O site do SindSeg-SP tem uma seção chamada “Conversa com Executivo” e essa semana trouxe uma conversa com Ronaldo Mendonça Vilela, diretor-executivo do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (SindSeg-RJ/ES) em que ele fala sobre a situação econômica do Brasil e também faz um panorama sobre a indústria de seguros.
Vilela diz que apesar da mudança na expectativa de recuperação da economia brasileira, o mercado de seguros apresenta um crescimento consistente na receita de prêmios. Para ele, o desempenho favorável é resultado “de que as seguradoras têm inovado permanente na oferta de novos seguros e coberturas e na maneira de atuar perante os seus segurados, criando, assim, uma confiança crescente em sua atuação, o que redunda na incorporação de novos clientes”, afirmou.
Nesse sentido ele destacou que o segmento dos seguros de pessoas em mostrado um significativo potencial de crescimento esse ano. Além disso, outros seguros mais tradicionais também se beneficiam da criatividade e das ferramentas de marketing das seguradoras. “A inovação tem levado também as seguradoras a se lançarem em novos mercados, fazendo com que o crescimento da atividade se mantenha à frente do desempenho da economia”, destacou.
O dirigente considera que entre os desafios das seguradoras estão a expansão do mercado em um cenário econômico inconstante já que a perda de poder aquisitivo da população surge como fator inibidor da ampliação do mercado de seguros. “O mercado tem como seu maior desafio a capacidade de levar ao conhecimento da população os benefícios da contratação de um seguro, como garantia de preservação patrimonial e de tranquilidade da família”, diz ele.
Para Vilela, corretores de seguros e suas entidades representativas – Fenacor e Sincor – exercem um papel fundamental já que são imprescindíveis na comercialização do seguro e difusor direto perante o consumidor. Além disso, o executivo aponta que as seguradoras devem permanecer alertas ao comportamento dos consumidores. “O seguro é um “bem intangível”, de uso não desejado. Por isso, esse fator psicológico tem de ser levado em conta no sofá da análise que busca o melhor tratamento a ser dado no desenvolvimento desse importante segmento da atividade econômica e social – em qualquer nação que preza a harmonia em seu funcionamento”, finalizou.
O mercado de planos de saúde médico-hospitalares encerrou junho de 2018 com pequena queda no número de beneficiários na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O levantamento também destaca a retração do total de beneficiários no semestre, diferentemente do que vinha sendo apontado pelo setor.
Com base em números que acabaram de ser atualizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), houve rompimento de 66,5 mil vínculos com planos de saúde médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em junho, o que levou o total de beneficiários no país a 47,2 milhões.
“Nos últimos meses, temos destacado que o mercado deveria analisar as ligeiras altas que vinham sendo anunciadas pela ANS com muita cautela, uma vez que a entidade tende a rever, periodicamente, o total de beneficiários para baixo”, destaca Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS (foto acima).
“O resultado não deve ser encarado como um banho de água gelada em quem já comemorava o início da recuperação do setor”, continua Carneiro, “uma vez que o ritmo de rompimentos de contrato está desacelerando, mas reforça a tese que temos apontado, de que só veremos uma retomada do crescimento de beneficiários quando o total de empregos com carteira assinada apresentar recuperação”.
Apesar de as ligeiras variações positivas divulgadas pela ANS no primeiro semestre terem sido revisadas, empurrando os números para baixo, o cenário ainda é mais positivo do que ao longo de 2017, quando a retração girava ao redor de 1,5% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. “O setor vinha comemorando avanços tímidos, de 0,1%, e agora precisa encarar uma retração também tímida, de 0,1%. Não é algo para ficarmos pessimistas”, reforça o presidente do IESS.
Os dados reforçam a previsão do IESS de que o setor seguirá “andando de lado” por mais um tempo. E mesmo em uma previsão otimista, o número de beneficiários só deve apresentar crescimento acima de 1% em meados de 2019.
Muito tem se falado a respeito do impacto da tecnologia sobre os seguros, um dos setores mais tradicionais que existem. Inteligência artificial (IA), carros conectados, drones e a internet das coisas (IoT) estão se tornando parte integrante dos mercados de seguros e automotivo. Isso se torna evidente quando usamos o sistema de navegação do carro, por exemplo — algo que fazemos todo dia sem perceber, mas que pode gerar uma série de eventos que poucos imaginam ser possível, mesmo nos dias de hoje. Vejamos o que um caso desses pode significar para o futuro dos seguros:
Você digita o local de destino no navegador do seu carro, que usa IA para calcular as diversas rotas possíveis para chegar lá, inclusive a mais rápida, mais segura e com menos consumo de combustível.
