Mês: julho 2018
A importância dos reparos nos pneus para manutenção e segurança do veículo
Todo mundo conhece aquele velho conselho da avó, “é melhor prevenir do que remediar”. O difícil é colocar em prática, não é mesmo?
Por isso, o #ConselhoSompo chama a atenção para um detalhe muito importante: o reparo dos pneus do seu veículo.
Muitos motoristas costumam olhar para todos os itens do carro, mas se esquecem desse elemento fundamental para a segurança, que afeta a dirigibilidade e aumenta o consumo de combustível.
Outra razão para não se descuidar é o bolso. Conduzir o veículo com pneus danificados ou carecas pode render multa de R$ 195,23, além de 5 pontos na carteira.
A infração enquadra-se a quem conduz o veículo em mau estado de conservação.
Como saber o momento certo para a troca?
Essa é uma questão frequente entre os motoristas. Na dúvida, leve até um profissional de sua confiança para uma análise mais precisa.
Um teste simples e prático é o seguinte:
Para verificar a profundidade do sulco, utilize uma moeda de R$ 1,00. Se a parte dourada não aparecer entre os sulcos, você pode continuar andando tranquilamente. Do contrário, é hora de procurar um revendedor.
E quais os riscos e danos possíveis?
– Maior risco de acontecer estouro do pneu
– Instabilidade do veículo em pistas molhadas, devido à aquaplanagem
– Aumento da possibilidade de derrapar, principalmente em curvas
– O veículo precisa de maior distância e tempo para executar uma frenagem segura
Além disso, há aquele risco nada agradável de ser parado pela polícia.
Ou seja, os potenciais de danos são muitos e não valem a pena. A sua segurança e a da sua família devem estar em primeiro lugar. Esse é o modo Sompo de pensar!
Portanto, se o pneu está danificado ou ficou careca, não perca tempo!
Efetue o conserto com um profissional de sua confiança, que trabalhe com materiais de qualidade e faça o serviço com cuidado, principalmente na hora de montá-lo na roda.
Outros cuidados que você deve ter no dia a dia com os pneus:
- Para evitar desgastes dos pneus mais rápido do que o devido, procure controlar a carga que coloca no veículo
- O rodízio de pneus é uma ação importante. A troca de posição entre eles de tempos em tempos possibilita que o desgaste ocorra de maneira uniforme
- A forma como cada motorista conduz o seu veículo também é um aspecto importante para a durabilidade dos pneus, por isso evite freadas e mudanças de direção bruscas.
Seguro de veículos vai além das quatro rodas
Não é de hoje o alto volume de motocicletas. E o crescimento dos números em produção e emplacamentos no primeiro semestre deste ano reforça a força do segmento nas ruas. Contextualizando,494.684 unidades foram produzidas em 2018, um avanço de 16,7% comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
Em emplacamentos, com base no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), foram 456.729 no acumulado do ano, alta de 6,9% sobre o ano passado (427.198). Diante desse saldo positivo, a entidade revisou a projeção em relação ao volume de produção esperado para este ano, passando de 935 mil para 980 mil unidades, significando um crescimento de 11% em 2018. Pela previsão inicial a produção cresceria 5,9%.
E observando essa grande representatividade, algumas seguradoras começam a oferecer cobertura ao cliente das duas rodas. Na verdade, de acordo com Carlos Valle, vice-presidente da Fenacor, tanto as empresas tiveram sua atenção capturada pelo crescente dos números de emplacamentos e habilitados, como o perfil dos motociclistas está mudando.
“Não é mais aquele que usa a moto só para fazer entregas. Ele usa para ir ao trabalho, não encontra mais espaço no trânsito para usar um automóvel”, explica.
Como vêm do carro, muitos já tinham a cultura de contratar o seguro e passam a adotar para proteção da moto também. “O perfil do novo motociclista está mais atento a esse quesito. Até a divulgação de índices de acidentes alertam para que cuidem do seu patrimônio”, completa Valle.
