Pulseira inteligente pode reduzir preço do seguro

A tecnologia continua “invadindo” o mercado de seguros com novidades que, em breve, deverão alterar profundamente as relações entre consumidores, corretores e seguradoras.

Esse processo ocorre mais rapidamente nos países desenvolvidos, particularmente nos Estados Unidos, onde já seguradora exigindo que os segurados usem pulseiras inteligentes e que compartilhem esses dados.

Segundo a revista Exame Informática, esse é o caso do John Hancock, uma das mais antigas e tradicionais seguradoras do mercado norte-americano, que se rendeu a modernidade e decidiu interromper a comercialização de seguros de vida “tradicionais”.

O objetivo é obrigar eventuais segurados a utilizarem as opções mais modernas. No plano Vitality básico, por exemplo, os dados da atividade física do cliente são recolhidos através de uma pulseira inteligente. Caso os objetivos sejam atingidos, os segurados podem ter um desconto de até 15% nos prêmios.

Desde, claro, que seja cedida a monitorização de dados de saúde e de fitness recolhidos através de wearables.

A seguradora também ganha com a melhoria da qualidade de vida do cliente, que vivem mais tempo e pagam pelo seguro durante mais tempo também.

Segundo a publicação, os novos planos irão entrar em vigor em 2019 e não parecem ser opcionais.

A revista questiona também se a John Hancock vai conseguir detectar tentativas de fraudes, que permitem aumentar os indicadores de atividade física, mesmo sem ter o segurado feito qualquer exercício.

Fonte: CQCS

 

Pesquisa aponta que 30% dos trabalhadores do País não têm plano de saúde

Levantamento conduzido pela Ticket, com base de usuários de suas soluções, mostra também que cobertura médica corporativa ainda é a mais utilizada

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, realizou, neste mês, um amplo levantamento da situação da saúde de colaboradores e empresas usuárias de suas soluções de benefícios ao trabalhador. Ao todo, foram mais de 1,7 mil respostas sobre o comportamento de uso de planos de saúde e sua contratação. Os dados coletados mostram que 30% dos colaboradores não têm opção de cobertura médica (particular ou corporativa), 63% são beneficiados por planos de saúde corporativos e 7% possuem planos particulares.

Os pesquisados ainda apontaram que o alto custo de um plano é o principal motivo para troca de convênio (25%), seguido da falta do atendimento de alguma especialidade médica (16%). “Percebemos com este levantamento que há um espaço de não-atendimento de colaboradores de algumas empresas e que o valor gasto com o plano médico é um fator importante na tomada de decisão de contratação”, explica Felipe Gomes, Diretor Geral da Ticket.

Sobre a utilização do serviço médico, 76% acabam recorrendo à cobertura para realização de exames clínicos e consultas de especialidade e só um quarto recorre ao serviço para atendimento hospitalar. Do total dos pesquisados, mais da metade (62%) realiza check-up anual.

Visão das empresas

Levantamento respondido por 150 empresas-clientes da Ticket de pequeno porte, com até 100 funcionários, mostra que 45% não oferecem convênio médico aos seus colaboradores. Das que oferecem o benefício (55%), 41% apontam que o custo mensal com a contratação da assistência chega a ser de R$ 10 mil; e 11% gastam entre R$ 11 mil a R$ 25 mil por mês.

Para as médias e as grandes empresas-clientes da Ticket, que contam com com até 2 mil funcionários e que responderam a pesquisa, 55% delas alegam gastar até R$ 50 mil ao mês com convênio médico que oferece aos empregados e 37% não oferecem este tipo de benefício ao trabalhador. “Além disso, 76% delas não utilizam alternativas para reduzir a sinistralidade, ponto importante na definição dos valores pagos pelas empresas aos convênios”, analisa o executivo.