Com base na sua possível opção de rota, o sistema emite um alerta de alterações imediatas no prêmio do seu seguro. Você decide mandar a cautela para o espaço e opta pela rota menos recomendada, porque se trata da menor distância até o seu local de destino (o prêmio do seu seguro baseado no uso aumenta para esse percurso).
Infelizmente, você ultrapassa o limite de velocidade e acaba sofrendo um acidente envolvendo um motorista mais cauteloso, que parou de repente quando o tráfego aumentou.
Os sistemas de telemática e gestão que controlam os diagnósticos do seu carro avaliam os danos rapidamente. Sua seguradora é notificada e despacha um drone para coletar evidências no local do acidente.
Antes que você se pergunte “Por que escolhi esse caminho?”, sua seguradora já aprovou sua notificação de sinistro, ligou para uma oficina nas proximidades, pediu que enviassem um reboque para levar o seu carro e, rapidamente, informou um aumento no prêmio da sua apólice motivado pelo acidente!
· Hoje isso pode soar improvável, mas um cenário desses no futuro é certamente possível, considerando o aumento do uso de Inteligência Artificial pelas seguradoras. No entanto, existem outros casos nos quais a IA poderia desempenhar um papel muito mais importante para as seguradoras e seus clientes – e muito antes do que se poderia esperar.
Contratação de seguros contra riscos
As empresas de seguro atuais estão buscando sistemas especializados de Inteligência Artificial que façam o “trabalho pesado” relativo às decisões de contratar um seguro contra riscos. Tal sistema poderia liberar os agentes da demorada tarefa de detectar padrões demográficos e ajudá-los a fazer recomendações mais sensatas a seus clientes, com base em análises de dados provenientes de “machine learning” e combinada a bancos de dados de melhores práticas.
Os sistemas de IA podem se revelar um pouco ameaçadores para os funcionários de seguradoras. A Fukoku Mutual Life Insurance, uma empresa japonesa do setor de seguros, tomou no ano passado a decisão de substituir mais de 30 funcionários pelo sistema Watson Explorer da IBM. A empresa acredita que isso aumentará em 30% a sua produtividade, apresentando retorno para o seu investimento em menos de dois anos. No entanto, independentemente desse suposto “risco” de os trabalhadores perderem seus cargos, a IA proporciona aos agentes de seguro e aos avaliadores de riscos uma visão mais rápida e abrangente com base em uma análise de big data mais profunda, que lhes permite fazer recomendações melhores para seus clientes. Os preços dos seguros também podem ser calculados em tempo real por sistemas de IA capazes de analisar com mais eficiência e eficácia os dados históricos disponíveis, as análises de risco e os preços da concorrência, para que as seguradoras possam oferecer a seus clientes as cotações mais vantajosas para seus serviços.
Processamento de sinistros e prevenção de fraudes
Os sistemas de Inteligência Artificial com algoritmos avançados podem ajudar a agilizar o processamento de sinistros e a prevenção de fraudes. A maioria das seguradoras hoje em dia está aceitando notificações de sinistros por celular e processando-as com mais rapidez e precisão do que nunca, com a ajuda de IoT, dos smartphones, de drones e de sistemas de “machine learning”. Sistemas inteligentes, com aprendizagem profunda, também são mais capazes de detectar padrões de comportamento fraudulento rapidamente e de reduzir o número de fraudes em notificações de sinistros. E as vantagens das análises em tempo real se refletem diretamente nos resultados de seguros contratados assinados pelas seguradoras.
O que as empresas de seguros precisam fazer para melhor incorporar a IA às suas operações?
Existem alguns fatores que as empresas de seguros podem considerar para melhor incorporar a Inteligência Artificial a suas práticas comerciais diárias:
Efetuar uma mudança cultural
Os agentes de seguro e os avaliadores de sinistros de nível sênior são as grandes estrelas do ramo de seguradoras. As empresas de seguros precisam encontrar a maneira certa de combinar os sistemas de IA, que eliminam o trabalho repetitivo e comoditizado relacionado à contratação de seguros e ao processamento de sinistros, ao conhecimento e o contato humano de funcionários valorizados, que vêm trabalhando diretamente junto aos clientes há vários anos.