Conforme reforça Vicente Lapenta, superintendente do Produto Auto da Porto Seguro, a quantidade na procura pelo seguro acompanha o crescimento dos emplacamentos e da produção de motos. Então, é alto.
Perfil
Assim como no carro, há variáveis que interferem na simulação do orçamento. Tipo de moto, gênero e idade do motorista, local onde mora, disponibilidade de estacionamento particular no trabalho, por exemplo. No quesito idade, fazendo uma simulação de um modelo CG 125 Fan 2016 com um homem de 60 anos, o preço é de R$ 553,62. Já se ele tivesse 30 anos, o preço subiria para R$ 1.079. Se a diferença fosse de sexo, nesse mesmo parâmetro, a mulher na casa dos 30 anos seria R$ 960.
Quanto ao tipo de moto, de acordo com Carlos Valle, as populares são mais visadas para roubo e seu usuário costuma transitar mais do que aqueles motociclistas que usam motos importadas ou com configuração mais incomum.
Ainda que tenha alto custo de reparo, as estatísticas mostram, segundo ele, que quem costuma pilotar as importadas costuma se acidentar menos também, por isso, o preço não se eleva tanto.
“Proporcionalmente, as populares têm um valor mais alto de seguro. São motos de R$ 10 mil, em média, que o seguro pode custar até R$ 2 mil. Porém, nessa semana calculamos aqui para uma motocicleta de 1300 cilindradas, no valor de R$ 55 mil, e o seguro foi R$ 2800”, exemplifica o vice-presidente da Fenacor.
Além disso, o alto índice de acidentes envolvendo motociclistas depõe contra o perfil da categoria, elevando o valor do seguro. Mesmo sendo mulher de 30 anos com motocicleta importada com estacionamento particular em casa e no trabalho, sem mesmo alguma multa de trânsito.
A linha de raciocínio segue a cobrança do seguro obrigatório DPVAT.
Para um carro, o valor é de R$ 45,72. Para moto, a cobrança é um pouco mais do quatro vezes esse preço: é R$ 185,50 para motonetas, motocicletas e similares. No caso do seguro, segundo Carlos, proporcionalmente, geralmente custa o dobro do valor comparando com um carro, considerando o mesmo perfil e categoria de veículos, por exemplo. Mas, ainda assim, Vicente reforça a importância da contratação. “Apesar de representar apenas 27% da frota nacional, em 2017 o índice de roubo e furto de motos aumentou 19% em relação ao ano anterior, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Assim, a necessidade de assegurar as motos está presente cada vez mais no dia a dia dos brasileiros”, pontua.
E quem trabalha com a moto, de acordo com Carlos, tem a obrigação de contratar com todas as coberturas que existem. “Ele não pode ficar sem a motocicleta caso haja um acidente, então precisa da cobertura de colisão, roubo e terceiros. Os que andam apenas no fim de semana, o de terceiros é imprescindível porque você não imagina o que pode danificar dos outros. Por isso, acho o de terceiros é quase que obrigatório para todos”, destaca e orienta Carlos.
Fonte: CQCS
Mulheres no trânsito: sinônimo de prudência e segurança
As mulheres estão mandando muito bem no trânsito! ❤ O que comprova são os dados divulgados pela Seguradora Líder no Boletim Estatístico Especial “Mulheres no Trânsito”: em 2017, do total de quase 384 mil indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, apenas 25% foram destinadas às mulheres, frente a 75% dos homens. 😧😨 E, para conferir tudinho desse Boletim, é só continuar acompanhando o nosso post! 😉
Carinho e cuidado, a gente vê por aqui
As mulheres tendem a ser mais atentas na direção ou nas ruas. =) Além disso, elas costumam respeitar mais as normas e leis de trânsito, como o uso do cinto de segurança e da cadeira infantil e isso reflete diretamente nos números, pessoal. De acordo com o Boletim Especial, em casos de acidentes de trânsito envolvendo morte, por exemplo, a diferença no pagamento das indenizações é ainda maior: 82% das vítimas são do sexo masculino. Bastante coisa, não é?
