Mês: julho 2018
Quanto tempo tenho para dar entrada no Seguro DPVAT?
Um dos pontos mais importantes quando falamos sobre o Seguro DPVAT é o prazo prescricional para que as vítimas de acidentes de trânsito ou seus familiares possam acionar o benefício. E você, conhece os prazos e quando começa a ser contado?
Prazo prescricional
No mercado segurador existem muitas nomenclaturas e aqui na Seguradora Líder não é diferente! Por aqui, o prazo para dar entrada no Seguro DPVAT é o “prazo prescricional” e, desde janeiro de 2003, é de três anos. No entanto, ele varia de acordo com as coberturas do Seguro, que você vai ver aqui embaixo.
Em caso de morte e reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS)
Nas indenizações por morte, a contagem do prazo prescricional para pedir o Seguro é a partir do óbito da vítima. Já no caso de reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS), a contagem se inicia a partir da data do acidente. Não dá para esquecer esses prazos, não é?
Em caso de invalidez permanente
Opa, esse é um dos casos que a gente mais recebe questionamentos! Nas indenizações por invalidez permanente, a contagem do prazo prescricional se inicia a partir da data em que a vítima tomou conhecimento da sua invalidez permanente, comprovada através de um documento chamado Laudo Conclusivo do IML.
Ih, ficou com dúvida? Para entender o que isso significa, vamos imaginar a seguinte situação: uma pessoa sofreu um acidente de trânsito no dia 1 de janeiro de 2016 e ficou três meses em fisioterapia quando, então, comprovou-se a sequela, no dia 1 de março. Nesse caso, o prazo começa a ser contado a partir de 1 de março e não 1 de janeiro.
Casos especiais
Como toda boa regra, o prazo prescricional tem uma exceção, galera! A diferença na contagem da prescrição ocorre apenas para o menor considerado “absolutamente incapaz”, ou seja, aquele de 0 a 15 anos. Neste caso, em específico, o prazo tem início a partir de quando completam 16 anos, findando após 3 anos.
Fonte: CQCS
Um texto para tirar as suas dúvidas sobre o Seguro de Vida
O seguro de vida é um contrato para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer.
Seguro de vida é um assunto delicado. Apesar de a morte, ser a única certeza da vida, é um assunto que ninguém gosta de lidar. Porém, depois de constituir família, também temos a certeza de que deixá-los seguros é de suma importância.
Então, vamos falar um pouco sobre seguro de vida:
- O que é
- Como escolher
- Quais os tipos de apólice que existem
- Quais os benefícios que ele pode proporcionar
Afinal, o que é um seguro de vida?
O seguro de vida é um contrato que você faz com uma seguradora para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. Esse benefício pode agraciar familiares e/ou pessoas que dependam financeiramente do contratante.
É importante estar atento a todas as cláusulas deste contrato, porque algumas seguradoras possuem restrições, por exemplo, ao suicídio.
Como o seguro de vida faz parte do seguro de pessoas, é possível acrescer à cobertura do risco de morte alguns outros benefícios, tais quais como:
- Invalidez permanente;
- Doenças graves;
- Diária por internação hospitalar;
- Invalidez funcional permanente por doença;
- Invalidez laborativa permanente por doença,
- Perda de renda ou desemprego.
Qual a diferença entre cobertura de morte e de cobertura de morte por acidente?
Se você está pesquisando valores, já percebeu que a primeira modalidade é mais cara do que a segunda. Isso acontece porque a seguradora oferece uma cobertura muito maior, não só em caso de acidente, e nesse caso ela corre “mais risco”.
Os tipos de apólice
Existem dois tipos de apólice de seguro de vida: Individual e Coletiva.
Individual
No tipo individual, a seguradora cobre apenas uma pessoa física. Esta pessoa é a contratante e geralmente a responsável financeira pelo plano. Para definir valores é levado em conta: idade, sexo, condições de saúde, estilo de vida etc. As coberturas e os prazos de pagamento são negociados, efetivamente, entre assegurado e seguradora.
Coletivo
No plano coletivo, a contratação vem de uma empresa, por exemplo. E neste caso, a contratante é chamada de estipulante, pois é ela quem define as cláusulas junto à seguradora.