“As empresas de seguros precisam encontrar a maneira certa de combinar os sistemas de IA com o conhecimento e o contato humano dos funcionários, que vêm trabalhando diretamente junto aos clientes há vários anos”, afirma James Maudslay
A IA também pode ajudar a aprimorar o relacionamento entre a seguradora e seus clientes. A IA irá agilizar a tomada de decisões e, ao permitir que os agentes de seguro se tornem mais receptivos, deixará os clientes mais satisfeitos. Por exemplo, acesso rápido e análises de registros médicos por meio de IA fazem com que o processamento de solicitações aos seguros saúde seja efetuado com maior rapidez. Além disso, o aumento da eficiência pode reduzir radicalmente os custos de contratação de seguros e de processamento de sinistros.
Remover os silos
Uma grande seguradora pode apresentar até 19 sistemas de contratação de seguros protegidos por silos, tornando praticamente impossível a obtenção de informações úteis com base nos dados. A Inteligência Artificial não irá funcionar para essas empresas como num passe de mágica se esses sistemas empresariais cruciais não estiverem interconectados entre si e aos sistemas de IA. O mesmo acontece com as tecnologias emergentes, como a internet das coisas, que já estão produzindo volumes de dados dos quais as seguradoras podem extrair um insight mais profundo sobre seus clientes.
À medida que o setor de seguros se movimenta em direção a um papel mais ativo na prevenção e redução de riscos, as empresas estão se posicionando de forma a escalonar seus recursos digitais tirando o máximo proveito da interconexão segura e direta — por meio da troca privada de dados dentro de casa e entre empresas.
Benefício é mais comum entre atletas do futebol do que nas demais modalidades desportivas
O esporte é uma paixão acentuada entre os brasileiros. Futebol, lutas, natação, vôlei, basquete, ginástica, entre outras modalidades, reúnem milhões de atletas que, motivados por um sonho, se empenham em tornar-se profissionais. Estes atletas, tão queridos, além de levar alegria a muitos brasileiros, também estão propícios a riscos, de enfrentar apuros financeiros (por uma crise em sua equipe) ou até de encerrar a modalidade por alguma lesão grave ou acidente, que os afaste de suas atividades profissionais, temporariamente ou permanentemente.
Para minimizar estes riscos, foi criada a Lei 9.615/98, mais conhecida como a Lei Pelé, que regulamenta a prática do desporto no Brasil. O artigo 45 da lei, determina que entidades de prática desportiva são obrigadas a contratar seguro de acidentes de trabalho para os atletas profissionais a ela vinculados, com o objetivo de cobrir os imprevistos a que eles estão sujeitos.
O texto diz ainda que “o desporto, como direito individual, tenha como base os princípios: da segurança, propiciado ao praticante de qualquer modalidade desportiva, quanto à sua integridade física, mental ou sensorial; da autonomia, definido pela faculdade e liberdade de pessoas físicas e jurídicas organizarem-se para a prática desportiva; da democratização, garantido em condições de acesso às atividades desportivas sem quaisquer distinções ou formas de discriminação; entre outros”.
Embora seja obrigatória, a lei, muitas vezes, é pouco explorada no meio esportivo por diversas razões. “O seguro desportivo é mais utilizado no futebol e nos grandes clubes devido à visibilidade que a modalidade representa. Como alguns atletas ganham pouco, embora o risco de acidentes seja comum para ambos, essa preocupação, acaba ficando de lado, seja por parte dos próprios atletas, ou dos clubes”, explica o sócio da Fly Martins –corretora franqueada da Prudential do Brasil que atua no ramo de seguros de vida -, Raphael Martins.
As pernas do português Cristiano Ronaldo, escolhido pela Fifa como o melhor jogador do mundo, por exemplo, estão protegidas por um acordo milionário. O contrato feito pelo Real Madrid, ex-clube do atleta, estipulava uma multa de 103 milhões de euros em caso de lesão grave, o equivalente a cerca de R$ 449 milhões. Foi o mesmo valor investido na reforma da Arena da Baixada, em Curitiba, para receber a Copa de 2014. E mais que o dobro do valor estipulado pelo Barcelona para cobrir o argentino Lionel Messi, que conta com um seguro de 51 milhões de euros. As informações foram reveladas em um estudo feito pelo site espanhol Acierto, especializado na comparação todos os tipos de seguros.
