RC Profissional: para novos riscos, novos produtos

Com novos riscos se tornando mais frequentes, mercado terá que ser criativo para apresentar produtos mais adequados aos tempos atuais, caracterizado por forte impulso da atividade digital
O seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que indeniza terceiros em caso de prejuízos gerados por erros cometidos por profissionais da empresa contratante, cresceu 3,29% em prêmio direto entre 2016 e 2017. De janeiro a abril de 2018, teve alta de 17,8% em relação ao mesmo período do ano passado. A sinistralidade também alcançou índices mais positivos que a média dos últimos anos: 29% no primeiro quadrimestre ante os 77% registrados no mesmo período de 2017, ano em que terminou com 49%. Os dados, divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), indicam que trata-se de uma carteira em franca expansão e que deve seguir com forte capacidade de absorção pelo seu mercado consumidor. Isso porque tem sido muito procurada pelo aumento de demandas judiciais em face de profissionais por erros cometidos, já que os tribunais agem cada vez mais de forma a punir condutas equivocadas.
“Vivemos em uma sociedade de risco, cujo erro é punido pelo judiciário com indenizações impactantes, capazes de afetar o patrimônio amealhado durante toda uma vida de dedicação à atividade”, atesta Sergio Ruy Barroso, presidente do Grupo Nacional de Trabalho de Responsabilidade Civil da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA). Além das demandas judiciais contra essas categorias crescerem em razão da facilidade de acesso à justiça, da atuação das Defensorias Públicas e dos advogados que se especializaram na área de responsabilidade civil, a população está mais informada, a imprensa dá destaque a casos de erro profissional, e as redes sociais divulgam esses casos, o que contribui para que os profissionais se acautelem com a contratação de algum tipo de proteção.
Embora o seguro de RC esteja inserido em todas as vertentes profissionais, normalmente é mais comercializado para advogados, contadores, agentes de viagem, profissionais da área da saúde (como dentistas, fisioterapeutas, médicos e veterinários), e para os próprios corretores de seguros, pois as falhas cometidas por eles podem acarretar grandes prejuízos aos negócios, patrimônio, saúde e vida dos clientes. Entretanto, é cada vez maior a existência de apresentação de apólices por parte dos contratantes de serviços, que passam a pedir de seus contratados que os mesmos mantenham apólices de seguro de Responsabilidade Civil Profissional. “A evolução do mercado e o surgimento de novas categorias profissionais impulsionam o segmento, como por exemplo produtores de eventos e outras produções artísticas, muitas vezes por exigência contratual”, destaca Klaus Barretta, superintendente de Liability da Berkley.
O que demanda atenção a partir de agora
Modalidades que possuem forte regulação sempre buscaram o amparo do RC Profissional. Nos últimos anos, porém, o mercado assistiu ao surgimento de novos produtos de responsabilidade civil, além do aperfeiçoamento de outros – situação motivada, por um lado, pela abertura do mercado de resseguros, que proporcionou acesso às novas formas de contratação e, de outro, à própria exigência do mercado consumidor, cada vez mais consciente da utilidade desse tipo de cobertura securitária. Dentre as soluções disponíveis estão RC Profissional para Instituições Financeiras; RC Profissional para Gestoras de Investimentos; RC para os riscos de Oferta Pública de Valores Mobiliários; e RC para as Operações de Fusões e Aquisições de Empresas.
Agora, a tecnologia se apresenta como um instrumento relevante na distribuição dessa solução. Segundo Barretta, há uma demanda reprimida nessa modalidade de seguro, principalmente por profissionais liberais ou pequenos prestadores de serviços que aderem ao produto à medida que as seguradoras passam a oferecer soluções para contratação através de portais web.
Com novos riscos se tornando mais frequentes, como os danos decorrentes de vazamento ou de sequestro de dados, o mercado brasileiro terá que ser criativo para apresentar produtos mais adequados aos tempos atuais, caracterizado por forte impulso da atividade digital – porém, nem sempre caracterizado por segurança compatível.