Ticket Saúde

No início de agosto, a Ticket passou a oferecer um produto inovador ao mercado para a assistência de saúde ao trabalhador. A solução serve para que as empresas possam multiplicar os cuidados que têm com seus colaboradores, com acesso a serviços de saúde de qualidade e redução dos custos com a sinistralidade dos planos. A novidade já está disponível nas principais capitais do Brasil como: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, entre outras e será expandida para outras capitais nos próximos meses.

Com uma rede de médicos, clínicas e laboratórios credenciados, que oferecem serviços com valores cerca de 80% mais baixos do que os de mercado – entre R$60 e R$90 –, o Ticket Saúde é um cartão digital de benefício pré-pago. Carregado mensalmente pela empresa, o cartão também pode ser utilizado para descontos de até 20% em medicamentos nas farmácias credenciadas. O benefício ainda possibilita que os colaboradores coloquem créditos adicionais no cartão e é extensivo aos dependentes, sem custo adicional para a empresa.

“Nos últimos anos, a inflação dos planos subiu e o custo do benefício passou a representar até 12% da folha de pagamento, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Lançamos essa solução para que as empresas possam oferecer uma assistência à saúde de qualidade aos empregados e ainda economizar”, finaliza Felipe Gomes.

Fonte: SEGS

 

São Paulo reduz óbitos de pedestres e ciclistas no trânsito

Ações integradas de prevenção de acidentes no trânsito salvam vidas de pedestres e ciclistas no estado. Redução foi de 36,3% e 32%, respectivamente

O número de pedestres e ciclistas que morreram no trânsito no estado de São Paulo reduziu 36,3% e 32%, respectivamente, em dez anos, de acordo com os dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. Entre os anos de 2007 e 2016, o número de pedestres vítimas de acidentes de trânsito caiu de 2.197 para 1.398. Já o de ciclista, reduziu de 322 para 220. No Brasil, o percentual mostra redução de 36,2% de óbitos de pedestres e 23,4% de mortes de ciclistas em vias de trânsito. Os dados são divulgados em alusão ao Dia Mundial sem Carro, que é lembrado neste sábado (22), e que está dentro da Semana Nacional do Trânsito.

A redução dos óbitos está associada a vários fatores, em especial a implementação de ações integradas e intersetorial, com destaque para a fiscalização dos órgãos de controle, o fortalecimento da legislação, a engenharia de trânsito e a mudança nos hábitos dos brasileiros. Além das ações citadas, algumas medidas adotadas pelo pedestre ajudam a reduzir a frequência de acidentes, entre elas, atravessar na faixa de pedestre com segurança ou na travessia elevada, respeitar a sinalização do semáforo e evitar caminhar com fones de ouvidos ou falando ao celular.

A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho, avalia que a diminuição das mortes no trânsito mostra que o brasileiro tem mudado, aos poucos, as atitudes, prezando cada vez mais pela segurança.

“Houve um aprimoramento da Legislação, aumento na fiscalização e alguns programas estratégicos, como o Vida no Trânsito. No entanto, o número de óbitos e internações ainda preocupa, especialmente os de motociclistas. Precisamos avançar na mobilidade segura para reduzir esses números”, enfatizou Maria de Fátima Marinho.

ACIDENTES CICLISTAS

Entre 2007 a 2016, o estado de São Paulo, registrou uma redução significativa nas mortes de ciclistas no trânsito, passando de 322 para 220 de óbitos, significando uma redução de 32%. O Brasil, também se registrou uma queda de óbitos em ciclistas, em 23,4%, saindo de 1.649 para 1.262 mortes, no mesmo período.

VIDA NO TRÂNSITO

O Vida no Trânsito é um programa de gestão intersetorial, desenvolvido nas capitais e, atualmente, em expansão pelo Brasil. Tem como pressuposto o planejamento integrado e intervenções conjuntas, por diversos setores que trabalham com o tema, dentre eles a saúde, o trânsito, a segurança, a mobilidade e a educação, visando a redução de lesões e óbitos em decorrência do trânsito. É um programa baseado na evidência e orientado pela informação qualificada localmente, a partir da análise integrada e sistemática de dados.