Mulher no volante, segurança constante
O menor risco associado à mulher ao volante também pode ser verificado pelas estatísticas referentes ao condutor do veículo, pessoal. Em 2017, apenas 7% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT foram para motoristas do sexo feminino, contra 42% para motoristas do sexo masculino. É pra pensar!
Destaque para a região Sudeste
Uma das coisas mais legais sobre o Boletim Especial é que esse documento traz, de forma inédita, o número de indenizações pagas do Seguro DPVAT para mulheres por região. O destaque vai para a Região Sudeste onde, em 2017, o percentual de pagamentos por morte e por invalidez permanente chegou a 37% e 28%, respectivamente, ficando abaixo dos 42% de concentração de mulheres nesta região. Bastante coisa, não é? 😨
Reconhecimento pelo mercado segurador
Mas não é só a Seguradora Líder que pensa que as mulheres são mais prudentes no trânsito, galera! Algumas seguradoras do ramo “auto” criaram planos especiais para elas, que custam de 10% a 30% menos que para os homens. O motivo é que as condutoras se envolvem, em sua grande maioria, em acidentes pequenos, sem muita gravidade. 👍😉
Fonte: CQCS
3 tecnologias que estão revolucionando os seguros de vida
A gamificação, wearables e blockchain são tecnologias que já estão impactando no setor de seguros
O uso de novas tecnologias está promovendo mudanças no setor de seguros. Agora, há uma competitividade ainda maior e novas preferências dos consumidores estão surgindo. Tecnologias como gamificação, uso de wearables e até a blockchain estão trazendo mais agilidade e inteligência às seguradoras, enquanto seus clientes podem experimentar mais conveniência e personalização de serviços.
Essa mudança é importante para os consumidores principalmente nos seguros de vida, por exemplo, quando é no mínimo estressante em qualquer situação fazer um sinistro. Por se tratar de um serviço delicado, é importante que ele seja o melhor possível sempre – e essas três tecnologias estão ajudando nisso:
Gamificação
A gamificação é uma metodologia que engaja os consumidores ao aplicar mecânicas de jogos em diversas áreas, como na transmissão de informações e resolução de problemas. A gamificação motiva os consumidores a se manterem informados e educados quanto às novidades ou informações importantes dos seguros, pois as seguradoras possuem a possibilidade de oferecer recompensas pela participação nos jogos.
Além disso, se os jogos forem interessantes podem promover até a divulgação do serviço de seguro, já que os usuários podem compartilhá-los com amigos ou nas redes sociais.
Wearables
Os wearables são os dispositivos eletrônicos que podem ser “usados” – como smartwatches, jaquetas inteligentes, entre outros. Os relógios são os dispositivos mais populares para controlar a saúde, pois medem e analisam os batimentos cardíacos, número de calorias queimadas, qualidade do sono, frequência e qualidade de exercícios físicos e até quantos passos foram dados.
Essas informações são interessantes para os seguros de saúde, porque ao ter acesso aos dados desses dispositivos, as seguradoras possuem informações ricas sobre seus clientes e podem criar produtos ainda mais customizados. Além disso, saber um pouco mais sobre a saúde de seus clientes possibilita que as seguradoras fomentem iniciativas para reeducação de costumes – e isto pode ser feito através da gamificação, por exemplo.
Blockchain
A blockchain – sim, a plataforma no qual são realizadas as transações de criptomoedas – é uma plataforma aberta, criptografada e descentralizada. Ou seja, as informações contidas na plataforma estão seguras pela criptografia, pertencem a todos e são de ninguém ao mesmo tempo e podem ser acessadas de qualquer lugar.
No setor de seguros de saúde, a blockchain contribui na realização de smart contracts – os contratos inteligentes realizados diretos na plataforma. O benefício de realizar os contratos direto na plataforma é a maior transparência e segurança oferecida pela criptografia, a eliminação de intermediários e a redução de fraudes.
Colabore com a tecnologia
A Liberty Seguros já traz a tecnologia para seus processos ao realizar, por exemplo, a autovistoria no seguro de automóveis. Porém, a seguradora deseja trazer a tecnologia ainda mais para seus serviços, inclusive no seguro de vida.