A decisão do associado pode ser feita de três maneiras:
- Não contributário: O estipulante é responsável total pelo pagamento do plano.
- Parcialmente contributário: O beneficiado e o estipulante pagam juntos, o plano, na proporção acordada.
- Totalmente contributário: Os segurados ficam totalmente responsáveis pelo custeio do plano.
Seguro de Vida Resgatável
Sim! Existe uma modalidade de seguro de vida que é possível ser resgatado em vida. Não podemos, claro, esquecer que o princípio do seguro de vida é “cuidar” de alguém quando faltarmos, mas às vezes a possibilidade de resgate pode ser interessante.
Os seguros resgatáveis são aqueles de longo prazo, em que você estipula o valor pago e contratado assim que assina o plano, a partir daí ele é reajustado apenas pela inflação.
Se escolher essa modalidade, procure um plano com valor mínimo de resgate.
A escolha dos beneficiados
Seguro de vida não é herança. Assim, você pode escolher qualquer pessoa para receber o benefício. Vale ressaltar que durante a vida você pode mudar o(s) beneficiado(s).
Na hora de escolher onde fará seu plano de seguro de vida, procure um especialista que não seja vinculado a nenhuma seguradora, ele te dará um panorama amplo e imparcial.
Pesquise sempre!
A ajuda de um corretor é sempre bem-vinda, mas você pode pesquisar alguns fatores que te trarão a segurança necessária. Veja se a seguradora é credenciada pela SUSEP, consulte a solidez, a expertise, procure a recomendação de outros assegurados.
A morte é quase sempre indesejada, mas é certa, e não sabemos quando e como ela
nos encontrará. Saber que você está cuidando dos seus quando isso acontecer, é sábio e uma prova de amor.
Fonte: CQCS
O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em junho
Onix, após queda no mês de maio, apresenta alta nas vendas em junho e mantém na primeira colocação disparada; Compass tem bom mês de vendas e ocupa a 6ª posição no ranking com 5.054 carros vendidos.
Com as mais de 8 mil unidades, o HB20 manteve o mesmo patamar de vendas, com cerca de 200 carros vendidos a menos em comparação a maio, mas consolidado na segunda colocação. Comparativamente com o mesmo mês de 2017, as vendas do HB20 apresentaram uma queda de 14,6%: foram 9.715 em junho de 2017 e 8.292 em junho de 2018. No entanto, em ambos os períodos, o HB20 era vice-líder de vendas.
O KA, não apresentou outra queda em junho, como havia ocorrido em meses anteriores. Saiu 7.639 unidades e subiu para 7.833, um leve aumento de 2,5%. No consolidado do ano, o HB20 fica com vice-liderança da lista dos carros mais vendidos do Brasil em 2018 com 50.428 carros vendidos, mas longe ainda do líder de vendas no ano, o Chevrolet Onix, que está a apenas 737 unidades de bater 90 mil unidades em 2018. A diferença entre eles é de 56%. Já o KA, terceiro carro mais vendido do Brasil, já teve 48.262 unidades.
Os recentes lançamentos voltaram a marcar forte presença na lista. São quatro modelos: Argo, Kwid, Novo Polo e Mobi. Desses modelos, Polo e Kwid figuram na lista dos carros mais vendidos do semestre, com a quarta e oitava posição, respectivamente. O Novo Polo, apesar da queda de vendas em junho, cerca de 11% (saiu de 5.628 e foi para 4.974), foi uma grata surpresa para Volks, já que teve 34.138 unidades comercializadas no semestre, desbancando fortes concorrentes, como o próprio Gol, Sandero, Argo, entre outros.
A surpresa do mês ficou por conta do Corolla que, após passar o ano inteiro na lista dos mais vendidos, caiu para a 11ª posição, com 4.288 unidades emplacadas, número 11% menor comparativamente a maio. Também, após alguns meses, é a primeira vez que nenhum modelo sedan figura no ranking.
Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Paraná e Santa Catarina.
Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Onix é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Curitiba com R$2.877 e o menor em Florianópolis por R$1.555, uma distância de R$1.322. No contraponto de diferença de valores, o Compass possui a maior diferença entre estados: R$8.639. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 11.565, a menor em Santa Catarina, com R$2.926. Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisado. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 60% dos veículos.
