Mês: agosto 2018
Seguro empresarial cresce entre MPEs
Só no primeiro semestre, a busca dessas companhias subiu 15%. A procura por apólices empresariais tem mostrado crescimento como um todo.
O DCI informa que a alta competição no mercado segurador, com preços mais baixos e produtos personalizados e digitais têm impulsionado a demanda de micro e pequenos negócios por produtos empresariais. Só no primeiro semestre, a busca dessas companhias subiu 15%. A procura por apólices empresariais tem mostrado crescimento como um todo.
Os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), mostram que os prêmios diretos do compreensivo empresarial subiu 14,4% em junho ante igual mês de 2017, de R$ 179,4 milhões para R$ 205,2 milhões.
Para o diretor de linhas comerciais da Sompo Seguros, João Carlos França de Mendonça, o crescimento nas carteiras corporativas acontece, não apenas pela maior conscientização dos empresários em relação ao seguro, como também pela maior competitividade no mercado.
‘A procura tem aumentado bastante e o que limita um pouco do crescimento do prêmio é a concorrência, que traz os preços para baixo. Mas, em níveis gerais, a busca das MPEs [Micro e Pequenas Empresas] avançou 15% no primeiro semestre. É bastante satisfatório’, afirma.
Outro forte apelo das apólices empresariais para os pequenos negócios, segundo os especialistas, é que grande parte do capital desses empreendedores está concentrado na empresa deles o que, em caso de acidentes ou imprevistos, poderia fazê-lo encerrar as atividades.
Nessa linha, de acordo com o diretor financeiro da LTSeg, Caio Timbó, ainda que as projeções em torno da atividade econômica ainda sejam pequenas para este ano, a percepção de risco de negócio dos segurados tem aumentado e, principalmente nesses casos, o seguro deixa de ser completamente cancelado no corte de custos para ter o preço readequado ao caixa da empresa.
‘A maior parte dos clientes já começa a ter uma percepção de risco mais amadurecida e, mesmo que o corte de gastos seja necessário, o cancelamento é evitado e se priorizam coberturas mais simples ou conservadoras, a fim de que o preço também fique menor’, explica o executivo da LTSeg.
‘Ao mesmo tempo, porém, em cenários de incerteza e insegurança, o seguro também se destaca como um pilar de força’, acrescenta a superintendente executiva de produtos massificados e especiais do Grupo Banco do Brasil e Mapfre, Patrícia Siequeroli.
Ela pondera que, assim, nos próximos meses – de eleição presidencial no Brasil e recuperação da atividade econômica mais lenta do que o esperado -, o seguro deve continuar se destacando no mercado.
‘Olhamos o futuro com bastante otimismo, principalmente entre MPEs que correspondem a 80% da atuação principal da seguradora. Temos uma base estável de renovação em um produto cada vez mais atraente em questão de preços e benefícios’, completa.
Na mesma linha, os executivos entrevistados pelo DCI reforçam a adequação tecnológica pela qual o mercado segurador tem passado como uma das principais vertentes impulsionadoras dos produtos.
Segundo Timbó, há um movimento ‘muito grande de todos os players’ em relação às apólices de pequeno porte.
‘A atualização tecnológica está chegando no setor e isso deve colaborar muito para a venda do seguro empresarial na ponta, de forma mais simples e rápida’, afirma ele. “Mesmo que o segmento ainda seja muito retrógrado, o processo de desburocratização do seguro deve aumentar a capilaridade nos próximos meses’, complementa Timbó.
Fonte: CQCS
Aumenta a procura por seguro de celular em SP. Veja dicas para contratar
Valor investido foi de R$ 403 milhões em 2016 para R$ 735 milhões no ano passado
Uma quantidade cada vez maior de pessoas têm contratado seguros para celular. O montante pago pelos clientes disparou 82% no Estado – consequência dos valores crescentes dos smartphones e da preocupação com a criminalidade. Na hora de escolher o melhor plano, é necessário ter uma série de cuidados.