Fonte: CQCS
Cinco dicas da Tokio Marine para resolver a vida nas férias
As férias de julho estão chegando e a Tokio Marine reuniu algumas dicas que vão ajudar tanto quem vai pegar a estrada e viajar, quanto aquelas pessoas que optaram em aproveitar os dias de folga para colocar a casa em ordem! Confira:
1- Fique atento à revisão de itens básicos antes de pegar na estrada
Calibrar os pneus do carro é algo que vem à cabeça de primeira, entretanto muita gente esquece de incluir o estepe entre os itens de revisão e calibragem, avaliando se não aparenta nenhuma alteração. Verifique também se lanternas, faróis e pisca-alerta estão em ordem, bem como a tríade macaco, chave de roda e triângulo.
2 – Trinca no para-brisa não se resolve com adesivo
Caso uma pedra trinque o para-brisa na estrada o recomendado é procurar um especialista ou acionar o serviço de vidros do seguro o quanto antes para o reparo.
3 – Não esqueça as luzes de casa acessas
Muitas pessoas pensam que ao deixar a luz acessa durante um período de ausência, passarão a impressão de que a casa não está vazia, quando na verdade essa tática acaba ocasionando o efeito contrário, posto que as luzes acesas durante o dia chamam a atenção de quem passa na rua, atuando como um verdadeiro sinal de ausência de moradores na casa. Neste caso, o ideal é instalar lâmpadas com temporizadores que são programadas para acender em um determinado horário.
4 – Use a assistência do seguro residencial para ajudar a colocar a casa em ordem
O seguro residencial oferece uma série de serviços para quem deseja colocar a casa em dia durante as férias. Limpeza de calhas e ralos, substituição de telhas, rejuntamento, limpeza do ar-condicionado e da caixa d’água são algumas assistências oferecidas e cobertas pelo seguro.
5 – Tenha em mãos o contato da seguradora para qualquer imprevisto
Problemas com o carro como panes e colisões podem acontecer durante a viagem. Mas o importante é garantir a tranquilidade para qualquer imprevisto, seja para acionar um guincho, socorro mecânico, carro reserva, chaveiro e até mesmo suporte com hospedagem.
Além dos sustos na viagem em si, vale ficar atento também aos imprevistos em casa! Em situações emergenciais cobertas pela Assistência Residencial você poderá acioná-la para providenciar seu regresso antecipado à sua residência.
Fonte: CQCS
Veja 10 coisas que mudarão na sua vida com a Lei de Dados Pessoais
Projeto que foi aprovado no Senado Federal traz melhorias aos usuários brasileiros e segue para sanção presidencial
A Lei de Dados Pessoais foi aprovada no Senado Federal e, caso sancionada pelo presidente Michel Temer, mudará a vida de muitos brasileiros. Assim como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o projeto de lei (PLC 53/2018) tem aplicação geral para todas as áreas que dependem de informações dos consumidores, seja uma rede de farmácias, um aplicativo de namoro ou um “tracker” de corrida.
Você já parou para pensar o quanto de informação pessoal você dar sem perceber? Quais direitos você deveria ter enquanto “titular” desses dados? Para te ajudar a entender a importância desse processo, o Idec preparou uma listinha de 10 coisas que mudarão na sua vida com a nova legislação. Fique atento, pois seus dados são você!
1. O fim dos “termos de uso que ninguém lê”
A Lei de Dados Pessoais proíbe aqueles “textões” incrivelmente chatos que ninguém lê ao começar a usar um aplicativo. Proíbe também termos de uso generalistas, que permitem coletar todos os tipos de dados para fins de “melhoria dos serviços” e “compartilhamento com terceiros”.
Com a nova legislação, a permissão do usuário precisa ser específica e “granular”, ou seja, precisa estar atrelada a cada tipo de utilização dos dados pessoais. Além disso, o consentimento pode ser por vídeo e outras formas mais interativas, por meio de ícones e comunicação com robôs.