Benefícios do seguro de vida para os atletas
O seguro de vida traz inúmeros benefícios para os atletas. Juntamente com o sucesso na profissão, vem os altos salário, bônus por desempenho de campeonato, receitas de publicidade, entre outros. Raphael Martins explica que é nesta hora que o esportista necessita de um bom planejamento financeiro. “O material de trabalho do atleta é o próprio corpo, e, como nosso físico tem limites, a carreira destes profissionais é muito curta. O seguro de vida é de extrema importância, pois auxilia no planejamento financeiro, sendo uma proteção para o início e fim da carreira”, avalia.
Este serviço também é importante para proteger a família destes atletas “Caso ocorra imprevistos no meio da carreira, o seguro de vida auxilia na manutenção do padrão de vida destes profissionais e de seus dependentes”, destaca o consultor.
Raphael Martins explica que “quando falamos em seguro de vida pensando na proteção familiar, o foco tem que estar na garantia de estabilidade financeira caso o provedor ou provedora da renda familiar, vier a faltar. Essa falta não ocorre somente com sua morte, mas também em outras situações como acidentes ou doenças graves que possam o impossibilitar de continuar trabalhando e limitam sua renda. A precaução mais sensata para isso é colocar essa responsabilidade em uma apólice de seguro.”
Seguro de vida no futebol
O setor de seguros também entra cada vez mais em campo no Brasil. Uma empresa subsidiária da Prudential do Brasil, por exemplo, administra um contrato firmado com a CBF. O acordo prevê a coberturas para cerca de 12 mil atletas com contratos ativos vinculados à entidade máxima do futebol no país. A apólice garante aos beneficiários cobertura por morte ou invalidez.
A Prudential também mantém seguros individuais com atletas brasileiros de outras modalidades. Segundo a empresa, a cada três profissionais de alta performance segurados por ela, dois são jogadores de futebol. O número é significativo, já que a empresa possui 366 atletas na sua carteira de clientes.
Entre estes profissionais, 47 atletas atuam em clubes do exterior e 82 estão em equipes da série A do Campeonato Brasileiro. Cerca de 70 dos clientes da Prudential atuam nas séries B, C e D do Brasileirão. E outros 33 profissionais da bola estão desempregados.
Carlos Guerra, vice-presidente de Vida em Grupo da Prudential do Brasil, reforça a importância desse tipo de seguro para jogadores de futebol. “Os atletas se arriscam e trabalham os limites do corpo com o objetivo de vencer e desafiar recordes, além de terem uma carreira geralmente mais curta”, argumenta.
De acordo com levantamento da Bidu com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis. A pesquisa foi realizada em seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.
Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo, o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%.
Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas.
O principal propósito desta data é conscientizar sobre a inclusão dos povos indígenas na sociedade, alertando sobre seus direitos, pois muitas vezes são marginalizados ou excluídos da cidadania.
Outra finalidade é garantir a preservação da cultura tradicional de cada um dos povos indígenas, como fonte primordial de sua identidade.
O Dia Internacional dos Povos Indígenas ainda presta homenagem a todas as contribuições culturais e sabedorias milenares que esses povos transmitiram para as mais diversas civilizações no mundo.
De acordo com o senso demográfico de 2010, no Brasil existem mais de 800 mil indígenas, repartidos aproximadamente 305 etnias diferentes, com cerca de 274 idiomas. Esses dados mostram que no Brasil ainda existe uma população indígena expressiva e que deve ser preservada.
Origem do Dia Internacional dos Povos Indígenas
O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, em 23 de dezembro de 1994, através da resolução 49/214.
O primeiro Dia Internacional dos Povos Indígenas foi comemorado em 9 de agosto de 1995, marcando o início da primeira década internacional dos indígenas (1995 a 2004).
Em 2007, comemorando a segunda década internacional dos indígenas, foi aprovada a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. ´
Entre alguns dos principais pontos da Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, destaca-se:
A inserção dos indígenas na Declaração Internacional dos Direitos Humanos;
Direito à autodeterminação, de caráter legítimo perante todas as entidades internacionais;
Os indígenas não podem ser removidos de seus territórios de modo forçado;
Direito à utilização, educação e divulgação dos seus idiomas próprios;
Direito à nacionalidade própria;
Direito de exercer suas crenças espirituais com liberdade;
Garantia e preservação da integridade física e cultural dos povos indígenas;
O Estado deve auxiliar as comunidades indígenas a manterem os seus direitos básicos.
Lançamento de produto garante o pagamento do capital segurado no caso de diagnóstico de câncer a pessoas com até 19 anos e possibilita que responsáveis tenham acesso a recursos para tratamento da doença.
