela Fipe
2) HB20 Premium 1.6 Flex 16V Aut zero km
2.1) Seguradora 1 -> R$ 8.523,06 -> 13,00% Tabela Fipe
2.2) Seguradora 2 -> R$ 4.154,83 -> 6,34% Tabela Fipe
2.3) Seguradora 3 -> Sem aceitação
2.4) Seguradora 4 -> R$ 7.524,18 -> 11,48% Tabela Fipe
2.5) Média -> R$ 6.734,02 -> 9,07% Tabela Fipe
3)VOLKSWAGEN Fox PEPPER I MOTION 1.6 Flex 16V 5p zero km
3.1) Seguradora 1 -> R$ 4.363,43 -> 7,09% Tabela Fipe
3.2) Seguradora 2 -> R$ 4.689,28 -> 7,61% Tabela Fipe
3.3) Seguradora 3 -> R$ 5.203,66 -> 8,45% Tabela Fipe
3.4) Seguradora 4 -> R$ 12.411,40 -> 20,15% Tabela Fipe
3.5) Média -> R$ 6.666,94 -> 10,83% Tabela Fipe
4)VW Gol 1.6 MSI Flex 8V 5p zero km
4.1) Seguradora 1 -> R$ 7.691,84 -> 15,21% Tabela Fipe
4.2) Seguradora 2 -> Sem aceitação
4.3) Seguradora 3 -> R$ 6.699,71 -> 13,25% Tabela Fipe
4.4) Seguradora 4 -> R$ 9.922,36 -> 19,62% Tabela Fipe
4.5) Média -> R$ 8.104,64 -> 16,03% Tabela Fipe
Variação de 34,36% no preço de automóveis usados para este comparativo, em relação a média mais cara x média mais barata.
Homem 30 anos, solteiro
1) Honda Fit LX CVT zero km
1.1) Seguradora 1 -> R$ 4.389,89 -> 6,34% Tabela Fipe
1.2) Seguradora 2 -> R$ 4.204,72 -> 6,07% Tabela Fipe
1.3) Seguradora 3 -> R$ 3.544,31-> 5,12% Tabela Fipe
1.4) Seguradora 4 -> R$ 4.159,94 -> 6,00% Tabela Fipe
1.5) Média -> R$ 4.074,72 -> 5,88% Tabela Fipe
2) HB20 Premium 1.6 Flex 16V Aut zero km
2.1) Seguradora 1 -> R$ 8.756,43 -> 13,36% Tabela Fipe
2.2) Seguradora 2 -> R$ 6.460,56 -> 9,86% Tabela Fipe
2.3) Seguradora 3 -> R$ 4.959,25 -> 7,56% Tabela Fipe
2.4) Seguradora 4 -> R$ 4.800,47 -> 7,32% Tabela Fipe
2.5) Média -> R$ 6.244,18 -> 9,52% Tabela Fipe
3)VOLKSWAGEN Fox PEPPER I MOTION 1.6 Flex 16V 5p zero km
3.1) Seguradora 1 -> R$ 3.366,14 -> 5,47% Tabela Fipe
3.2) Seguradora 2 -> R$ 5.182,92 -> 8,42% Tabela Fipe
3.3) Seguradora 3 -> R$ 5.378,58 -> 8,73% Tabela Fipe
3.4) Seguradora 4 -> R$ 6.162,95 -> 10,01% Tabela Fipe
3.5) Média -> R$ 5.022,65 -> 8,16% Tabela Fipe
4)VW Gol 1.6 MSI Flex 8V 5p zero km
4.1) Seguradora 1 -> R$ 5.822,40 -> 11,51% Tabela Fipe
4.2) Seguradora 2 -> R$ 8.273,30 -> 16,36% Tabela Fipe
4.3) Seguradora 3 -> R$ 5.825,00 -> 11,52% Tabela Fipe
4.4) Seguradora 4 -> R$ 8.190,79 -> 16,20% Tabela Fipe
4.5) Média -> R$ 7.027,87 -> 13,90% Tabela Fipe
Variação de 72,47% no preço de automóveis usados para este comparativo, em relação a média mais cara x média mais barata.
Fonte: CQCS

 

Região Nordeste foi responsável pela maior concentração das indenizações pagas pelo DPVAT