2. Mais controle do usuário sobre seus próprios dados
A nova lei cria um “pacote de direitos” para o cidadão. Após consentir com a coleta de informações pessoais, ele passa a ter controle dos próprios dados, com direitos de modificação de informações erradas, oposição de coleta de informações sensíveis (religião, por exemplo) e revisão de decisões tomadas de maneira automatizada.
3. Mais controle sobre como farmácias usam seu CPF e dados de saúde
O cidadão deve ser informado da finalidade da coleta e da existência ou não de tratamento desses dados, para, então, poder tomar a decisão acerca do seu consentimento para o tratamento dos seus dados.
Além disso, o consumidor terá garantido que os dados fornecidos não serão compartilhados com planos de saúde, para estabelecer preços diferenciados de acordo com seu perfil farmacológico, pois é vedado o compartilhamento de dados de saúde com o intuito de obter vantagem econômica.
O cliente também pode exigir, da farmácia, acesso às informações sobre o tratamento dos seus dados, isto é, o que está sendo feito com o seu CPF e registro de remédios comprados.
4. Mecanismos claros em caso de vazamentos de dados pessoais
As empresas que coletam e tratam seus dados (chamadas de “controladoras” e “operadoras”) devem manter registro das operações de tratamento dos dados e a autoridade responsável pode requerer a qualquer momento um relatório de impacto à proteção de dados pessoais.
Caso ocorra algum vazamento, o consumidor e o órgão competente devem ser notificados sobre o incidente de segurança, seus riscos e medidas que estejam sendo adotadas. O consumidor pode exigir, de qualquer empresa que controle seus dados, a reparação de seu interesse lesado e a indenização correspondente, quando a legislação e os padrões legais de tratamento e segurança de dados tiverem sido desrespeitados.
5. Suas emoções não poderão ser coletadas e vendidas em espaços abertos
Em casos de “câmeras inteligentes”, como a implementada pela Via Quatro no Metrô de São Paulo, fica proibido coletar dados de emoções dos passageiros sem seu consentimento. É também proibido vender dados biométricos para terceiros, como empresas de publicidade e marketing digital.
O mesmo vale para câmeras e totens de publicidade em locais abertos, como praças e ruas movimentadas. Para que essas informações sejam utilizadas, as pessoas precisam concordar por meio de validações no celular (via “QR code”, por exemplo) ou outra forma de permissão informada, livre e inequívoca.
6. Condomínios residenciais precisarão discutir sobre reconhecimento da digital para controlar a entrada no prédio
Em condomínios residenciais que atualmente exigem biometria de forma compulsória, será necessário rediscutir essa questão em assembleia condominial e avaliar se a coleta desse tipo de dados é necessária para fins de segurança, se há concordância e consentimento dos condôminos e se há condições seguras de armazenamento de dados biométricos.
Será possível contestar medidas de coleta de dados biométricos implementados de forma impositiva por administradoras de condomínios, com base na Lei de Dados Pessoais.
7. Sem obscuridades: os consumidores terão livre acesso a sua pontuação de crédito, como ela foi calculada e quais dados foram utilizados
O livre acesso aos dados pessoais é um direito básico da nova lei. O titular tem direito ao acesso facilitado às informações sobre o tratamento de seus dados. Assim, o consumidor pode exigir do bureau de crédito (como Serasa ou SPC Boa Vista) informações como a finalidade específica do tratamento, a forma e duração do tratamento, acesso aos dados utilizados, qual a origem dessas informações, a correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados e a anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou excessivos. O bureau é obrigado a responder o consumidor em até 15 dias corridos, por escrito.
Ainda, se o cálculo do score for realizado com base em tratamento automatizado de dados pessoais, o titular pode requerer a revisão. Caso não receba as informações claras sobre os critérios utilizados, ele pode exigir uma auditoria para a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão que estará vinculado ao Ministério da Justiça.