“A área de captação, arquivamento e tratamento de dados pessoais, as áreas financeiras digitais, as empresas de prestação de serviços digitais e muitas outras formas de atuação profissional relacionadas com o mundo digital serão as áreas em que o seguro de responsabilidade civil mais crescerá”, garante a advogada Angélica Carlini. “Temos profissões que não existiam há cinco anos, como é o caso dos operadores de drone que atuam para empresas de segurança, para empresas de agronegócio ou, ainda, para rastreamento de containers ou de cargas em áreas de armazenamento”, lembra.
Essas novas atividades relacionadas com as possibilidades que a tecnologia de informação propicia serão responsáveis por novas coberturas para seguros de responsabilidade civil profissional, o que é positivo para o setor. Ainda que tudo isso seja novidade, é preciso reconhecer que o seguro executa essa tarefa há muitos séculos, ou seja, detecta o que há de novo em termos de possibilidades de risco e cria produtos que possam dar conta dos danos decorrentes de riscos que se materializam. “Essa é a principal tarefa dos seguradores”, afirma Angélica.
Mais do que novas modalidades, Sergio Ruy Barroso, da AIDA, acredita em novas formas de contratação, com coberturas mais ou menos amplas, dependendo da análise detalhada do risco, “pois o maior desafio nesse campo, além do ajuste do prêmio, muito baixo para os padrões de risco que se assume, seria o tratamento altamente especializado e detalhado do risco proposto”.
É preciso amadurecer
Apesar do desenvolvimento tecnológico e de todos os riscos decorrentes, ainda não se tem no Brasil a cultura de prevenção da perda de patrimônio por meio da contratação de seguro. Muitos empresários de pequeno e médio porte, que podem perder seu patrimônio em um único momento, não estão sensibilizados para a necessidade de contratar seguro. O mesmo acontece com os profissionais que, embora tenham riscos diários referentes à sua prestação de serviços, não contratam seguro por entender que se trata de custo quando, na verdade, se trata de prevenção.
“Essa forma de proceder é ruim para empresários e profissionais liberais. Precisamos contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de que seguros de responsabilidade civil não são despesas, mas custos de proteção patrimonial. E isso faz toda a diferença”, pondera Angélica Carlini.
A proliferação de produtos também carece de uma maior maturidade. Existem diferenças significativas nos clausulados dos produtos, que geram confusão e dúvidas sobre as coberturas aos corretores, e em especial aos segurados. Rafael Costa Gesswein, diretor da RC Pro Seguros, acredita que este seja o maior desafio do corretor. “É necessário estudar e traçar comparativos técnicos entre os diferentes clausulados. Alguns produtos para determinadas classes simplesmente não cobrem o risco profissional do segurado e expõe o corretor a passar um constrangimento por ocasião de um sinistro”, diz. Para ele, o grande trabalho do corretor hoje é estudar a fundo os clausulados dos produtos, pois existem diferenças significativas nas condições gerais e cláusulas particulares. “Muitas vezes existem exclusões que conflitam com o próprio objetivo do seguro. O mercado precisa evoluir neste sentido”, critica.
Explorando a conscientização
Na BR Insurance, o seguro de RC Profissional apresentou, em 2017, um crescimento de 39,61% nos sinistros. No mesmo período, os prêmios emitidos aumentaram cerca de 4%. Superintendente de Linhas Financeiras da corretora, Fernando Cirelli alega que a alta de sinistros se deu através de atividades realizadas principalmente por advogados e empresas de engenharia. Ao mesmo tempo, avalia que o crescimento da carteira foi pequeno devido aos aspectos culturais e à resistência das empresas ou profissionais de se protegerem de riscos futuros e incertos.
“No Brasil, o que mais funciona para o seguro é a obrigatoriedade, seja contratual ou por legislação. O crescimento sempre surgiu através destes aspectos e continua prevalecendo”, atesta. Para auxiliar no aculturamento de corretores e clientes sobre o RC Profissional e facilitar o entendimento quanto ao produto, a corretora realiza treinamentos virtuais e presenciais, além de eventos e parcerias específicas.
Fonte: CQCS