O Programa envolve a melhoria da qualificação da informação, planejamento, intervenções integradas, monitoramento, acompanhamento e avaliação das ações, com foco em dois fatores de risco prioritários, associação álcool e direção e velocidade excessiva e/ou inadequada, além de outros fatores locais, priorizados localmente.

Desde o início da implantação, em 2010, o Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios, vem desenvolvendo ações para fortalecer políticas de vigilância, prevenção de lesões e mortes no trânsito e promoção da saúde. Hoje está sendo executado em cerca de 40 municípios, com maior ampliação no estado do Paraná. Até o momento já foram investidos mais de R$ 90 milhões.

O Programa iniciou em cinco capitais do país: Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Palmas e Teresina e já apresentou resultados expressivos. A análise dos óbitos nas capitais, cinco antes e depois da implantação do PVT, em 2010, associada ao estudo comparado dessas capitais com o Brasil, demonstra, fortemente, o importante papel do PVT na redução das mortes e lesões no trânsito. Enquanto, a redução de óbitos por acidentes de trânsito no Brasil, no período 2010 a 2016 foi de 12,8%, nas capitais, com exceção de Palmas e João Pessoa, a redução variou entre 16,5% (Fortaleza) a 57% (Aracaju).

Cinco capitais se destacaram, em termos percentuais, com as maiores reduções: Aracaju (SE), com 57,1%; Natal (RN), com 45,9%; Porto Velho (RO), com 43,5%; Salvador (BA), com 42,4% e Vitória (ES) com 42,1%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). O estado de São Paulo aparece em 8ª posição, com redução dos óbitos por acidentes de trânsito em -31,4%. Esses resultados não deixam dúvida que estamos no caminho certo e que o PVT precisa ser fortalecido e expandido para todo o Brasil.

Fonte: SEGS

 

Seguro Rural: Mercado e perspectivas para 2018

Leia a entrevista com o vice presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, Joaquim Neto

Joaquim Neto, vice presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, fala sobre as perspectivas do setor para os próximos meses de 2018 e os bons resultados dos produtos até julho deste ano. Confira!

Dados da Susep mostram que o seguro rural cresceu 13,2% até julho deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado. A que o senhor credita este resultado?

Acreditamos que esse resultado é devido ao aumento de produção da safra brasileira, aliado à maior percepção dos agricultores em relação aos riscos decorrentes de eventos climáticos. O seguro agrícola vem crescendo ano a ano, e isso é reflexo da própria atividade agrícola que, de acordo com a a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que a agricultura e o agronegócio contribuíram com 23,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2017, a maior participação em 13 anos.

Como o seguro rural pode continuar crescendo para manter o resultado até o final do ano?

As seguradoras tem feito um excelente trabalho, desenvolvendo produtos e coberturas para atender à necessidade dos agricultores. Hoje, além do seguro de custeio; existe o seguro de produtividade; a cobertura do seguro que garante a baixa do valor da saca (preço ou renda); a cobertura do seguro que ampara a perda de qualidade de grãos; e temos muito mais a criar para atender a essa crescente demanda do mercado.

Muitos agricultores ainda têm dúvidas sobre como é feita a precificação deste produto. O senhor pode explicar um pouco sobre isso?

Claro, é realmente muito difícil analisar os dados climáticos sem termos uma base pública que apresente a ocorrência das perdas por cada propriedade agrícola, o que ainda é um sonho. Mas cada seguradora que opera nesse segmento busca dados de ocorrência dos eventos climáticos a serem assumidos em seus produtos de seguro agrícola e através de estudos de estatística e atuária (que é a área do conhecimento que analisa os riscos e expectativas financeiros e econômicos, ou seja as perdas decorrentes da probabilidade de acontecerem esses riscos ). Valida e distribui sua comercialização em várias regiões.