Mais de 300 mil crianças e adolescentes são diagnosticadas com câncer infantil anualmente de acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer. Na faixa etária até os 15 anos, 215 são notificados sobre a doença por ano. Entre 15 e 19 anos, são 85 mil que apresentam a condição. Nos países de alta renda cerca de 84% das crianças sobrevivem à doença. Já nos países de média e baixa renda, assusta que 80% das crianças sequer tenham acesso aos tratamentos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) e com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o câncer é a segunda causa de morte entre crianças e adolescentes até 19 anos no Brasil. Fica atrás apenas dos casos de morte por acidente e violência. Ainda, o INCA prevê que 12,5 mil crianças serão diagnosticadas com câncer no Brasil. A mesma previsão é válida para 2019.
Os números impressionam e colocam pais e responsáveis por crianças e adolescentes em alerta. Assim como no caso dos adultos, o diagnóstico precoce é determinante para o sucesso dos tratamentos. Porém, quando uma família recebe o diagnóstico, vem uma preocupação: como pagar pelos tratamentos? Foi pensando nesse tipo de situação que a American Life, seguradora brasileira com mais de 25 anos de atuação e reconhecida por apostar em seguros para nichos específicos do mercado, passou a oferecer o American Life Diagnóstico de Câncer Infantil.
O American Life Diagnóstico de Câncer Infantil, que acaba de ser lançado, é um seguro que garante ao segurado de até 19 anos de idade o recebimento de um capital no caso do diagnóstico de câncer. A apólice deve ser contratada pelos pais ou responsáveis em favor do menor e vai possibilitar que haja recursos suficientes para que a criança receba o melhor que a medicina tem a oferecer.
“Sabemos que o tratamento adequado do câncer infantil salva 80% dos diagnosticados, por isso, é justo pensar em uma solução que auxilie pais, responsáveis e, lógico, as crianças, a enfrentar a doença”, ressalta Francisco de Assis Fernandes, diretor comercial da American Life.
O American Life Diagnóstico de Câncer Infantil garante um pouco mais de tranquilidade e a certeza aos familiares de que a criança diagnosticada poderá se concentrar na batalha para vencer o câncer.
Tendo a lista da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em julho, foi feito um estudo para saber o valor do seguro dos carros mais vendidos em julho.
Para realizar o estudo, foi considerado como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de quatro estados, além do Distrito Federal estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$1.919 e o menor em Brasília por R$1.442, uma distância de R$477. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$2.461. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 5.121, a menor em São Paulo, com R$2.660. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos.
Os carros mais vendidos
O Onix, da Chevrolet, voltou a apresentar crescimento nas vendas em comparação ao mês anterior: cerca de 4%, quando saiu de 16.218 e atingiu 16.856 em julho. O número de crescimento, porém, é menor do que no comparativo de maio com junho, quando as vendas subiram 8%. O Prisma, também da Chevrolet, entrou na lista dos mais vendidos, ocupando a nona colocação, com 5.016 unidades comercializadas.
O Ford KA voltou a ocupar a segunda posição após três meses de ausência. Com 9.558 mil unidades, o principal modelo da Ford apresentou um crescimento de 22% em comparação a junho. Mesmo superando o HB20 no mês de julho, o KA ainda é o terceiro carro mais vendido do Brasil no consolidado do ano, com 57.820, contra as quase 60 mil unidades comercializadas do modelo da Hyundai. O líder ainda é o Onix com mais de 106 mil carros emplacados.
O HB20 mesmo aumentando as suas vendas em 10%, passando de 8.292 para 9.124 em julho, perdeu a segunda colocação para o Ford KA. O número de unidades emplacadas, em comparação ao quarto colocado, Gol, é de 72%: 9.124 vendas do HB20 contra 6.631 do Gol.
Argo, Kwid, Novo Polo voltam a figurar na lista dos mais vendidos e parecem, de fato, terem caído no gosto popular. O Novo Polo voltou a crescer as suas vendas em cerca de 17% (saiu de 4.974 e foi para 5.828 carros vendidos), após um junho de queda. Já o Argo e o Kwid ficaram na sexta e oitava colocação, respectivamente, com 5.476 e 5.203.
O Corolla, após um mês de ausência na lista dos mais vendidos, voltou ao ranking, ocupando a 10ª colocação com 4.364 unidades comercializadas, pouco acima das 4.288 unidades vendidas em junho. Após o mês de junho não contar com nenhum sedan, o Prisma também apareceu, na nona posição, com 5.016 carros comercializados e reforçou a volta dos sedans aos mais vendidos.