A soma das mensalidades pagas por clientes saltou de R$ 403 milhões em 2016 para R$ 735 milhões em São Paulo no ano passado. Os dados que mostram a alta nesse setor são da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).
“O celular tem tido valor cada vez mais elevado e é alto o índice de roubos e furtos desses equipamentos. Só que ele, hoje em dia, é indispensável na vida das pessoas”, explica o coordenador da Escola Nacional de Seguros, José Varanda, sobre a elevação da procura por seguro de smartphone.
A FenSeg diz que o custo da proteção gira em torno de 15% a 25% do valor do aparelho, dependendo do modelo e da cobertura contratada. Os seguros geralmente cobrem roubo e furto qualificado.
Um celular comprado por R$ 2 mil, por exemplo, pode ser segurado pelo interessado a R$ 500 por 12 meses. Há ainda a taxa de franquia a ser paga em caso de acionamento do seguro para reposição do aparelho.
“Vale a pena ter, principalmente onde a incidência de furto e roubo é alta para este tipo de bem”, avalia José.
Segurança
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) diz não ter como especificar, dos roubos e furtos, quais são de celular, mas ressalta que, a partir de 2015, permitiu o registro do Imei (número de identificação do aparelho) nos boletins de ocorrência, possibilitando o bloqueio automático nas operadoras.
“De outubro de 2017 até junho deste ano foram bloqueados 74.359 celulares em todo o Estado”, informou a SSP, destacando que a Polícia Militar faz patrulhamento para evitar os crimes.
Segundo a FenSeg, só em 2017 foram 300 mil celulares indenizados pelas seguradores no Brasil inteiro. A previsão é que o número passe de 350 mil neste ano.
Cuidados
Ao contratar o serviço, é preciso ficar atento às condições, nas regras, na cobertura, no valor das mensalidades e em outros detalhes para não acabar levando gato por lebre na hora da pressa.
“Deve-se procurar uma seguradora que tenha credibilidade no mercado ou corretores de seguro credenciados, que são preparados para oferecer o melhor produto com as coberturas ideais”, orienta o diretor regional do Sindicato dos Corretores de Seguro no Estado de São Paulo, Rogerio Freeman.
Ele recomenda que o contrato seja lido com a atenção “para ver o que o seguro cobre ou não”.
Fonte: CQCS
22 de Agosto – Dia do Folclore
Folclore é a cultura de um povo, o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos indivíduos de determinada nação ou localidade.
O termo folclore se originou através de um neologismo criado pelo britânico William John Thoms (1803-1885), que uniu as palavras inglesas folk(que significa “povo”) e lore (que quer dizer “conhecimento”).
Assim, folclore ganha o significado literal de “conhecimento do povo” ou “aquilo que o povo faz”.
A base da cultura do povo brasileiro vem da mistura de povos que fizeram o Brasil. Inclui as numerosas tribos indígenas, os portugueses, os diversos povos africanos que foram trazidos escravizados, além de um sem-número de imigrantes como alemães, italianos, japoneses que vieram para o país.
Além disso, estudiosos como Câmara Cascudo, Mário de Andrade, Hekel Tavares, Inezita Barroso e muitos outros recolheram estórias e cantigas, documentaram práticas medicinais que fazem do folclore brasileiro uma fonte inesgotável de inspiração.
Vejamos alguns exemplos do Folclore Brasileiro:
Lendas
- Negrinho do Pastoreio
- Boto Cor de Rosa
- Curupira
- Boitatá
- Saci
Canções
- Peixe-Vivo
- Cai,cai balão
- Fui no Tororó
- O Cravo e a Rosa
- Caranguejo não é Peixe
Festas
- Reisado
- Festas juninas
- Procissão Marítima de São Pedro
- Festa de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém
- Boi-bumbá
Danças
- Maracatu
- Umbigada
- Tambor de Crioula
- Jongo
- Pau de Fitas
Costumes e Crendices
- Ao sentir a orelha arder, atribuir a que alguém esteja falando mal de você.
- Jogar um pouco de cachaça no chão ‘para o santo’ antes de tomá-la.