Temos que lembrar que seguro é mutualismo, alguns sempre estão perdendo muito, mas continuam na atividade justamente por conta de terem vários na carteira de seguro que ao adquirirem suas apólices de seguro, dando suporte a eles.

E qual sua mensagem para o agricultor que está nos ouvindo e tem interesse de contratação?

Você, agricultor, que tem trabalhado tanto e investido mais ainda em tecnologia, equipamentos de ponta e insumos de última geração, não deve deixar que os eventos climáticos te tirem da atividade, pois se você não tiver seguro isso pode acontecer contigo. E vai ser muito ruim para o Brasil não termos a sua contribuição na produção agrícola brasileira, que ano a ano vem batendo recordes de produção.

Você, agricultor, que já teve indenização de seguro agrícola, divulgue para seus colegas e amigos como é bom poder se dedicar com mais tranquilidade à sua atividade principal, que é gerar riquezas, para você, para sua família e para o nosso Brasil. Não tendo que perder uma safra, ficar com dívidas e até podendo deixar de conduzir sua própria fazenda, se uma seca, granizo, geada, excesso de chuva ou outro evento climático acometer sua produção. Seja prudente, valorize o seu trabalho, faça seguro agrícola.

Fonte: SEGS

 

Bob Zoom – O trem de ferro

Bob Zoom e seus amigos vão viver uma aventura animada para encontrar o trem de ferro que dá nome ao show. Nessa viagem divertida, os personagens vão se deparar com situações inusitadas que prometem surpreender e alegrar a criançada e seus pais.

A trilha sonora do show tem 18 canções, todas bem conhecidas do público que se acostumou a acompanhar o Bob Zoom na internet e em outras plataformas. São clássicos do cancioneiro popular como A Baratinha, Pintor de Jundiaí e Marcha Soldado.

22 E 23 DE SETEMBRO | SÁBADO E DOMINGO, ÀS 15H

espetáculo infantil | duração: 50min | classificação: Livre

INGRESSOS

Plateia: R$ 60,00 | R$ 30,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 40,00 | R$ 20,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 40,00 | R$ 20,00 (meia-entrada)

Fonte: Teatro Porto Seguro.

21 de Setembro – Dia da Árvore

Esta data foi escolhida por anteceder o início da Primavera no hemisfério sul, que dependendo do ano pode ocorrer entre os dias 22 e 23 de setembro.

Apesar de ainda ser comemorado nos dias de hoje, o Dia da Árvore foi substituído pela Festa Anual das Árvores, instituída pelo decreto federal 55.795 de 24 de Fevereiro de 1965.

Mesmo com esta mudança, o Dia da Árvore, em setembro, ainda é lembrado nas escolas e na mídia.

O objetivo desse dia é promover a importância da preservação das árvores e das florestas. Incentivando a proteção do meio ambiente com atitudes que trazem benefícios à natureza.

Estimular a reflexão sobre as consequências do desmatamento e da expansão da poluição também é uma boa forma de comemorar o Dia da Árvore. Lembrando também que as árvores nos proporcionam o oxigênio de respiramos, a sombra que nos refresca e diversos frutos que nos alimentam. Sem esquecer da importância para a manutenção do equilíbrio do nosso ecossistema.

No dia 21 de março é comemorado o Dia Internacional das Florestas e da Árvore, que tem o mesmo propósito do Dia da Árvore, mas está associado à chegada da primavera no hemisfério norte.

Produto para motocicletas de seguradora cresce 149%

Em comparação ao mesmo semestre do ano passado o seguro de motocicletas da SulAmérica cresce 149%. Além de ajustes de preços e o ciclo de retomada do mercado em geral, o avanço também se deve a dois novos planos de Assistência 24 horas (planos 3 e 4) lançados em março, com inclusão de reboque para troca de pneus e aumento do limite de quilometragem – podendo ser ilimitado – para reboque em caso de acidente.

Segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a produção de motocicletas chegou a 96,2 mil unidades em julho, acréscimo de 34,7% em relação ao mesmo mês de 2017. Na comparação com junho, a produção cresceu 92,1%.

“Sabemos que para os clientes é importante poder contar com serviços que garantam tranquilidade e segurança em situações de imprevisto. O mercado de motocicletas tem crescido e se tornado cada vez mais exigente, especialmente no caso de proprietários de motos de alta cilindrada. Por isso, disponibilizamos novas opções de planos da Assistência 24 horas, o que reflete uma procura ainda maior pelo nosso produto, aliada à qualidade já reconhecida do seguro da companhia”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

O ciclo de crescimento da companhia continua no início do segundo semestre. A companhia registrou 12% de aumento de contratações de seguros para motos em julho ante junho. Os planos 3 e 4 da SulAmérica também apresentam avanço, com o acréscimo respectivo de 94% e 104% nas aquisições em julho deste ano, na comparação com o mês de março, quando as coberturas foram lançadas. No caso do plano 4, assistência mais completa disponibilizada pela seguradora para esse tipo de veículo, 66% das motocicletas são de alta cilindrada e 34% de baixa cilindrada.

Hoje, o Estado de São Paulo concentra o maior número de motos seguradas pela SulAmérica. Em segundo lugar estão as regiões Norte e Nordeste. Em relação à contratação dos novos planos da Assistência 24 horas, o Estado paulista também aparece na liderança, mas com Minas Gerais e Centro-Oeste na segunda colocação.

Além das novidades para o serviço de reboque, os novos planos 3 e 4 da SulAmérica para motocicletas incluem serviços como remoção médica, transporte para recuperação do veículo, hospedagem, acompanhante em caso de hospitalização, transporte emergencial, entre outras.

Fonte: CQCS

 

Cresce a procura por seguro de RC por profissionais da área médica

 

No último ano, o aumento foi de 10,76% no Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre. Seguro reembolsa custos de processos judiciais decorrentes de erro ou omissão no exercício da profissão

São Paulo, 17 de setembro de 2018 – Ainda pouco conhecido no Brasil, a procura pelo seguro de responsabilidade civil para profissionais liberais vem crescendo.

No Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, a comercialização da cobertura de Responsabilidade Civil Profissional cresceu 10,76% em apólices vigentes e 17,53% em volume de prêmios no acumulado, na comparação do período que compreende julho de 2017 a junho de 2018 com o anterior (julho de 2016 a junho de 2017).

Esse tipo de seguro garante o reembolso das despesas por condenações judiciais quando o profissional causa danos a terceiros. A cobertura do seguro, no entanto, é restrita a processos por erros ou omissões do profissional no exercício da sua atividade.

“A área de saúde é de uma complexidade muito grande e esses profissionais podem sofrer consequências de ações judiciais. O produto garante o valor da condenação ou o valor do acordo extra judicial até o limite de garantia contratado, incluindo honorários e custas do processo”, explica Patricia Siequierolli, superintendente Executiva Produtos Massificados e Especiais do GRUPO.

A apólice cobre o valor de até R$ 600 mil, e estende-se a profissionais médicos, dentistas, veterinários, fonoaudiólogos, farmacêuticos e enfermeiros.

Fonte: CQCS

Apenas 25% das empresas brasileiras possuem seguro contra incêndio no país

Na última semana um incêndio arrasou com o maior museu do país, o Museu Nacional do Rio de Janeiro. O local, assim como 75% das empresas nacionais – dados do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) – não possuía seguro contra incêndios. Um acervo de mais de 20 milhões de itens foi praticamente aniquilado.

Embora a contratação do seguro contra incêndio seja obrigatória para empresas (Decreto Lei 73/66 e Artigo 20 do Decreto 61.687/67), apenas 25% das pessoas jurídicas no país possuem o seguro. Segundo o Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, o pouco conhecimento sobre o produto e a falta de fiscalização são motivos para a baixa adesão.