 

Seguro empresarial cresce entre MPEs

Só no primeiro semestre, a busca dessas companhias subiu 15%. A procura por apólices empresariais tem mostrado crescimento como um todo.

O DCI informa que a alta competição no mercado segurador, com preços mais baixos e produtos personalizados e digitais têm impulsionado a demanda de micro e pequenos negócios por produtos empresariais. Só no primeiro semestre, a busca dessas companhias subiu 15%. A procura por apólices empresariais tem mostrado crescimento como um todo.

Os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), mostram que os prêmios diretos do compreensivo empresarial subiu 14,4% em junho ante igual mês de 2017, de R$ 179,4 milhões para R$ 205,2 milhões.

Para o diretor de linhas comerciais da Sompo Seguros, João Carlos França de Mendonça, o crescimento nas carteiras corporativas acontece, não apenas pela maior conscientização dos empresários em relação ao seguro, como também pela maior competitividade no mercado.

‘A procura tem aumentado bastante e o que limita um pouco do crescimento do prêmio é a concorrência, que traz os preços para baixo. Mas, em níveis gerais, a busca das MPEs [Micro e Pequenas Empresas] avançou 15% no primeiro semestre. É bastante satisfatório’, afirma.

Outro forte apelo das apólices empresariais para os pequenos negócios, segundo os especialistas, é que grande parte do capital desses empreendedores está concentrado na empresa deles o que, em caso de acidentes ou imprevistos, poderia fazê-lo encerrar as atividades.

Nessa linha, de acordo com o diretor financeiro da LTSeg, Caio Timbó, ainda que as projeções em torno da atividade econômica ainda sejam pequenas para este ano, a percepção de risco de negócio dos segurados tem aumentado e, principalmente nesses casos, o seguro deixa de ser completamente cancelado no corte de custos para ter o preço readequado ao caixa da empresa.

‘A maior parte dos clientes já começa a ter uma percepção de risco mais amadurecida e, mesmo que o corte de gastos seja necessário, o cancelamento é evitado e se priorizam coberturas mais simples ou conservadoras, a fim de que o preço também fique menor’, explica o executivo da LTSeg.

‘Ao mesmo tempo, porém, em cenários de incerteza e insegurança, o seguro também se destaca como um pilar de força’, acrescenta a superintendente executiva de produtos massificados e especiais do Grupo Banco do Brasil e Mapfre, Patrícia Siequeroli.

Ela pondera que, assim, nos próximos meses – de eleição presidencial no Brasil e recuperação da atividade econômica mais lenta do que o esperado -, o seguro deve continuar se destacando no mercado.

‘Olhamos o futuro com bastante otimismo, principalmente entre MPEs que correspondem a 80% da atuação principal da seguradora. Temos uma base estável de renovação em um produto cada vez mais atraente em questão de preços e benefícios’, completa.

Na mesma linha, os executivos entrevistados pelo DCI reforçam a adequação tecnológica pela qual o mercado segurador tem passado como uma das principais vertentes impulsionadoras dos produtos.

Segundo Timbó, há um movimento ‘muito grande de todos os players’ em relação às apólices de pequeno porte.

‘A atualização tecnológica está chegando no setor e isso deve colaborar muito para a venda do seguro empresarial na ponta, de forma mais simples e rápida’, afirma ele. “Mesmo que o segmento ainda seja muito retrógrado, o processo de desburocratização do seguro deve aumentar a capilaridade nos próximos meses’, complementa Timbó.

Fonte: CQCS

Aumenta a procura por seguro de celular em SP. Veja dicas para contratar

Valor investido foi de R$ 403 milhões em 2016 para R$ 735 milhões no ano passado

Uma quantidade cada vez maior de pessoas têm contratado seguros para celular. O montante pago pelos clientes disparou 82% no Estado – consequência dos valores crescentes dos smartphones e da preocupação com a criminalidade. Na hora de escolher o melhor plano, é necessário ter uma série de cuidados.

A soma das mensalidades pagas por clientes saltou de R$ 403 milhões em 2016 para R$ 735 milhões em São Paulo no ano passado. Os dados que mostram a alta nesse setor são da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

“O celular tem tido valor cada vez mais elevado e é alto o índice de roubos e furtos desses equipamentos. Só que ele, hoje em dia, é indispensável na vida das pessoas”, explica o coordenador da Escola Nacional de Seguros, José Varanda, sobre a elevação da procura por seguro de smartphone.

A FenSeg diz que o custo da proteção gira em torno de 15% a 25% do valor do aparelho, dependendo do modelo e da cobertura contratada. Os seguros geralmente cobrem roubo e furto qualificado.

Um celular comprado por R$ 2 mil, por exemplo, pode ser segurado pelo interessado a R$ 500 por 12 meses. Há ainda a taxa de franquia a ser paga em caso de acionamento do seguro para reposição do aparelho.

“Vale a pena ter, principalmente onde a incidência de furto e roubo é alta para este tipo de bem”, avalia José.