- Saltar sete ondas na noite do dia 31 de janeiro, pois isso traria boa sorte.
Origem do Dia do Folclore
O Dia do Folclore Brasileiro foi definido oficialmente através do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. A partir de então, conforme definia a lei, o dia 22 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Folclore em todo o país.
A data foi escolhida porque em 22 de agosto de 1846, o pesquisador britânico William John Thoms usou esta palavra pela primeira vez num artigo.
A preocupação em sistematizar e divulgar o folclore brasileiro ganhou força no começo do século XX no Brasil. Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, várias obras apresentadas tiveram como inspiração o folclore brasileiro.
Em 1947 foi criada a Comissão Brasileira de Folclore e, posteriormente, as comissões estaduais. Em 1951 se realiza por primeira vez, no Rio de Janeiro, o 1º Congresso Brasileiro de Folclore, evento que acontece a cada dois anos.
Fonte: Calendarr
Seguro saúde será obrigatório para turistas que viajarem ao Equador
País não estabelece valor mínimo para a apólice, mas exige que o viajante tenha seguro que cubra acidentes ou doenças e que valha para todos os dias da viagem
Os brasileiros que estão planejando viajar para o Equador terão que colocar algo mais na lista de itens indispensáveis. Isto porque, a partir de setembro deste ano, o seguro saúde se torna obrigatório para todos os turistas que quiserem entrar no país. A obrigatoriedade foi estabelecida em fevereiro de 2018, de acordo com a Lei Orgânica da Mobilidade Humana, que estabelece que qualquer pessoa que entre no país precisa ter um seguro-saúde público ou privado durante a estadia.
Esta decisão do governo equatoriano não é inédita e está se tornando uma tendência no mundo. A medida, que já havia sido adotada em 1985 pela Europa com o Tratado de Schengen, estabelece a obrigatoriedade do seguro-saúde para a circulação entre os países com uma cobertura de no mínimo 30 mil euros. Já na América Latina, Venezuela e Cuba também exigem o seguro-saúde para entrar no país.
Com a nova norma, o Equador não estabelece um valor mínimo para a apólice, mas exige que o viajante tenha um seguro saúde que cubra acidentes ou doenças e que valha para todos os dias da viagem. “Porém, mesmo sem valor estipulado, é importante que o usuário busque um serviço que cubra amplamente as despesas hospitalares do país”, alertou Alexandre Camargo, country manager da empresa para o Brasil.
Fique atento
Além de ter o seguro saúde em mãos, existem alguns outros pontos que os viajantes precisam ficar atentos ao se programar para uma viagem internacional. Para auxiliar os viajantes a não terem surpresas desagradáveis durante a viagem, a companhia elaborou algumas dicas:
- Vacinas: alguns países também exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que comprova a vacinação contra diversas doenças. No Equador, por exemplo, é obrigatório apresentar o comprovante de vacina contra febre amarela para entrar o país;
- Moeda: o Equador tem como moeda oficial o dólar americano. Por isso, é importante comprar uma certa quantia antes de viajar. Porém, o indicado é ter notas pequenas, já que notas grandes, como US$ 100 não são aceitas em vários estabelecimentos. Vale lembrar, ainda, que o pagamento com cartão de débito tem um encargo adicional de 6%;
- Documentações exigidas: muitos destinos da América do Sul não exigem a apresentação de passaporte, porém ele é o documento oficial para, praticamente, todos os lugares do mundo. Além disso, ele precisa estar válido até, no mínimo, o retorno do passageiro ao país de origem. Outro ponto que é preciso ficar atento é em relação a exigência do visto para a entrada no país, mesmo se haverá escala. Em conexões nos EUA, por exemplo, apresentação do visto americano é obrigatória.
Fonte: CQCS
Como escolher um seguro de vida em 5 passos
O mercado de seguros de vida vem crescendo no mundo. De acordo com a Moody’s Investors Service, o setor tem crescido a uma taxa média real anual de 4% nos últimos dez anos e está em ritmo de expansão mais forte do que o da economia pela sétima vez nesse período. Apesar do cenário positivo, no Brasil apenas 7% da população têm algum seguro de vida.