Fonte: CQCS
O debate sobre os custos na saúde
Seguro de automóvel ficou até 31% mais caro este ano, no Rio
A renovação do seguro de carro se transformou em pesadelo para muitos motoristas do Rio. O valor das apólices subiu até 31% nos quatro primeiros meses de 2018, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Compara Online, consultoria de comparação de seguros e produtos financeiros. Considerando o preço médio, a alta na cidade foi de 11%, de R$ 1.920 em 2017, para R$ 2.131 em 2018, enquanto a média nacional manteve estabilidade de preços durante o mesmo período, ficando em R$1.839,32.
Os bairros que sofreram alta acima da média foram Pechincha (31%), Penha (27%), Vila Isabel (26%), Taquara (23%) e Freguesia (16%). Outros bairros nobres como Copacabana, Tijuca, Barra e Recreio renovaram com valores acima do ano passado, entre 9 e 14%. O aumento da violência é apontado como principal fator para a disparada nos preços.
De acordo Paulo Marchetti, presidente do Compara Online, o crescimento constante no valor dos seguros se deve ao fato de a capital carioca ter mais sinistros que ocasionam a perda total do veículo, além de ser a cidade com maior dificuldade para recuperar os carros roubados.
— Muitas vezes o veículo roubado até é localizado, mas ninguém consegue buscar. Por causa desse aumento da violência, algumas seguradoras deixaram de ofertar produtos para determinadas localidades do Rio. Isso reduz a competitividade, especialmente em bairros mais propensos a roubos.
O administrador Anderson da Silva, de 35 anos, foi obrigado a se desfazer do carro por causa do seguro.
— Comprei o carro em 2014 e pagava cerca de R$ 1,5 mil anuais. A insegurança foi aumentando e, com ela, o preço.
Eu tive que escolher entre andar de carro ou pagar o seguro. Em 2016, o valor chegou a R$ 3 mil e ficou muito alto para eu bancar. Decidi não renovar a apólice e fiquei sem seguro até o ano passado, quando decidi me desfazer do veículo.
Seguradoras deixam a Baixada
Em março, o roubo de veículos no Estado do Rio bateu recorde histórico do mês, com o registro de 5.358 casos, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). A alta é de 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram 15.436 casos, muitos deles concentrados em municípios da Baixada Fluminense. De acordo com a pesquisa da consultoria Compara Online, os preços dos seguros de carro subiram 31% em Duque de Caxias e 27% em Nova Iguaçu.
Em Caxias, no último ano, em média seis seguradoras ofereciam uma proposta para o segurado, com preço médio de R$ 6.627. Já em 2018, só quatro seguradoras geralmente retornaram com ofertas, a um preço médio de R$8.398. Em Nova Iguaçu, em 2017, o valor médio foi de R$6.377 contra R$8.355 neste ano.
— As companhias de seguro fazem a precificação de acordo com seus resultados, e a experiência que elas têm em cada local. Se o número de sinistros foi muito alto, elas vão precificar esse risco. Vários fatores influenciam no valor do seguro, mas hoje no Rio o Cep é o mais decisivo — ressalta José Varanda, coordenador da graduação Tecnólogo em Gestão de Seguros da Escola Nacional de Seguros.
Depoimento: ‘Contratar cooperativa pode ser um risco’, afirma João Francisco Borges, Presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais
“Ao contrário do seguro, a proteção veicular (com cooperativas) não está enquadrada no Código de Defesa do Consumidor. As cooperativas não mantêm reservas técnicas e muitas vezes ficam sem recursos para arcar com as suas responsabilidades. Ou seja, o barato pode sair muito caro. É preciso desconfiar de preços muito baixos, pois não há milagres que possam diminuir tanto os custos”.
Fonte: SEGS
5 motivos para visitar Seychelles nas próximas férias
O Arquipélago de Seychelles é um forte candidato para a lista dos sonhos de qualquer pessoa. Com um aumento de 120% de viajantes do Brasil no último ano, o destino também está caindo no gosto dos brasileiros. Veja abaixo uma lista de motivos para visitar Seychelles nas próximas férias:
1) Eles adoram os brasileiros
Os Seychellois são ótimos anfitriões, ainda mais quando descobrem que o viajante é do Brasil. Em época de Copa do Mundo, bandeiras e camisetas do Brasil são vistas com frequência nas ruas do arquipélago e há uma torcida de peso vibrando pela s e l e ç ã o verde e amarela. Em várias ocasiões, inclusive, escolas de samba do Brasil já se apresentaram em Seychelles, o que fez crescer ainda mais a conexão entre os dois países. Por isso os brasileiros se sentem tão bem recepcionados em uma visita ao destino, o que faz toda a diferença em uma viagem.