No primeiro semestre desse ano, foram quase 170 indenizações pagas
No primeiro semestre de 2018, a Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, registrou o pagamento de 169.018 indenizações às vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional. O número mostra uma redução de 12% em comparação ao mesmo período de 2017. Os casos de invalidez permanente representam a maioria das indenizações, 70%, num total de 118.383, 18% a menos do que no ano passado. O Seguro DPVAT assegura cobertura por: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e assistenciais (DAMS).
A região Nordeste foi responsável pela maior concentração das indenizações pagas no período (31%), seguida das regiões Sudeste (30%), Sul (17%), Centro-Oeste (12%) e Norte (10%). A região Sudeste representa 49% da frota nacional, enquanto o Nordeste tem apenas 17%, ficando em terceiro lugar na lista com o número total de veículos do país, segundo o Denatran.
Seguindo a tendência dos últimos meses, as motocicletas correspondem a 76% das indenizações, apesar de representarem apenas 27% da frota nacional de veículos. No mesmo período, as regiões Sudeste e Nordeste concentraram a maior incidência de acidentes com vítimas fatais (34% e 32%, respectivamente). Na primeira região, os automóveis (42%) tiveram maior participação e, na segunda região, predominaram os acidentes fatais com motocicletas (67%).  A maior parte dos acidentes indenizados ocorreu no período do anoitecer, entre 17h e 19h59, representando 23% das indenizações.
O grupo mais afetado por acidentes de trânsito é formado por homens jovens, em idade economicamente ativa: 47% (cerca de 80 mil) das indenizações foram para vítimas com idade entre 18 e 34 anos.
Os pedestres aparecem em segundo lugar nas indenizações por acidentes fatais, 28%, assim como nos acidentes por invalidez permanente, 27%. Os motoristas representam 54% das indenizações pagas por morte e 59% em acidentes com sequelas permanentes, predominando significativamente os motociclistas, 92%.
A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para um trânsito menos violento. A companhia tem o compromisso de auxiliar na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.
Fonte: CQCS

Incêndios pedem a contratação seguros residenciais

Apenas 14,5% dos domicílios brasileiros contam com o seguro residencial. Especialista fala sobre a importância do produto

Os moradores de uma quadra comercial da Asa Norte, em Brasília/DF, acordaram com fumaça e barulho de sirenes, na manhã de 20 de julho. Um incêndio atingiu uma quitinete na 314 Norte. Um homem precisou ser socorrido após inalar fumaça e as causas do acidente ainda não foram divulgadas. Diante do susto, fica o questionamento: o apartamento possuía um seguro residencial?

Em todo o País, há 68 milhões de domicílios. Porém, somente 9,8 milhões possuem seguro residencial. De acordo com estudo realizado pela Comissão de Riscos Patrimoniais – Massificados da FenSeg – essa estimativa corresponde a apenas 14,5% das residências brasileiras. Para o diretor-Executivo da Corretora de Seguros Bancorbrás, Luiz Carlos Gama Pinto, o brasileiro ainda não tem o costume de contratar seguro para apartamentos e casas “Os proprietários de imóveis precisam ter a consciência de que uma cobertura de seguro adequada pode evitar que uma família fique desamparada na ocorrência de um sinistro”, comenta.

Um dos diferenciais, e para os quais poucas pessoas se atentam, são as assistências cobertas pelo seguro residencial. As facilidades vão desde reparos em máquina de lavar roupa, geladeira, fogão e ar condicionado, até serviços de encanador, eletricista e chaveiro. “Esses são gastos comuns no dia a dia de uma casa, mas representam uma boa economia em se tratando de itens para os quais os segurados não precisarão desembolsar nenhuma quantia para ter uma necessidade pontual atendida”, destaca Luiz Carlos.

A cobertura principal de um seguro residencial cobre, ainda, danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico (quando não gerado nos locais segurados) e suas consequências, tais como: desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local. Existem outras coberturas mais diferenciadas, que oferecem serviço de check-up para as residências e seguro para bicicleta, por exemplo.