“A falta de conhecimento sobre os benefícios de ter um seguro de vida é um dos motivos responsáveis pela baixa adesão no país, além da cultura inerente ao brasileiro de não costumar se planejar a longo prazo”, explica Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.
Além dos planos que oferecem a indenização em caso de morte e acidentes pessoais, existem seguros que contam com indenizações que podem ser resgatadas em vida, como no caso de Doenças Graves por exemplo, que auxilia o segurado em seu tratamento e/ou recuperação.
Aqui estão 5 dicas para escolher o seguro de vida ideal e tirar o máximo proveito desse serviço.
1. Importante definir objetivos
É importante que sejam avaliados os planos pessoais e profissionais a curto e médio prazo, bem como os planos familiares. É possível contratar um seguro com menos coberturas hoje, garantindo renda em caso de impossibilidade de trabalhar por conta de algum acidente, por exemplo. Mas se a intenção é ter filhos ou se casar, é bom pensar em incluir a futura família de antemão. Caso o usuário já tenha uma família, há diversas opções mais completas que visam amparar o futuro dela.
2. O cálculo da indenização ideal é imprescindível
Ao escolher o plano, é importante ter em mente o custo de vida do local de residência e os gastos necessários para que o segurado e sua família consegam se manter em caso de alguma fatalidade.
“O jeito ideal para calcular a indenização é entender qual o ganho mensal do segurado e qual sua importância para a estabilidade da renda familiar. É importante que o seguro cubra pelo menos o valor referente aos gastos essenciais atribuídos ao segurado, como aluguel residencial, educação dos filhos e alimentação”, explica Alexandre.
3. Sempre bom ter um corretor de confiança
É essencial contar com um corretor que auxilie e dê assistência desde o momento da cotação dos planos até o momento de uso e pagamento de possível sinistro. É o corretor que vai fazer as cotações para que o cliente possa analisar vantagens e desvantagens e avaliar as assistências opcionais.
4. O melhor seguro para cada necessidade
Na hora da contratação do seguro de vida, é muito importante escolher uma companhia de confiança, consolidada e que ofereça coberturas adequadas às necessidades a diversos perfis de clientes.
Existem diversas seguradoras que oferecem atendimento online rápido e eficiente para corretores e segurados, além de aplicativos que oferecem todas as informações detalhadas sobre os seguros da companhia ao alcance de alguns toques no celular. Com essas novas ferramentas, os clientes e corretores têm maior agilidade e facilidade no contato com a companhia.
Um exemplo é a Liberty Seguros, pioneira no Brasil na aplicação da telesubscrição para venda de seguro de vida individual por meio do corretor, que consiste em entrevista por telefone, para coletar e analisar informações de saúde, fornecidas pelos clientes da seguradora é prático, agiliza o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro.
A tradicional “Declaração Pessoal de Saúde – DPS”, até então colhida pelo corretor, agora pode ser realizada por uma equipe exclusiva de enfermeiros. Neste processo, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo assim, uma melhor análise do risco, com total privacidade das informações dos clientes.
5. Assistências além das coberturas básicas
Sim, é possível ter acesso a outros tipos de serviços ao contratar um seguro de vida. A Liberty Seguros, por exemplo, pensa sempre em produtos que se adequem às necessidades do mundo atual. Por exemplo, clientes que optarem pelo plano Vida Perfil da seguradora, poderão contar com Personal Fitness para receber orientações e incentivos na prática de exercícios físicos. Há também opções como Assistência Pet e Assistência à Filhos, com baby-sitter e transporte escolar.
“Um seguro de vida deve ser escolhido com muita atenção para que traga tranquilidade para o segurado e sua família. Ele deve englobar todos os benefícios que um seguro de vida pode oferecer para que o cliente não fique com a sensação de que é um produto sem custo/benefício, e sim que há um valor nessa contratação, como tranquilidade, segurança, bem-estar, entre outros”, finaliza Alexandre.