Detalhes da cotação
Capitais: São Paulo (SP),Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba(PR) e Brasília (DF).
Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica.
O mercado brasileiro deve chegar este ano a marca de 5 milhões de certificados digitais emitidos com captura, extração e comparação biométrica facial e de impressão digital como fator de autenticação. Com isso, a combinação entre certificados digitais e biometria deve garantir a segurança e a confiabilidade de dezenas de milhões de transações digitais a serem realizadas em todo o País.
A biometria passou a ser requisito de segurança para certificados digitais em 2016. Naquele ano, os postos emissores de certificados passaram a coletar biometria facial e impressões digitais para serem utilizados com fatores de autenticação de segurança. Desde então, todos os cadastrados na base da ICP-Brasil passaram a ser identificados por meio da biometria e cada certificado passou a ser emitido com base em um cadastro de informações biográficas e biométricas.
Na prática, o uso da biometria eliminou o tempo que anteriormente era dedicado para a conferência e validação das identidades. De um lado, o uso da biometria simplificou o processo de emissão e, de outro, ampliou a proteção aos titulares dos certificados. Um dos principais papéis de qualquer sistema de segurança é garantir disponibilidade, autenticidade e integridade do ecossistema digital, propiciando um ambiente de confiança transacional.
Saber quem é, se realmente é quem se apresenta ser e como tornar imutável a vontade e expressão digital de cada interação, permite criar serviços digitais cada vez mais confiáveis e escaláveis. Mais que isso, em um mundo de bilhões de uns, é fundamental que os sistemas de identificação tratem dados biográficos e biométricos como combustível necessário para dar acesso às informações, privilegiando a proteção e privacidade da experiência digital.
Fazendo uso da biometria, o certificado digital assina e criptografa as informações com privacidade e autenticidade em termos de autoria, respaldados por um arcabouço normativo e legal que garante a presunção de validade jurídica de qualquer vontade digital expressa por uma pessoa física em um ato particular ou profissional.
Ao combinar a biometria e o certificado digital como métodos de identificação fisiológica e positivação digital durante as diversas iterações de um usuário, um novo patamar de segurança é estabelecido, criando realmente ambientes digitais muito mais confiáveis e melhorando ainda mais a experiência de uso. Neste caso, a balança da conveniência e da segurança podem se equilibrar melhor, estabelecendo ambientes digitais realmente produtivos e eficientes.
A aposta na adoção desta tecnologia vem crescendo a passos largos no Brasil e em outros países. Diversos segmentos, tais como bancário, varejo, segurador, saúde, entre outros, já estão usufruindo a ferramenta que, em poucos anos, se tornará obrigatória.
O dito popular “Mulher ao volante, perigo constante” não corresponde com a realidade quando analisamos as estatísticas das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT às vítimas de acidentes e seus familiares.
Somente no ano passado, por exemplo, do total das indenizações pagas pela Seguradora Líder, 25% foram para mulheres e 75% para homens. Nos casos de morte decorrente de acidentes de trânsito, essa diferença foi ainda maior: 82% das vítimas são homens, um claro indício de que os acidentes mais violentos têm maior envolvimento de condutores do sexo masculino. Os dados são do Boletim Estatístico Especial “Mulheres no Trânsito”, divulgado recentemente pela Seguradora Líder e que pode ser conferido clicando aqui.
Mas será que o verdadeiro perigo está nos homens ao volante? Algumas infrações cometidas por mulheres mostram que a igualdade entre os sexos está crescendo de forma nem sempre positiva. De acordo com o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN/DF), o número de mulheres flagradas dirigindo após o consumo de álcool cresceu cerca de 25% no primeiro quadrimestre de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016.
No entanto, as infrações relacionadas ao álcool não são a única preocupação. De acordo com o departamento de estatística do DETRAN do Rio de Janeiro, atualmente, as multas por falar no celular ao dirigir estão divididas em 55,7% para mulheres e 44,3% para os homens, um número assustador considerando que cerca de 70% dos condutores do Estado são do sexo masculino. É importante lembrar que dirigir usando o celular é equivalente a dirigir alcoolizado.
O fato é que uma eventual disputa não deve ser travada entre homens e mulheres, mas sim contra a violência no trânsito. Afinal, dirigir exige a mesma responsabilidade e seriedade de todos os condutores, independentemente do gênero.