Fonte: CQCS

 

O que você precisa saber sobre o seguro para esportes radicais

Apólices podem variar de acordo com o local que o turista vai, atividade que praticará e ainda se é um esportista amador ou profissional

Quase sempre atrelada ao seguro viagem, a cobertura para esportes radicais traz algumas peculiaridades para quem pretende se aventurar por aí. No Brasil, elas acabam sendo ainda mais necessárias, pois, pelo terceiro ano consecutivo, o País foi considerado o melhor local do mundo  para  a prática de turismo de aventura, de acordo com o ranking internacional Best Countries, divulgado em julho de 2018.

Dentre as modalidades mais praticadas por nativos e turistas, estão o balonismo, surfe em grandes ondas, street luge, rafting, voo livre, base jump, rapel, motocross freestyle, wingsuit e paraquedismo (um dos esportes radicais mais populares no mundo). Mas o que ainda deixa muita gente na dúvida é quais modalidades são consideradas “radicais” e reservam uma cobertura.

A gerente Comercial e Marketing da Bidu, Michele Alves, ressalta que o segurado deve especificar no contrato a atividade que vai praticar no destino. “O cliente precisa informar que esporte será realizado para que haja a adequação correta no momento da contratação. Evitando problemas com a apólice e eventuais dúvidas”.

“Hoje, há empresas que oferecem produtos que são pensados especialmente para essas atividades radicais, mas há também coberturas amplas, que, mesmo não sendo específicas para essas modalidades, abrangem todas elas.”, declara Alexandre Camargo, country manager da Assist Card para o Brasil. “Na Assist Card, por exemplo, as coberturas acima de US$ 35 mil já oferecem a proteção com as Despesas Médicas e Hospitalares (DMH), podendo ser aplicadas para todos os esportes, inclusive os ‘radicais’”, explica.

Dados do Ministério do Turismo mostram que, apenas em 2017, o Brasil recebeu 6,5 milhões de turistas, o que fomentou a corrida para o aperfeiçoamento das coberturas. Mas, na venda, ainda ocorrem dúvidas sobre quando a cobertura passa a valer. “O seguro se dá no momento do check-in e termina quando o viajante desembarca no país de origem (dentro da vigência da apólice). Caso ele sofra algum acidente no percurso de sua casa até o momento do embarque, não estaria coberto”, explica Agnaldo Abrahão, CEO do ITA Seguro Viagem.

O relatório da Best Countries considera que a liderança do Brasil acontece pelas condições climáticas favoráveis e pelo seu longo litoral, que atrai milhares de moradores e turistas. “Normalmente o foco desse tipo de produto não está apenas no esporte que será praticado, mas no local em que o turista está visitando, pois o clima e outras condições naturais do local são considerados como fatores de risco. Por isso, o viajante tem que se atentar bastante no momento da contratação,.”, diz Agnaldo Abrahão, CEO do ITA Seguro Viagem.

Outro ponto importante é a apólice exclusiva para atletas profissionais, que pode ou não ter diferenças em relação ao produto vendido para quem pratica como amador. “Em casos de práticas esportivas, são excluídos atletas de alto desempenho ou atletas que estejam disputando uma competição que envolva remuneração, premiação, doação, patrocínio ou recompensa financeira de qualquer tipo”, exemplifica Camargo.

Já o CEO da ITA complementa que “no mercado, a prática de esporte profissional e amadora tem cobertura em planos específicos, podendo haver restrições em algumas modalidades, dependendo da seguradora, por isso deve-se consultar as condições gerais oferecidas por cada empresa”.

Michele explica que em casos de dúvida sobre o segurado ser ou não profissional, a seguradora pode fazer a análise do risco de acordo com as condições físicas do contratante. “Caso o segurado não declare ser amador ou profissional e haja duvida por parte da seguradora, será avaliada a Declaração Pessoal de Saúde (DPS) respondida pelo segurado, além da abertura de sindicância”.

Fonte: CQCS

 

Principais projetos aprovados na área de transportes

Frete mínimo

Resultado dos acordos do governo para o fim da greve dos caminhoneiros, a Medida Provisória 832/18, aprovada pela Câmara dos Deputados, permite à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) fixar um valor mínimo para o frete no transporte rodoviário de cargas. A matéria aguarda sanção presidencial.

De acordo com o texto, o processo de fixação dos pisos mínimos de frete deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação de representantes dos embarcadores da mercadoria, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas. Caberá à ANTT regulamentar essa participação.