Fonte: CQCS
Brasileiro gasta, em média, R$ 3.587 por ano com seguro auto
UF |
Seguro Médio |
RR |
R$ 8.720,00 |
TO |
R$ 6.439,00 |
MT |
R$ 4.985,00 |
AP |
R$ 4.648,00 |
PA |
R$ 4.598,00 |
AC |
R$ 4.501,00 |
GO |
R$ 4.436,00 |
PI |
R$ 4.193,00 |
RJ |
R$ 4.187,00 |
AM |
R$ 4.121,00 |
RO |
R$ 4.007,00 |
AL |
R$ 4.005,00 |
MA |
R$ 3.998,00 |
MS |
R$ 3.919,00 |
CE |
R$ 3.895,00 |
ES |
R$ 3.820,00 |
BA |
R$ 3.632,00 |
Brasil |
R$ 3.587,00 |
DF |
R$ 3.563,00 |
SE |
R$ 3.463,00 |
RS |
R$ 3.398,00 |
PE |
R$ 3.343,00 |
MG |
R$ 3.320,00 |
PR |
R$ 3.298,00 |
SP |
R$ 3.273,00 |
PB |
R$ 3.194,00 |
RN |
R$ 3.074,00 |
SC |
R$ 2.932,00 |
Fonte: CQCS
Como saber se o seu automóvel precisa de manutenção?
Listamos alguns sinais que você não deve ignorar quando o assunto é a preservação do seu veículo.
Quando a luz do óleo está acesa, por exemplo, é uma indicação de que algo grave pode estar acontecendo. Entupimento no motor, bomba de óleo com problemas ou o seu motor pode estar prestes a fundir. Você pode evitar esse tipo de situação respeitando o momento certo para a troca de óleo do seu veículo.
Ao frear o veículo você escuta um barulho muito agudo? As pastilhas de freio podem estar desgastadas. As revisões dos fabricantes de automóveis são fundamentais para o acompanhamento do desgaste das pastilhas e indicam o momento certo de substituí-las.
Outro sinal importante é a luz da injeção eletrônica. O acendimento dessa luz indica problemas em bicos injetores, sensores ou até mesmo com o tipo de combustível que está abastecendo seu veículo.
O motor do seu carro falha constantemente? Isso pode representar diversos problemas. Antes de tomar qualquer atitude precipitada, procure a ajuda de um profissional especializado.
Ter alguns cuidados preventivos com o seu carro é fundamental para sua segurança, o meio ambiente e, claro, para o seu bolso. Por essa razão, fique atento aos sinais!
Com crise, seguros empresariais ganham popularidade
Produtos ligados a créditos e garantias são fundamentais para empresa que têm bens alienados a instituições financeiras
Planejar e preparar a continuidade de um negócio é fundamental em tempos de instabilidade econômica. Essa questão se torna ainda mais relevante quando se está falando de PMEs ou empresas familiares, afinal, um negócio que obteve sucesso não pode ficar vulnerável à morte de um dos sócios ou da direção passar para um herdeiro que não se preparou para assumir a função.
O seguro, nesses casos, pode ser uma alternativa para minimizar riscos ou perdas, mesmo que um bom projeto de estruturação patrimonial e planejamento tenha sido feito.
“Normalmente, na falta de um dos sócios, tem-se início um processo de transição e mudanças na empresa. Nesse período, a receita da companhia pode sofrer abalos, comprometendo o fluxo de caixa e a liquidação de operações financeiras”, explica Enrique de la Torre, diretor geral de Seguros de Pessoas do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.
Os produtos kyman insurance e buyand sell, que protegem a empresa, caso ocorra morte ou invalidez total (por doença ou acidente) do principal profissional, estão disponíveis no Brasil. Eles também atendem ao herdeiro, sem ser preciso abrir espaço para sucessão dentro da empresa. “Esses seguros são tão importantes quanto o de responsabilidade civil e servem como complemento a esta apólice”, explica De la Torre.