Segurança

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) diz não ter como especificar, dos roubos e furtos, quais são de celular, mas ressalta que, a partir de 2015, permitiu o registro do Imei (número de identificação do aparelho) nos boletins de ocorrência, possibilitando o bloqueio automático nas operadoras.

“De outubro de 2017 até junho deste ano foram bloqueados 74.359 celulares em todo o Estado”, informou a SSP, destacando que a Polícia Militar faz patrulhamento para evitar os crimes.

Segundo a FenSeg, só em 2017 foram 300 mil celulares indenizados pelas seguradores no Brasil inteiro. A previsão é que o número passe de 350 mil neste ano.

Cuidados

Ao contratar o serviço, é preciso ficar atento às condições, nas regras, na cobertura, no valor das mensalidades e em outros detalhes para não acabar levando gato por lebre na hora da pressa.

“Deve-se procurar uma seguradora que tenha credibilidade no mercado ou corretores de seguro credenciados, que são preparados para oferecer o melhor produto com as coberturas ideais”, orienta o diretor regional do Sindicato dos Corretores de Seguro no Estado de São Paulo, Rogerio Freeman.

Ele recomenda que o contrato seja lido com a atenção “para ver o que o seguro cobre ou não”.

Fonte: CQCS

22 de Agosto – Dia do Folclore

Folclore é a cultura de um povo, o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos indivíduos de determinada nação ou localidade.

O termo folclore se originou através de um neologismo criado pelo britânico William John Thoms (1803-1885), que uniu as palavras inglesas folk(que significa “povo”) e lore (que quer dizer “conhecimento”).

Assim, folclore ganha o significado literal de “conhecimento do povo” ou “aquilo que o povo faz”.

A base da cultura do povo brasileiro vem da mistura de povos que fizeram o Brasil. Inclui as numerosas tribos indígenas, os portugueses, os diversos povos africanos que foram trazidos escravizados, além de um sem-número de imigrantes como alemães, italianos, japoneses que vieram para o país.

Além disso, estudiosos como Câmara Cascudo, Mário de Andrade, Hekel Tavares, Inezita Barroso e muitos outros recolheram estórias e cantigas, documentaram práticas medicinais que fazem do folclore brasileiro uma fonte inesgotável de inspiração.

Vejamos alguns exemplos do Folclore Brasileiro:

Lendas

  • Negrinho do Pastoreio
  • Boto Cor de Rosa
  • Curupira
  • Boitatá
  • Saci

Canções

  • Peixe-Vivo
  • Cai,cai balão
  • Fui no Tororó
  • O Cravo e a Rosa
  • Caranguejo não é Peixe

Festas

  • Reisado
  • Festas juninas
  • Procissão Marítima de São Pedro
  • Festa de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém
  • Boi-bumbá

Danças

  • Maracatu
  • Umbigada
  • Tambor de Crioula
  • Jongo
  • Pau de Fitas

Costumes e Crendices

  • Ao sentir a orelha arder, atribuir a que alguém esteja falando mal de você.
  • Jogar um pouco de cachaça no chão ‘para o santo’ antes de tomá-la.
  • Saltar sete ondas na noite do dia 31 de janeiro, pois isso traria boa sorte.

Origem do Dia do Folclore

Dia do Folclore Brasileiro foi definido oficialmente através do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. A partir de então, conforme definia a lei, o dia 22 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Folclore em todo o país.

A data foi escolhida porque em 22 de agosto de 1846, o pesquisador britânico William John Thoms usou esta palavra pela primeira vez num artigo.

A preocupação em sistematizar e divulgar o folclore brasileiro ganhou força no começo do século XX no Brasil. Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, várias obras apresentadas tiveram como inspiração o folclore brasileiro.

Em 1947 foi criada a Comissão Brasileira de Folclore e, posteriormente, as comissões estaduais. Em 1951 se realiza por primeira vez, no Rio de Janeiro, o 1º Congresso Brasileiro de Folclore, evento que acontece a cada dois anos.

Fonte: Calendarr

Seguro saúde será obrigatório para turistas que viajarem ao Equador

País não estabelece valor mínimo para a apólice, mas exige que o viajante tenha seguro que cubra acidentes ou doenças e que valha para todos os dias da viagem

Os brasileiros que estão planejando viajar para o Equador terão que colocar algo mais na lista de itens indispensáveis. Isto porque, a partir de setembro deste ano, o seguro saúde se torna obrigatório para todos os turistas que quiserem entrar no país. A obrigatoriedade foi estabelecida em fevereiro de 2018, de acordo com a Lei Orgânica da Mobilidade Humana, que estabelece que qualquer pessoa que entre no país precisa ter um seguro-saúde público ou privado durante a estadia.