O frete deverá ser definido, em âmbito nacional, de forma a refletir os custos operacionais totais do transporte, com prioridade para os custos do óleo diesel e dos pedágios.

Quando as novas regras entrarem em vigor, será proibido celebrar qualquer acordo ou convenção, individual ou coletivamente, no sentido de praticar fretes em valores inferiores aos pisos mínimos.

Embora constante do texto, a anistia aos caminhoneiros e às empresas transportadoras em relação às multas e sanções relacionadas à greve deverá ser vetada pelo presidente da República, Michel Temer.

A tabela do frete deverá ser montada considerando-se o quilômetro rodado por eixo carregado, as distâncias e as especificidades das cargas segundo a definição dada pela própria MP (carga geral, a granel, de frigorífico, perigosa ou neogranel).

Sempre que o preço do óleo diesel no mercado nacional variar, para mais ou para menos, além de 10% do valor usado na planilha de cálculos, a ANTT deverá publicar nova tabela, considerando a variação no preço do combustível.

Marco legal dos transportes

Pouco tempo após a greve dos caminhoneiros, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o novo marco regulatório do transporte de cargas no Brasil (PL 4860/16). O texto disciplina questões como frete, seguro, relações contratuais e penalidades do Código de Trânsito Brasileiro. O projeto, de autoria da deputada Christiane de Souza Yared (PR-PR), está em debate no Senado.

Segundo o texto, todos os veículos continuarão a necessitar de inscrição perante a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Entretanto, a proposta muda a quantidade de caminhões em posse dos transportadores autônomos (TAC), que são os motoristas donos do próprio veículo. Eles poderão ter de 1 a 3 caminhões registrados Registro Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (RNTRC).

Nas cooperativas (CTC), que podem ser formadas tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, não há especificação da quantidade de veículos, mas quem dela participar não poderá mudar de categoria por 12 meses.

Já a empresa de transporte de cargas (ETC) deverá ter, no mínimo, 11 caminhões – e a capacidade da frota deve ser de um mínimo de 180 toneladas. O operador logístico (OL) segue os mesmos critérios, mas pode atuar em serviços de estoque e armazenagem.

O texto aprovado incorpora a Medida Provisória 833/18, sobre isenção da cobrança de pedágio para caminhões com eixos suspensos. A isenção era uma reivindicação dos caminhoneiros em sua recente greve.

Enquanto no texto aprovado na comissão especial essa isenção seria aplicada ao caminhão vazio ou com carga parcial, a MP incorporada ao projeto prevê a isenção para o caminhão que cruzar a praça de pedágio com o eixo suspenso até a regulamentação técnica e operacional dessa prática, assegurada a fiscalização pela autoridade da via.

A isenção valerá para todas as vias terrestres federais, distritais, estaduais e municipais.

Na regulamentação das subcontratações, o projeto prevê que não se caracteriza como relação de trabalho, portanto sem aplicação dos benefícios trabalhistas, aquela entre o transportador contratante e o subcontratado, ainda que de forma periódica e com remuneração certa.

Ainda quanto aos contratos de transporte de cargas, será permitida a celebração de acordos individuais ou coletivos celebrados entre contratante e motorista, com validade sujeita a homologação nos sindicatos das categorias envolvidas.

Esses acordos poderão versar sobre condições do contrato de transporte, como perdas e avarias, prazo de entrega, forma de pagamento e subcontratação.

Aplicativos de transporte

Após muitos debates, a Câmara regulamentou de forma geral o funcionamento de aplicativos de transporte privado, como Uber e Cabify. O Projeto de Lei 5587/16, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e outros, foi transformado na Lei 13.640/18.

Segundo o texto aprovado, os motoristas não precisarão de uma autorização específica do poder municipal para trabalhar com o aplicativo nesse serviço – e o veículo não precisará de placa vermelha.

Caberá aos municípios regulamentar de forma específica a atividade, obedecendo à lei geral, e também fiscalizar o serviço.

Para exercer a atividade, haverá certas exigências: veículo que atenda às características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder público, com idade máxima estipulada pelo município; e carteira do motorista na categoria B ou superior com informação de que exerce atividade remunerada.