8. Fim da bonança dos testes de internet
É muito comum que testes simples de internet, como “com qual batata você parece”, coletem, além da sua foto de perfil, os seus amigos na rede social, as suas curtidas, interesses, data de nascimento etc – como ocorreu no caso Facebook/Cambridge Analytica. Tal comportamento será proibido. Os desenvolvedores desses testes ou aplicativos devem se limitar ao mínimo necessário para que o serviço ocorra, respeitando o princípio da necessidade, e realizar o tratamento de acordo com o princípio da finalidade, isto é, com propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular. Caso o desenvolvedor deseje coletar outras informações, deve explicitar especificamente quais as finalidades do tratamento destes dados, para que o consumidor possa dar seu consentimento inequívoco.
Assim, o consumidor pode requerer, ao desenvolvedor do teste, o acesso a quais dados foram coletados, o que foi feito com eles e a eliminação das informações coletadas indevidamente.
9. Diferenciação de preços em compra online somente com consentimento do consumidor
Se um site de compra online quiser realizar diferenciação de preços com base na localização, registro de busca, ou outras informações relacionadas ao consumidor, deve informá-lo, explicitamente, da existência de coleta e tratamento dos dados e sua finalidade, para permitir a escolha do titular. Percebida a realização de diferenciação de preços sem o seu consentimento, o consumidor pode requerer indenização junto aos órgãos de defesa do consumidor, ou à própria empresa.
A discriminação de preços não estará proibida, mas os consumidores terão mais controle e informação sobre a relação entre certos tipos de dados coletados e a formação de preços individualizados.
10. Portabilidade de dados pessoais
Com a Lei de Dados Pessoais, toda pessoa poderá pedir a portabilidade dos dados pessoais de um responsável para outro. Assim como a portabilidade do número do celular, o consumidor poderá pedir para levar seus dados pessoais do Spotify para o Deezer, por exemplo, eliminando um ou outro. Poderá, também, exigir que o Spotify promova a exclusão ou anonimização de seus dados.
Autoridades de proteção de dados pessoais do mundo todo já estão trabalhando em padrões de interoperabilidade para que essa portabilidade aconteça sem problemas. A ideia é que a portabilidade seja tão comum como é a do telefone celular hoje em dia.
Fonte: CQCS
Seguro cobre sinistro com CNH cassada ou vencida?
Em linhas gerais, o segurado que estiver com sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida ainda conta com a cobertura do seguro em caso de sinistro no trânsito, principalmente se o vencimento não tiver ultrapassado o prazo de 30 dias que a lei assegura ao motorista para a renovação. O esclarecimento foi prestado pelo presidente do Sincor-PE e vice-presidente de Relações com o Mercado da Fenacor, Carlos Alberto Valle, em entrevista exclusiva ao CQCS.
Segundo ele, mesmo se esse prazo de 30 dias for ultrapassado e a carteira não tiver sido cancelada, as seguradoras geralmente recomendam ao segurado agilizar a renovação da CNH no Detran e anexar a documentação ao processo do sinistro. “Agora, se a carteira já tiver sido cancelada, o sinistro pode não ser pago”, alertou Valle.
Ele explicou ainda que nunca soube de casos de veículos sem o licenciamento em dia cujos donos tiveram a indenização negada. “Mas, na verdade, o fato de não ter licenciamento em dia não agravou o risco”, salientou.
Para o vice-presidente da Fenacor, em geral está assegurada também a cobertura para terceiros envolvidos em acidentes provocados por segurados, mesmo se aquele estiver com sua carteira de habilitação vencida. “Mas, se a carteira do terceiro tiver sido cancelada, a seguradora pode negar a indenização. Vale, portanto, o mesmo critério aplicado no caso do motorista segurado”, frisou.
Contudo, há duas situações em que a indenização poderá ser negada: quando o segurado empresta o carro para terceiro que não está enquadrado no perfil do sinistro ou se colidir com o veículo conduzido por alguém que não tem carteira de habilitação. “Nestes casos, certamente nem a seguradora nem o segurado vão querer pagar o sinistro”, concluiu Valle.
Fonte: CQCS
Com patrocínio de seguradora, musical sobre Zeca Pagodinho inicia temporada
“Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba”: esse é o nome do musical anunciado pelo Circuito SulAmérica de Música e Movimento, que ficará em cartaz a partir do dia 14 de julho. O patrocínio da seguradora tem como objetivo incentivar eventos culturais e esportivos pelo Brasil.