2) As praias, sem dúvida
Não são apenas praias paradisíacas de areia branca e águas cristalinas que tiram o fôlego dos visitantes. As praias de Seychelles são muito bem preservadas, assim como toda a riqueza natural do país. Mesmo a mais popular, Beau Vallon (na ilha de Mahé), é muito vazia comparada aos padrões brasileiros. A sensação é de ter uma praia privativa aonde quer que você vá. As paisagens são impressionantes e a cor do mar é ora um verde claro brilhante, ora um azul cristalino. A Anse Source d’Argent, na ilha de La Digue, é uma das mais famosas devido às suas rochas gigantes.
3) Dois patrimônios da UNESCO
Seychelles é a casa de dois Patrimônios Mundiais da UNESCO: o Vallée de Mai e o Atol de Aldabra. Enquanto Aldabra é um dos locais mais intocados do planeta – com muitos cientistas e pesquisadores, mas quase nenhuma atividade turística – o Vallée de Mai é um dos principais pontos do arquipélago e facilmente acessado. No coração da ilha de Praslin, segunda maior, o parque tem a maior floresta intacta de cocos de mer – um dos símbolos do país – do arquipélago. Há várias trilhas para percorrer o parque, que variam entre 1,5 Km e 4 Km. As entradas podem ser adquiridas no próprio local e o dinheiro é revertido não apenas na preservação do Vallée de Mai, como também é investido em Aldabra.
4) Conheça várias ilhas na mesma viagem
São 115 ilhas espalhadas pelo Oceano Índico. Apesar da atividade turística ser concentrada em três principais – Mahé, Praslin e La Digue – há dezenas de outras para visitar durante a viagem. É possível fazer passeios de barco de um dia para conhecer ilhas próximas ou mesmo se hospedar nas ilhas exclusivas, com apenas um hotel ou resort, que proporcionam uma experiência customizada. As ilhas de Seychelles são diferentes entre si e vale a pena conhecer várias em um mesmo roteiro.
5) Viaje para um outro mundo
Seja pela natureza preservada, espécies endêmicas, praias paradisíacas, cultura autêntica, paisagens que não são encontradas em nenhum outro lugar, experiências únicas de ecoturismo e bem-estar, enorme biodiversidade marinha, esportes aquáticos, estrutura turística excelente, hotéis e resorts de alto nível, gastronomia diversificada e cheia de especiarias, atividades para casais, grupos de amigos e famílias, Seychelles é realmente um outro mundo e proporciona viagens inesquecíveis.
Fonte: SEGS
Cuidado com o golpe do Seguro DPVAT
O telefone tocou falando que era do Seguro DPVAT e oferecendo ajuda para dar entrada no benefício ou para receber a sua indenização mais rápido? Cuidado, você pode ser uma vítima do golpe do Seguro DPVAT, onde pessoas se aproveitam de momentos frágeis como os acidentes de trânsito para receber seu benefício por você.
Como evitar o golpe do Seguro DPVAT?
O golpe consiste em uma pessoa entrando em contato com o beneficiário para oferecer serviços ou facilidades, como dar entrada no seu benefício para você ou, até mesmo, fazer com que você receba seu benefício de forma mais rápida. Essas promessas, na maioria das vezes, fazem com que esse importante benefício social não chegue aos seus beneficiários de direito. Bem triste, não é?
Para evitar que isso aconteça, estamos aqui para te dizer que nenhum funcionário da Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT no país ou de qualquer seguradora consorciada, está autorizado a entrar em contato com vítimas ou beneficiários para oferecer qualquer tipo de serviço. Fique ligado: pedir, acompanhar e receber a indenização do DPVAT são serviços gratuitos e você mesmo pode fazê-los!
Como receber mais rápido?