Fonte: CQCS

A proteção dos dados pessoais é o dever por trás da criptografia

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) pretende iniciar, ainda este ano, um fórum permanente sobre “A segurança do cidadão na era digital”. Serão realizados seminários e palestras presenciais e digitais para disseminar a importância da assinatura digital, proteção de dados, respeito à privacidade e direito à proteção das informações pessoais. As conferências com especialistas da entidade e convidados serão divulgadas com antecedência e disponibilizadas no site da entidade e no Youtube. A camara-e.net pretende produzir filmes educativos para divulgação nas redes sociais. O objetivo da iniciativa é atingir o maior número de pessoas. A assinatura digital e a proteção de dados são assuntos de segurança nacional, que interessam a todos, tanto ao cidadão diretamente quanto às instâncias de segurança e inteligência do País.

Segundo o presidente da camara-e.net, Leonardo Palhares, um dos projetos prioritários da entidade é disseminar junto aos brasileiros a “cultura da cidadania digital”. Palhares considera fundamental que todos saibam que o compartilhamento, empréstimo, guarda ou qualquer forma de utilização das chaves privadas de certificados digitais por terceiros devem ser vedados. Tratam-se de formas que expõem os seus titulares aos riscos de utilização indevida, contratações e acessos não autorizados, podendo gerar prejuízos de ordem patrimonial e extrapatrimonial e, por fim, quebrar os requisitos mínimos necessários para suportar toda a criptografia e tecnologia empenhadas no processo de geração dos certificados digitais: o segredo e o controle das chaves privadas.

De acordo com Leonardo Palhares, “a identificação inequívoca de pessoas físicas ou jurídicas nas transações eletrônicas, tanto para os contratantes quanto para os contratados, se faz imprescindível para a confiabilidade de uma relação estabelecida em meio remoto. Como exemplo, cite-se que os consumidores se sentem muito mais confortáveis em contratar serviços e produtos de plataformas eletrônicas devidamente identificadas, com mecanismos de contato disponíveis para soluções de problemas e outras tantas informações necessárias para a segurança de uma contratação eletrônica. Portanto, o emprego de assinaturas digitais com certificação digital nos padrões da ICP-Brasil é um importante aliado para a confiabilidade mútua dos contratantes em meio remoto”.

Com o fórum permanente “A segurança do cidadão na era digital”, a camara-e.net objetiva construir uma cultura de cidadania digital. Percebe-se que há pouco conhecimento sobre os efeitos do uso do certificado digital e, principalmente, sobre a relevância da proteção de dados. No Brasil, dado pessoal é aquele “relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos, quando estes estiverem relacionados a uma pessoa” (Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016). Logo, uma imensidão de dados pode ser considerada pessoal, desde que permita sua correlação a uma pessoa, sendo, portanto, objeto de proteção por parte daqueles que venham a utilizá-la. A identificação de uma pessoa pode se dar mediante apresentação de documentos de identificação civil, dados cadastrais, informações pessoais, características físicas, biométricas, estéticas ou até mesmo de opiniões. Em meio eletrônico, uma boa parte de dados pessoais são fornecidos voluntariamente pelas pessoas, como contrapartida para um serviço ou produto oferecido ou como mecanismo de atribuição de segurança às transações realizadas em meio eletrônico.

As assinaturas digitais (ou certificação digital) nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil (instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001), são baseadas em chaves criptográficas (chaves públicas – de conhecimento público – e chave privada – de conhecimento e acesso exclusivos do cidadão), de modo que a chave privada, para que os atributos de integridade e autenticidade sejam garantidos, deve ser gerada e controlada exclusivamente por seus titulares. Portanto, a segurança das transações eletrônicas que se utilizam dos certificados digitais depende da manutenção dos atributos mínimos garantidores do não repúdio das assinaturas digitais. Estas, uma vez associadas a dados de identificação de pessoas físicas (ou jurídicas, muito embora as discussões sobre privacidade estejam atreladas às pessoas naturais) passam a ser enquadradas como dados pessoais e, por isto, merecem proteção absoluta, iniciando-se pela guarda, posse e uso exclusivo das mesmas por parte de seu titular.