“O circuito é a forma de levar a cultura por todo o Brasil, reforçando o compromisso da companhia em propiciar mais lazer e entretenimento para a sociedade e nós temos muito orgulho em receber esse espetáculo que homenageia um dos maiores nomes da nossa música popular brasileira”, pontua Luciano Lima, diretor da regional São Paulo Capital da SulAmérica.
O musical narra a trajetória de Jessé Gomes da Silva Filho,conhecido entre os brasileiros como Zeca Pagodinho. A história será contada desde a infância no subúrbio de Xerém até o auge da fama. Ficará em cartaz de São Paulo, de 14 de julho até 5 de agosto, no Teatro Procópio Ferreira. Conta com quatro músicos e um regente que se unem aos 13 atores, sob direção do protagonista Gustavo Gasparini.
Peter Brandão apresentará a primeira parte do espetáculo, que interpreta Jessé na sua fase inicial, quando se apaixonou pelo samba ainda jovem. O ator, e diretor, Gustavo Gasparini é quem faz o cantor na sua fase madura, quando Zeca alcança sua popularidade com músicas conhecidas no Brasil todo.
Circuito SulAmérica Música e Movimento
O Circuito SulAmérica Música e Movimento completa dez anos em 2018 e já patrocinou espetáculos por todo o país, dentre eles Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e recentemente Vamp – O Musical. A seguradora também patrocina eventos de esporte de participação, que buscam incentivar a prática de atividade física por meio de ações e iniciativas em diversas cidades, como o circuito Up Night Run.
Fonte: CQCS
Mitos e Verdades sobre a Recuperação de Impostos
Um estudo da Becomex, consultoria da área tributária e operações internacionais, revela que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros disponíveis.
“A carga tributária é alta e muito complexa no Brasil e impacta diretamente nos custos de um negócio. A recuperação de impostos é um caminho para reduzir custos. Porém, é preciso se livrar dos mitos e investir em estruturas que vão garantir benefícios fiscais seguros e que podem impactar na competitividade da empresa”, afirma o vice-presidente da Becomex, Rogério Borili.
O executivo destaca os principais mitos e verdades para usufruir desses recursos previstos em lei:
1. Solicitar um pedido de recuperação de imposto atrai a fiscalização da Receita para a empresa?
Mito. Muitos contribuintes deixam de solicitar um benefício para não atrair a fiscalização por parte da Receita Federal. A fiscalização pode acontecer, porém ela pode ocorrer mesmo sem o pedido do benefício. Hoje em dia, a Receita tem todas as suas informações online. O fiscal nem precisa mais ir até empresa. Com o simples cruzamento das obrigações enviadas ao governo, a Receita já tem feitos as autuações eletronicamente. Sem pleitear os impostos pagos a mais a empresa ainda pode ser fiscalizada e autuada por todas as declarações realizadas nos últimos cinco anos.
2. Os impostos em recuperação são atualizados pela Selic?
Em parte. Conforme o tributo e/ou a forma de recuperação é possível recuperar os últimos cinco anos atualizados com a taxa Selic acumulada desde o momento do fato gerador.
3. É possível recuperar créditos de PIS e COFINS?
Verdade. Há vária formas de reaver esses créditos. O ideal é fazer uma avaliação criteriosa para identificar onde os créditos são gerados dentro da empresa.
4. É impossível rever créditos de impostos sobre produtos/serviços dos meus fornecedores.
Mito. As possibilidades de reaver esses tributos são significativas. A empresa pode realizar um trabalho em toda sua cadeia com o objetivo de apurar todos os benefícios fiscais e aduaneiros (se for para exportação), concedidos pelo governo à indústria.
5. A empresa poderá recuperar impostos do passado?
Verdade. Recuperar impostos é recuperar o passado que a empresa já pagou a mais e deixar de pagar no futuro. É um direito que toda a empresa que acumula créditos tem e pode utilizar.
Fonte: SEGS