Esta decisão do governo equatoriano não é inédita e está se tornando uma tendência no mundo. A medida, que já havia sido adotada em 1985 pela Europa com o Tratado de Schengen, estabelece a obrigatoriedade do seguro-saúde para a circulação entre os países com uma cobertura de no mínimo 30 mil euros. Já na América Latina, Venezuela e Cuba também exigem o seguro-saúde para entrar no país.

Com a nova norma, o Equador não estabelece um valor mínimo para a apólice, mas exige que o viajante tenha um seguro saúde que cubra acidentes ou doenças e que valha para todos os dias da viagem. “Porém, mesmo sem valor estipulado, é importante que o usuário busque um serviço que cubra amplamente as despesas hospitalares do país”, alertou Alexandre Camargo, country manager da empresa para o Brasil.

Fique atento

Além de ter o seguro saúde em mãos, existem alguns outros pontos que os viajantes precisam ficar atentos ao se programar para uma viagem internacional. Para auxiliar os viajantes a não terem surpresas desagradáveis durante a viagem, a companhia elaborou algumas dicas:

  • Vacinas: alguns países também exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que comprova a vacinação contra diversas doenças. No Equador, por exemplo, é obrigatório apresentar o comprovante de vacina contra febre amarela para entrar o país;
  • Moeda: o Equador tem como moeda oficial o dólar americano. Por isso, é importante comprar uma certa quantia antes de viajar. Porém, o indicado é ter notas pequenas, já que notas grandes, como US$ 100 não são aceitas em vários estabelecimentos. Vale lembrar, ainda, que o pagamento com cartão de débito tem um encargo adicional de 6%;
  • Documentações exigidas: muitos destinos da América do Sul não exigem a apresentação de passaporte, porém ele é o documento oficial para, praticamente, todos os lugares do mundo. Além disso, ele precisa estar válido até, no mínimo, o retorno do passageiro ao país de origem. Outro ponto que é preciso ficar atento é em relação a exigência do visto para a entrada no país, mesmo se haverá escala. Em conexões nos EUA, por exemplo, apresentação do visto americano é obrigatória.

Fonte: CQCS

 

Como escolher um seguro de vida em 5 passos

O mercado de seguros de vida vem crescendo no mundo. De acordo com a Moody’s Investors Service, o setor tem crescido a uma taxa média real anual de 4% nos últimos dez anos e está em ritmo de expansão mais forte do que o da economia pela sétima vez nesse período. Apesar do cenário positivo, no Brasil apenas 7% da população têm algum seguro de vida.

“A falta de conhecimento sobre os benefícios de ter um seguro de vida é um dos motivos responsáveis pela baixa adesão no país, além da cultura inerente ao brasileiro de não costumar se planejar a longo prazo”, explica Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

Além dos planos que oferecem a indenização em caso de morte e acidentes pessoais, existem seguros que contam com indenizações que podem ser resgatadas em vida, como no caso de Doenças Graves por exemplo, que auxilia o segurado em seu tratamento e/ou recuperação.

Aqui estão 5 dicas para escolher o seguro de vida ideal e tirar o máximo proveito desse serviço.

1. Importante definir objetivos

É importante que sejam avaliados os planos pessoais e profissionais a curto e médio prazo, bem como os planos familiares. É possível contratar um seguro com menos coberturas hoje, garantindo renda em caso de impossibilidade de trabalhar por conta de algum acidente, por exemplo. Mas se a intenção é ter filhos ou se casar, é bom pensar em incluir a futura família de antemão. Caso o usuário já tenha uma família, há diversas opções mais completas que visam amparar o futuro dela.

2. O cálculo da indenização ideal é imprescindível 

Ao escolher o plano, é importante ter em mente o custo de vida do local de residência e os gastos necessários para que o segurado e sua família consegam se manter em caso de alguma fatalidade.

“O jeito ideal para calcular a indenização é entender qual o ganho mensal do segurado e qual sua importância para a estabilidade da renda familiar. É importante que o seguro cubra pelo menos o valor referente aos gastos essenciais atribuídos ao segurado, como aluguel residencial, educação dos filhos e alimentação”, explica Alexandre.