Essa é uma das promessas mais feitas pelos aproveitadores, galera, mas só aqui você encontra a dica certa! Quer receber a indenização do Seguro DPVAT de forma mais rápida? Basta apresentar a documentação correta logo no início do seu pedido e acompanhar de pertinho as movimentações no site da Seguradora Líder, onde você receberá as informações seguras sobre todas as etapas de análise até o recebimento. Ah, informação importante: vale lembrar que a indenização do Seguro é liberada em até 30 dias quando o pedido é feito de forma correta.
Como você pode fazer a sua parte: Canal de Denúncias
A gente também conta com a sua ajuda no combate às fraudes! Foi vítima ou ficou sabendo de algum caso em que as pessoas tenham solicitado a indenização do Seguro DPVAT sem que tenham se ferido em acidente de trânsito? Faça a sua parte e denuncie através do 0800 022 12 05. As ligações são gratuitas e em nenhum dos dois canais é necessário se identificar.
O que estamos fazendo para combater às fraudes por aqui?
Por aqui, a gente também está de olho em qualquer tentativa de fraude, galera! 💪 Por isso, temos a Operação Tolerância Zero às Fraudes à todo vapor. Em parceria com as autoridades competentes e tendo a tecnologia como principal aliada, de janeiro a maio deste ano, as iniciativas proativas da Seguradora Líder já resultaram em 37 sentenças condenatórias, 57 condenados, 23 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e 12 prisões em todo o Brasil. Bem legal, não é? =)
Fonte: CQCS
Fraudes no seguro de veículos crescem e causam prejuízos milionários no país
Corretores e Polícia Civil trabalham para desmascarar fraudadores; números são altos em Alagoas
Diariamente, carros e motos se envolvem em acidentes, como também são roubados por bandidos para diversas finalidades. Mas, muitos desses casos não passam apenas de uma fraude. Proprietários, que fazem o seguro de carros ou motos, forjam os roubos ou os acidentes com o objetivo de receber o valor do seguro.
Atitudes aparentemente inocentes, praticadas por cidadãos comuns, mas que, além do grande prejuízo causado a inúmeras pessoas, configuram em crime, podendo levar o fraudador a uma pena que varia de um a cinco anos de reclusão.
Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), as fraudes no seguro de veículos chegaram às cifras de R$ 603 milhões somente em 2015, o que representa 14% dos casos registrados no país naquele ano. Em 2017, a estimativa dos órgãos oficiais apontam que o prejuízo com fraudes ultrapassou a marca dos R$ 700 milhões no Brasil.
Segundo o diretor do Sindicato dos Corretores de Seguros de Alagoas (Sincor-AL), Djaildo Almeida, o mercado de seguradoras percebeu que, desde 2015, houve um crescimento exponencial no número de fraudes e, por isso, a cada ano, as corretoras têm buscado se blindar mais para evitar novos prejuízos, como também punir os fraudadores.
“Todo o mercado de seguradoras sentiu esse aumento que vem crescendo a cada ano. São desde as pequenas fraudes, que consistem em inverter a culpabilidade em um acidente, até as mais complexas, como simular um roubo. Já houve casos de pessoas que jogam o carro em ribanceiras ou até mesmo em lagoas e, em seguida, dão queixa de roubo e a seguradora acaba pagando a indenização. Tempos depois, o carro é localizado e a fraude é descoberta”, explicou.
Esse aumento no número de roubos forjados também foi percebido pela Polícia Civil. A delegada de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), Maria Angelita, que está há 2 anos à frente da delegacia, disse que é possível, em alguns casos, identificar no Boletim de Ocorrência que o sujeito simulou um roubo com a finalidade de aplicar o golpe nas seguradoras.
“Nós percebemos um aumento sim, nos casos onde a única finalidade da suposta vítima é aplicar um golpe na seguradora. No Boletim de Ocorrência mesmo, já é possível, em alguns casos, identificar que a pessoa forjou aquele roubo e assim nós desmascaramos e conseguimos impedir que a seguradora tenha um prejuízo. Em outros caso, mais complexos, é necessária uma investigação mais profunda. Porque, a princípio, nós estamos investigamos um roubo, mas no desenrolar das investigações descobrimos se tratar de uma fraude”, comentou.