Incêndios podem começar das mais diferentes formas, com um curto-circuito ou uma panela esquecida no fogo, mas o resultado é sempre o mesmo: prejuízo. E é nessa hora que os benefícios do seguro amenizarão os danos causados.

O seguro contra incêndio cobre danos materiais causados pelo fogo e pela fumaça, dentro e fora da empresa e até mesmo prejuízos causados por explosão de qualquer motivo. Tudo vai depender de como foi contrato o seu seguro que, normalmente, é associado ao seguro empresarial.

Segundo a Seguralta, maior rede de corretora de seguros do país, o valor para se contratar esse tipo de plano para uma empresa irá variar de acordo com a importância segurada. Pode-se fazer um seguro de uma sala comercial de R$80.000,00, como também grandes riscos que valem milhões. A tarifação (custo) do seguro irá depender da atividade executada no local.

A cotação é feita da seguinte forma: corretor de seguros, juntamente com o Segurado, irão identificar os riscos e necessidades do Imóvel. A partir dessa avaliação, é realizada uma cotação. A cotação pode conter vários tipos de coberturas, como: Incêndio, Danos Elétricos, Roubo, Responsabilidade Civil, Desmoronamento, entre outras.

Para contratar o seguro contra incêndio, o empreendedor deve avaliar o valor de reconstrução do imóvel (prédio+conteúdo), desconsiderando o terreno. Ele deve procurar um corretor de seguros, qualificado para análise do risco e que vai auxiliá-lo na contratação rápida e correta. Uma atitude simples, que protege o negócio e patrimônio da empresa.

Fonte: SEGS

Fipe: vale o valor da data da indenização ou do sinistro?

A seguradora deve indenizar o segurado com base no valor da Fipe da data do sinistro ou do dia em que indenização foi efetivamente paga? Essa questão foi apresentada por membro de um dos grupos de Whatsapp  do CQCS o “Bom dia Seguro” que possui mais de 3 mil Corretores de todo Brasil.

A resposta não é fácil, até porque há, pelo menos, duas interpretações conflitantes. A primeira é uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual, nos casos de perda total, o valor médio de mercado do veículo como parâmetro para a apuração da indenização securitária deve observar a tabela vigente na data do sinistro e não a data do efetivo pagamento (liquidação do sinistro).

Já a outra interpretação é a que consta na Circular 269/04 da Susep, pela qual a indenização deve seguir o valor de cotação do veículo, “na data da liquidação do sinistro”.

O CQCS ouviu os presidentes dos Sincors do Distrito Federal, Dorival Alves de Sousa, e de Pernambuco, Carlos Alberto Valle – ambos vice-presidentes da Fenacor.

Segundo Dorival Alves de Sousa também advogado, esse assunto ainda não está “pacificado”, pois há interpretações distintas nas seguradoras. “Há seguradora que paga com base no valor válido na data da entrega de toda a documentação. Outras pagam com base na data da indenização”, observou.

Ele ressaltou, contudo, que há o julgamento do STJ determinando o pagamento pelo valor data do sinistro, “Mas, essa decisão ainda não virou regra geral. Foi de uma turma apenas. Para virar jurisprudência, outras turmas devem julgar da mesma forma”, acrescentou, sugerindo ainda que o segurado recorra ao judiciário reivindicando receber a diferença entre os dois valores.

Por sua vez, Carlos Valle afirmou que, em linhas gerais, a seguradora paga em até 30 dias, considerando o valor válido da data do evento.

Ele ressaltou, porém, que, quando a indenização demora vários meses ou até um ano, por questões de documentação, deve prevalecer o bom senso. “Se o atraso foi provocado pela seguradora, ela tem que pagar o valor maior”, comentou.

Fonte: CQCS