3. Sempre bom ter um corretor de confiança

É essencial contar com um corretor que auxilie e dê assistência desde o momento da cotação dos planos até o momento de uso e pagamento de possível sinistro. É o corretor que vai fazer as cotações para que o cliente possa analisar vantagens e desvantagens e avaliar as assistências opcionais.

4. O melhor seguro para cada necessidade

Na hora da contratação do seguro de vida, é muito importante escolher uma companhia de confiança, consolidada e que ofereça coberturas adequadas às necessidades a diversos perfis de clientes.

Existem diversas seguradoras que oferecem atendimento online rápido e eficiente para corretores e segurados, além de aplicativos que oferecem todas as informações detalhadas sobre os seguros da companhia ao alcance de alguns toques no celular. Com essas novas ferramentas, os clientes e corretores têm maior agilidade e facilidade no contato com a companhia.

Um exemplo é a Liberty Seguros, pioneira no Brasil na aplicação da telesubscrição para venda de seguro de vida individual por meio do corretor, que consiste em entrevista por telefone, para coletar e analisar informações de saúde, fornecidas pelos clientes da seguradora é prático, agiliza o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro.

A tradicional “Declaração Pessoal de Saúde – DPS”, até então colhida pelo corretor, agora pode ser realizada por uma equipe exclusiva de enfermeiros. Neste processo, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo assim, uma melhor análise do risco, com total privacidade das informações dos clientes.

5. Assistências além das coberturas básicas

Sim, é possível ter acesso a outros tipos de serviços ao contratar um seguro de vida. A Liberty Seguros, por exemplo, pensa sempre em produtos que se adequem às necessidades do mundo atual. Por exemplo, clientes que optarem pelo plano Vida Perfil da seguradora, poderão contar com Personal Fitness para receber orientações e incentivos na prática de exercícios físicos. Há também opções como Assistência Pet e Assistência à Filhos, com baby-sitter e transporte escolar.

“Um seguro de vida deve ser escolhido com muita atenção para que traga tranquilidade  para o segurado e sua família. Ele deve englobar todos os benefícios que um seguro de vida pode oferecer para que o cliente não fique com a sensação de que é um produto sem custo/benefício, e sim que há um valor nessa contratação, como tranquilidade, segurança, bem-estar, entre outros”, finaliza Alexandre.

Fonte: CQCS

 

Brasileiro gasta, em média, R$ 3.587 por ano com seguro auto

Levantamento da TEx mostrou, ainda, que seguro no Rio de Janeiro é 28% mais caro do que em São Paulo
Na hora de comprar um carro, o preço do seguro é uma das informações importantes que devem ser avaliadas pelo consumidor. Um levantamento realizado pela TEx aponta que o brasileiro paga anualmente, em média, R$ 3.587 por um seguro de automóvel. E, dependendo do estado, o seguro pode custar até três vezes mais que em outras regiões.
O estudo levou em consideração 2,3 milhões de cotações realizadas por corretores de seguros por meio da plataforma da TEx, o Teleport, entre os dias 21 de maio e 20 de junho de 2018. Os dados mostraram que o estado brasileiro com seguro mais barato é Santa Catarina, com média de R$ 2.932, enquanto o mais caro é encontrado em Roraima, na região Norte, com custo anual médio de R$ 8.720.
Entre as descobertas, o levantamento mostrou também que no Rio de Janeiro o custo de um seguro automotivo é, em média, de R$ 4.187 ao ano, 28% mais caro que o seguro pago pelos paulistas, no valor de R$ 3.273. Em termos gerais, o Norte tem os seguros mais caros do País. Os sete estados da região se encontram entre os 12 que têm o seguro mais caro. Já na região Nordeste, Pernambuco e Rio Grande do Norte são os estados que se destacam por terem o seguro mais barato, no valor de R$ 3.194 e R$ 3.074, respectivamente.
Segundo a Fenaseg, o número de carros roubados ou furtados cresce a cada ano, tanto nas capitais brasileiras como nas cidades do interior, exigindo cada vez mais medidas extras de segurança por parte de seus proprietários. “São vários os fatores que impactam na formação da média de cada estado, entre eles o número de veículos segurados e o perfil dos modelos mais procurados, por exemplo. Entretanto, os índices de violência, que refletem no número de sinistros, acabam sendo o fator mais importante na definição do prêmio”, diz Emir Zanatto, diretor de Operações da TEx. “Isso explica, por exemplo, porque o seguro é mais caro no Rio de Janeiro do que em São Paulo, que tem o quarto mais barato do Brasil, abaixo da média nacional”, explica.
Ele ressalta que o objetivo da empresa – que conecta mais de 500 corretoras às 17 principais seguradoras que atuam no Brasil – com a pesquisa é de levar informação para o mercado e contribuir para o desenvolvimento da indústria. Para o consumidor que está buscando adquirir um seguro, a recomendação é que procure um bom corretor. “Os corretores têm todo o conhecimento para auxiliar na escolha da melhor opção para o perfil do interessado, além de dar todo o apoio necessário no caso de um sinistro. É um profissional fundamental para quem quer contratar um seguro e ter a melhor proposta, garantindo proteção do assegurado”, completa.
Confira as médias de seguro em cada estado, de acordo com a pesquisa:

UF

Seguro  Médio

RR

R$ 8.720,00

TO

R$ 6.439,00

MT

R$ 4.985,00

AP

R$ 4.648,00

PA

R$ 4.598,00

AC

R$ 4.501,00

GO

R$ 4.436,00

PI

R$ 4.193,00

RJ

R$ 4.187,00

AM

R$ 4.121,00

RO

R$ 4.007,00

AL

R$ 4.005,00

MA

R$ 3.998,00

MS

R$ 3.919,00

CE

R$ 3.895,00

ES

R$ 3.820,00

BA

R$ 3.632,00

Brasil

R$ 3.587,00

DF

R$ 3.563,00

SE

R$ 3.463,00

RS

R$ 3.398,00

PE

R$ 3.343,00

MG

R$ 3.320,00

PR

R$ 3.298,00

SP

R$ 3.273,00

PB

R$ 3.194,00

RN

R$ 3.074,00

SC

R$ 2.932,00

Fonte: CQCS

Como saber se o seu automóvel precisa de manutenção?

Listamos alguns sinais que você não deve ignorar quando o assunto é a preservação do seu veículo.

Quando a luz do óleo está acesa, por exemplo, é uma indicação de que algo grave pode estar acontecendo. Entupimento no motor, bomba de óleo com problemas ou o seu motor pode estar prestes a fundir. Você pode evitar esse tipo de situação respeitando o momento certo para a troca de óleo do seu veículo.

Ao frear o veículo você escuta um barulho muito agudo? As pastilhas de freio podem estar desgastadas. As revisões dos fabricantes de automóveis são fundamentais para o acompanhamento do desgaste das pastilhas e indicam o momento certo de substituí-las.

Outro sinal importante é a luz da injeção eletrônica. O acendimento dessa luz indica problemas em bicos injetores, sensores ou até mesmo com o tipo de combustível que está abastecendo seu veículo.

O motor do seu carro falha constantemente? Isso pode representar diversos problemas. Antes de tomar qualquer atitude precipitada, procure a ajuda de um profissional especializado.

Ter alguns cuidados preventivos com o seu carro é fundamental para sua segurança, o meio ambiente e, claro, para o seu bolso. Por essa razão, fique atento aos sinais!

 

Com crise, seguros empresariais ganham popularidade

Produtos ligados a créditos e garantias são fundamentais para empresa que têm bens alienados a instituições financeiras

Planejar e preparar a continuidade de um negócio é fundamental em tempos de instabilidade econômica. Essa questão se torna ainda mais relevante quando se está falando de PMEs ou empresas familiares, afinal, um negócio que obteve sucesso não pode ficar vulnerável à morte de um dos sócios ou da direção passar para um herdeiro que não se preparou para assumir a função.

O seguro, nesses casos, pode ser uma alternativa para minimizar riscos ou perdas, mesmo que um bom projeto de estruturação patrimonial e planejamento tenha sido feito.

 “Normalmente, na falta de um dos sócios, tem-se início um processo de transição e mudanças na empresa. Nesse período, a receita da companhia pode sofrer abalos, comprometendo o fluxo de caixa e a liquidação de operações financeiras”, explica Enrique de la Torre, diretor geral de Seguros de Pessoas do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.