Maria Angelita não quis entrar em detalhes sobre como a polícia identifica as fraudes de imediato, mas relatou que teve um caso que ela identificou o golpe ainda no local do suposto crime e a pessoa acabou confessando.
“Sabemos que alguns tipos de carros têm sistemas de segurança que impedem certo tipos de roubos. Na hora em que somos acionados e, ao colher o depoimento, às vezes no local, percebemos algumas contradições e já desmascaramos o fraudador. Porque quem mente, sempre cai em contradição”, explicou.
Responder criminalmente
A delegada Maria Angelita chamou a atenção para o fato de que quem forjar um roubo pode responder criminalmente pelo ato. Um deles, pelo crime de “Comunicação Falsa de Crime”, que prevê detenção 1 a 6 meses, conforme o artigo 340 do Código Penal.
“É uma forma da gente chamar a atenção para que as pessoas não cometam esse erro e tenham que pagar criminalmente por ele. Estavam acontecendo muitos casos aqui em Maceió e, quando a pessoa fica sabendo que é aberto um procedimento por esse crime, elas imploram, mas é o meu dever como delegada”, contou.
Investigação paralela
Quando há uma suspeita de fraude, as seguradoras, além de acionarem a Polícia Civil, porque supostamente houve um crime, ela inicia uma investigação paralela para descobrir se houve realmente o roubo ou se trata-se de uma simulação.
Segundo o corretor Djaildo Almeida, uma sindicância é aberta e um sindicante é nomeado para acompanhar os fatos e coletar informações acerca do ocorrido. “Ele busca por câmeras que possam ter flagrado o crime, ouve testemunhas, o próprio segurado. Se encontrar contradições, a corretora pode negar o pagamento da indenização com a alegação de fraude”, relatou.
Djaildo também destacou que, se a corretora já tiver efetuado o pagamento e, posteriormente, descobrir a fraude, ela pode solicitar o ressarcimento do valor pago.
Fonte: CQCS
Mais acidentes com carros sem seguro obrigatório
Fundo de Garantia Automóvel registou 1168 sinistros entre janeiro e março deste ano.
O número de acidentes com automóveis sem seguro cresceu no primeiro trimestre do ano, face ao mesmo período do ano anterior. De acordo com dados divulgados pela Autoridade de Supervisão de Seguros (ASF), foram comunicados 1168 sinistros sem cobertura de seguro nos primeiros três meses do ano, o que corresponde a uma média de 13 sinistros por dia.
Os números dos três primeiros meses de 2018 revelam um crescimento de 14% face ao mesmo período do ano passado, o que se traduz, em termos reais, em mais 144 sinistros.
A comunicação destes acidentes foi feita ao Fundo de Garantia Automóvel (FGA), o organismo que garante a reparação dos veículos vítimas de sinistros cujos responsáveis são desconhecidos ou não tinham seguro.
No âmbito das suas competências, o fundo recuperou nos três primeiros meses do ano 1,5 milhões de euros em reembolsos. Esta receita é o dobro da que foi recuperada nos três primeiros meses de 2017 junto dos responsáveis pelos acidentes.
O fundo tem direito a recuperar não só os montantes gastos na regularização dos sinistros mas também os juros de mora.
Nos termos da lei, são solidariamente responsáveis pelo reembolso o detentor do seguro, o proprietário e o condutor do veículo causador do acidente, independentemente de sobre qual deles recaia a obrigação de celebrar o seguro.
Quanto a indemnizações, o fundo gerido pela Autoridade de Supervisão dos Seguros (ASF) pagou às vítimas 2 764 223 euros, menos 24% do que em 2017. Mais de metade deste valor foi pago por acordos extrajudiciais, tendo sido despendidos 1, 1 milhões de euros através dos tribunais.
O Centro de Informação do Fundo de Garantia Automóvel registou, durante todo o ano passado, 2318 processos, mais 10% do que em 2016, de acordo com o balanço anual feito pela a ASF.
As indemnizações pagas totalizaram 14,2 milhões de euros, mais 8% do que em 2016, enquanto os reembolsos atingiram 2,74 milhões, o que representa uma taxa global de cobrabilidade de 19%, mais 2% do que no exercício anterior.
Fonte: CQCS