Outro seguro interessante para se possuir é o que liquida ou amortiza algum crédito adquirido pela empresa no banco em casos de invalidez permanente total por acidente, morte natural ou acidental de um dos sócios, sem que seja preciso que empresa comprometa seu equilíbrio financeiro ou, ainda, que a família dos sócios precise assumir o pagamento desses valores.
“A solução constitui uma proteção a mais para a empresa, uma vez que, na falta de um dos sócios, a distribuição da dívida entre os demais pode gerar conflitos e atrapalhar a administração da companhia. Além de proteção para as famílias, que não herdarão a dívida do sócio que fizer parte do seguro”, completa De La Torre.
Se a empresa possuir bens financiados e dados como garantia em caso de empréstimos ou financiamentos com instituições financeiras, o seguro de máquinas e equipamentos não agrícolas, específico para essa transação, é fundamental.
“Caso o equipamento dado como garantia ao pagamento da dívida seja roubado ou danificado, ele será reposto por meio do seguro”, explica Patricia Siequeroli, superintendente Executiva Produtos Massificados e Especiais do GRUPO.
Pequenas e Médias Empresas, Comércio e Serviços também podem se antecipar e evitar imprevistos, isso com seguros desenhados sob medidas para elas. Para proteção a esses patrimônios existe o Seguro Empresarial, que tem na cobertura contra incêndio, raio, explosão, na sua essência, como cobertura básica, e poderá ser complementado com coberturas adicionais, como danos elétricos, responsabilidade civil e também perda de lucro bruto, que indeniza folha de pagamento e demais despesas fixas no caso de incêndio.
O seguro, nessa situação passa a ser uma medida preventiva indispensável para ajudar a empresa a se recompor das perdas e retomar suas atividades mais rapidamente”, alerta a executiva.
Para os pequenos comércios, que, alguns casos, funcionam nas residências de seus pequenos empreendedores, o GRUPO dispõe de um seguro residencial diferenciado que oferta as mesmas coberturas de um seguro residencial e contempla o conteúdo utilizado nas atividades profissionais. A contratação é simples e rápida.
A contratação pode ser feita em nome de pessoa física ou jurídica e o segurado deverá ter o cadastro do CNPJ no MEI (Microempreendedor Individual). “Este seguro é ideal para profissionais que têm o seu negócio em casa, como esteticista, cabeleireiros, confeiteiros, mecânicos, vidraceiros, entre outros. O seguro pode cobrir, ainda, perda e pagamento de aluguel, o que é uma grande ajuda em tempos de instabilidade econômica”, destaca Patricia.
Fonte: CQCS
Seguros Auto e Patrimoniais se destacam no 1º semestre
A “Carta do Seguro”, divulgada pela CNseg, indica que os seguros de Automóveis e Patrimoniais foram o destaque do primeiro semestre, com evolução acentuada, de 7,5%. “Ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas ainda procuram proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel e de residência”, comenta o presidente da confederação, Marcio Coriolano, destacando ainda a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas.
O estudo aponta que o mercado registrou crescimento de 1,7% no semestre, sem considerar o seguro DPVAT, totalizando mais de R$ 115,8 bilhões em prêmios.
A “Carta do Seguro” enfatiza ainda o desempenho dos seguros de Crédito e Garantias, que avançaram 8,8% beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016.
Mais expressivo ainda foi o incremento dos seguros de riscos de pessoas, com variação acumulada de 10,1% até junho.
Nesse segmento, o destaque foi a forte expansão do seguro prestamista, com crescimento de 23,7%.
Houve ainda a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o DPVAT), com redução 4,78 pontos percentuais se comparado ao primeiro semestre 2017.
Segundo a CNseg, nos seguros de ramos elementares, a sinistralidade caiu de 54,2% para 52,6% entre os dois períodos comparados.
Já nos planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3%.
Em contrapartida, foi apurada queda da arrecadação nos planos de acumulação, em consequência da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. No conjunto, PGBL e VGBL, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%.
Fonte: CQCS