A camara-e.net participa ativamente das discussões sobre proteção de dados no âmbito do Legislativo para regulamentação das medidas voltadas a proteção do cidadão. A garantia da privacidade e da autoria de atos eletrônicos dos cidadãos está sob avaliação do Congresso Nacional, que atualmente analisa o projeto de lei nº 7.316/2002. O novo regulamento visa substituição da Medida Provisória que instituiu a ICP-Brasil. A entidade considera que, sem prejuízo à apresentação de emendas que visam a defesa do cidadão compete à sociedade e aos parlamentares repisarem a importância do livre arbítrio sob controle dos seus titulares e jamais sob controle de terceiros. A criptografia, a chave privada e a segurança do cidadão em meio eletrônico dependem de sua manutenção no controle de seus atos e de sua vontade. Sem controle e guarda exclusivos das chaves privadas, não há proteção do cidadão contra as interferências de terceiros, de empresas e do Estado.

A camara-e.net vem se posicionando no âmbito do órgão regulador da ICP-Brasil, do qual participa como integrante do colegiado há mais de 10 anos. A entidade, que é a maior associação multissetorial da América Latina e com maior representatividade na economia digital no País, vem reiterando em seus votos, estudos e fundamentações a imprescindibilidade do controle e guarda exclusiva das chaves privadas por seus titulares, buscando a mais rigorosa e estrita confiabilidade das transações eletrônicas e da segurança técnica e jurídica dos titulares de certificados digitais da ICP-Brasil.

Fonte: CQCS

SOMPO SEGUROS patrocina atividade da KidZania que ensina crianças a lidar com situações de emergência

Seguradora patrocina o corpo de bombeiros da cidade em escala infantil e crianças vivenciam treinamento de brigada de incêndio para saber medidas a serem tomadas em caso de incidentes. Segurados dos produtos Auto, Vida Individual, Saúde e Residencial contam com 15% de desconto nos ingressos.

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, firmou parceria com a KidZania, uma minicidade voltada para o público infantil que combina inspiração, diversão e aprendizagem por meio de atividades realistas. A companhia agora é a patrocinadora do Corpo de Bombeiros. Por meio dessa atividade, a criança veste uniformes de bombeiros personalizados com a marca e participa de um treinamento de brigada de incêndio. Com isso, os visitantes recebem ferramentas de autoconhecimento para saber como reagir e quais ações devem ser tomadas para oferecer o suporte necessário em situações de emergência.

Além de ser responsável pela atividade dos bombeiros, na qual as crianças podem vivenciar de uma forma lúdica a rotina da profissão, a Sompo Seguros também disponibiliza aos segurados dos produtos Auto, Vida Individual, Saúde e Residencial; um desconto de 15% na compra do ingresso. “Além de ser uma maneira de ensinar às crianças sobre a profissão por meio de uma experiência única, participar da atividade também é uma oportunidade de aprendizado sobre questões relevantes de segurança no dia-a-dia, que são importantes para evitar acidentes e incêndios”, considera André Gouw, gerente de marketing da Sompo Seguros.

Na KidZania, cada experiência é projetada especialmente para dar confiança e inspirar às crianças como cidadãos. Na sede de São Paulo, a atividade dos bombeiros, por exemplo, patrocinada pela Sompo Seguros, busca passar aos participantes as habilidades de colaboração e raciocínio lógico, ao mesmo tempo que ensina valores como responsabilidade e solidariedade. As crianças que optarem por essa experiência receberão treinamento de como reagir a uma situação de emergência e irão atender aos chamados de urgência pela cidade. “A escolha de associar nossa marca à atividade dos bombeiros se deu porque os objetivos dessa atividade estão alinhados com a missão da Sompo, que é gerar bem-estar e proteção à sociedade”, lembra Gouw.

A KidZania

A KidZania que fica em São Paulo, conta com um espaço de 8,5 mil metros quadrados devidamente estruturados para crianças de 3 a 14 anos, com o objetivo de oferecer entretenimento e educação de maneira igual, por intermédio de mais de 50 atividades. Desse modo, e graças ao realismo de cada ambiente, o público infantil pode aprender sobre diferentes carreiras na prática, ter mais confiança, inspirar-se como cidadãos e estar preparado para um mundo melhor. Crianças de 3 anos participam de atividades específicas. A KidZania fica à Av. Rebouças, 3970, 2º Subsolo do Shopping Eldorado – São Paulo – SP. Para mais informações, horários de funcionamento e valores, acesse: www.kidzania.com.br

Fonte: CQCS