Os produtos kyman insurance e buyand sell, que  protegem a empresa, caso ocorra morte ou invalidez total (por doença ou acidente) do principal profissional, estão disponíveis no Brasil. Eles também atendem ao herdeiro, sem ser preciso abrir espaço para sucessão dentro da empresa. “Esses seguros são tão importantes quanto o de responsabilidade civil e servem como complemento a esta apólice”, explica De la Torre.

Outro seguro interessante para se possuir é o que liquida ou amortiza algum crédito adquirido pela empresa no banco em casos de invalidez permanente total por acidente, morte natural ou acidental de um dos sócios, sem que seja preciso que empresa comprometa seu equilíbrio financeiro ou, ainda, que a família dos sócios precise assumir o pagamento desses valores.

 “A solução constitui uma proteção a mais para a empresa, uma vez que, na falta de um dos sócios, a distribuição da dívida entre os demais pode gerar conflitos e atrapalhar a administração da companhia. Além de proteção para as famílias, que não herdarão a dívida do sócio que fizer parte do seguro”, completa De La Torre.

 Se a empresa possuir bens financiados e dados como garantia em caso de empréstimos ou financiamentos com instituições financeiras, o seguro de máquinas e equipamentos não agrícolas, específico para essa transação, é fundamental.

 “Caso o equipamento dado como garantia ao pagamento da dívida seja roubado ou danificado, ele será reposto por meio do seguro”, explica Patricia Siequeroli, superintendente Executiva Produtos Massificados e Especiais do GRUPO.

 Pequenas e Médias Empresas, Comércio e Serviços também podem se antecipar e evitar imprevistos, isso com seguros desenhados sob medidas para elas. Para proteção a esses patrimônios existe o Seguro Empresarial, que tem na cobertura  contra incêndio, raio, explosão, na sua essência, como cobertura básica, e poderá ser complementado com coberturas adicionais, como danos elétricos, responsabilidade civil e também perda de lucro bruto, que indeniza folha de pagamento e demais despesas fixas no caso de incêndio.

 O seguro, nessa situação passa a ser uma medida preventiva indispensável para ajudar a empresa a se recompor das perdas e retomar suas atividades mais rapidamente”, alerta a executiva.

Para os pequenos comércios, que, alguns casos, funcionam nas residências de seus pequenos empreendedores, o GRUPO dispõe de um seguro residencial diferenciado que oferta as mesmas coberturas de um seguro residencial e contempla o conteúdo utilizado nas atividades profissionais. A contratação é simples e rápida.

 A contratação pode ser feita em nome de pessoa física ou jurídica e o segurado deverá ter o cadastro do CNPJ no MEI (Microempreendedor Individual). “Este seguro é ideal para profissionais que têm o seu negócio em casa, como esteticista, cabeleireiros, confeiteiros, mecânicos, vidraceiros, entre outros. O seguro pode cobrir, ainda, perda e pagamento de aluguel, o que é uma grande ajuda em tempos de instabilidade econômica”, destaca Patricia.

Fonte: CQCS

Seguros Auto e Patrimoniais se destacam no 1º semestre

A “Carta do Seguro”, divulgada pela CNseg, indica que os seguros de Automóveis e Patrimoniais foram o destaque do primeiro semestre, com evolução acentuada, de 7,5%. “Ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas ainda procuram proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel e de residência”, comenta o presidente da confederação, Marcio Coriolano, destacando ainda a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas.

O estudo aponta que o mercado registrou crescimento de 1,7% no semestre, sem considerar o seguro DPVAT, totalizando mais de R$ 115,8 bilhões em prêmios.

A “Carta do Seguro” enfatiza ainda o desempenho dos seguros de Crédito e Garantias, que avançaram 8,8% beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016.

Mais expressivo ainda foi o incremento dos seguros de riscos de pessoas, com variação acumulada de 10,1% até junho.

Nesse segmento, o destaque foi a forte expansão do seguro prestamista, com crescimento de 23,7%.

Houve ainda a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o DPVAT), com redução 4,78 pontos percentuais se comparado ao primeiro semestre 2017.

Segundo a CNseg, nos seguros de ramos elementares, a sinistralidade caiu de 54,2% para 52,6% entre os dois períodos comparados.

Já nos planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3%.

Em contrapartida, foi apurada queda da arrecadação nos planos de acumulação, em consequência da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. No conjunto, PGBL e VGBL, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%.

Fonte: CQCS