Cinco motivos para fazer um seguro residencial

Com custo abaixo de 1% do valor do imóvel, além de coberturas para incêndio, roubo e responsabilidade civil, oferece uma série de serviços para residência

De acordo com dados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros), apenas 14,5% das residências brasileiras possuem seguros. A baixa procura se deve, principalmente, ao fato de que muitas pessoas ainda acreditam que o custo é alto e a cobertura fica restrita a casos de incêndio. O preço, no entanto, gira em torno de 1% do valor imóvel e a proteção pode incluir danos elétricos, roubo e responsabilidade civil, entre outros itens que serão cobrados à parte. Além disso, quem fecha um contrato, ganha uma série de serviços para casa como encanador, eletricista e chaveiro.

Custo-benefício

O seguro é calculado de acordo com o valor do apartamento ou da casa, da região onde o imóvel está localizado e de uma estimativa de custo dos bens que o integram. A partir do seguro básico, que irá cobrir o imóvel em caso de incêndio, queda de raio ou explosões, é possível solicitar outras coberturas. As mais procuradas são contra danos elétricos, roubo ou subtração de bens com arrombamento e vendaval.

Personalização do serviço

Essa “personalização” da apólice é outro atrativo. “O corretor de seguros pode ajudar o contratante a escolher as coberturas necessárias e o valor das indenizações indicadas para cada caso. O seguro é feito sob medida”, explica Villar. “O valor da cobertura definido na apólice é o limite máximo a ser recebido para cada uma das garantias”, completa. Por isso, é necessário atenção redobrada antes de assinar o contrato para evitar surpresas desagradáveis. Uma dica é ler o tópico “riscos excluídos”, nas condições gerais. Os mais comuns são falhas na construção, furtos sem vestígio de arrombamento e defeitos preexistentes.

Pacote de benefícios

Além das coberturas, as seguradoras costumam oferecer pacotes de benefícios muito atraentes. Entre os principais serviços gratuitos estão chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. Há pacotes que incluem consertos de aparelhos da linha branca, desentupimento de pias e ralos, além de instalação de utensílios domésticos.
Bônus

Assim como o seguro do carro, o residencial também garante descontos progressivos ao não registrar sinistros, aplicados a cada ano sem ocorrências.

Facilidade na indenização

Por último, está a facilidade no pagamento da indenização que leva, em média, 30 dias após a apresentação de toda a documentação exigida. Após comunicar a seguradora sobre o sinistro, o segurado deve providenciar e enviar todos os documentos solicitados. Feito isso, será feita uma avaliação do sinistro e tudo o que foi contratado. Após a conclusão dessa análise e, caso o pedido de indenização seja aprovado, o contratante será ressarcido por meio de reparação dos danos, reposição do bem por outro da mesma espécie ou em dinheiro.

Sobre a Touareg Seguros

Criada em 2011, a Touareg Seguros é a primeira franqueadora de corretora de seguros sediada no Nordeste. Com sede em Salvador (BA) a empresa começou sua operação no franchising em 2016 e iniciou a venda das franquias em 2017. Hoje, já são 17 unidades, presentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Amazonas e no Distrito Federal. A projeção para 2018 é chegar a 100 unidades. A Touareg atua em todos os ramos de seguros e consórcios.

Fonte: CQCS

19 de Setembro – Dia Nacional do Teatro

A primeira forma de teatro surgiu no Oriente, apesar de ser um conceito de teatro relacionado com rituais religiosos. O teatro como forma de arte surgiu na Grécia Antiga.

No Brasil o teatro nasceu no século XVI, e tinha como objetivo espalhar a crença religiosa.

Porém, o teatro como forma de entretenimento só começou a ser comum no Brasil após a chegada da Família Real Portuguesa, em 1808. Naquela época, o rei costumava convidar companhias de teatro estrangeiras para fazer as suas apresentações para a nobreza.

No entanto, em meados do século XIX começam a surgir os primeiros grupos de teatro nacionais, principalmente no gênero cômico.

Mais tarde, esta manifestação artística sofreu um retrocesso significativo por causa da censura imposta pela ditadura militar. O fim da ditadura militar significou um novo fôlego e uma nova relevância para os artistas e para o teatro.

Em 19 de setembro, de acordo com o Projeto de Lei nº 6.139/13, aprovado na Câmara dos Deputados, também é celebrado o Dia Nacional do Teatro Acessível”.

Fonte: Calendarr

Vantagem ou desvantagem? Chaves virtuais para carros é realidade

As novas tecnologias chegam para trazer benefícios aos humanos. Entretanto, como nem tudo é perfeito, ela também tem suas falhas.
Desta vez, os carros poderão ser abertos e fechados através de uma chave virtual, em um aplicativo de celular. O questionamento é: Se o celular for perdido, furtado ou roubado, o proprietário ficará sem o veículo?
As contribuições da tecnologia são muito grandes de modo que ficar, por instantes, sem o celular representam muitas perdas: agendas, calendário, agência bancária, redes sociais, PDA (Personal Digital Assistant) etc. Ocorre que, alguns fabricantes já deram início à comercialização do produto.
Com a Internet das Coisas (IoT), ampliando o ecossistema para além de entretenimento e informação, as chaves virtuais estão cada vez mais próximas de tomar o mercado. Contudo, por ser virtual, existe o risco de ataque de hackers que podem assumir o controle do automóvel. Ou seja, uma nova estratégia ao crime. O seguro passa a interferir a partir disso.
Pensando nessas questões, especialistas do Centro de Tecnologia Allianz (AZT), o centro de pesquisa de tecnologia automotiva do Grupo Allianz, formularam diretrizes para o projeto de chaves virtuais e armazenamento e processamento de dados relacionados. O AZT submeteu essas diretrizes ao Conselho de Pesquisa para Reparos de Automóveis (RCAR), órgão internacional de centros de pesquisa automotiva com 25 membros da Europa, Ásia, América do Norte, América do Sul e Austrália. O Grupo de Trabalho de Crimes Cibernéticos para Veículos da RCAR considerará a adoção dessas diretrizes como padrões internacionais para chaves virtuais de carros.
Conveniente, mas complexo
Na ocorrência de um sinistro, o cliente entrega as chaves do carro à seguradora para realização do registro. No caso da existência das chaves virtuais, o cliente teria de entregar o smartphone, o que, de fato, é provável que não aconteça. Aliado a isso, pode haver mais de uma chave virtual para um veículo em circulação. Desta forma, a seguradora precisaria receber todos os celulares; outro empecilho.
Logo, um processo para retirada é preciso e a documentação pode ser solicitada por uma parte independente; por exemplo, a montadora. Se a autorização foi retirada após um roubo, a prova disso teria que ser encaminhada para o processo de sinistros, no lugar dos smartphones.
“Temos que garantir que podemos indenizar nossos clientes sem complicação em caso de roubo, mesmo se uma chave virtual for usada”, declara o responsável por Sinistros na Allianz Versicherungs-AG, uma divisão da Allianz Alemanha, Jochen Haug.
Diretrizes de segurança
“Isso só acontecerá se a segurança dos dados estiverem garantidas”, afirma Christoph Lauterwasser, diretor AZT e presidente do comitê diretor da RCAR, em referência à credibilidade da implantação das chaves virtuais nos veículos.
Para garantir a segurança dos dados e da tecnologia, o AZT propôs algumas diretrizes. Entre elas estão:
• Não haverá possibilidade de “copiar” a chave virtual e deverá haver esclarecimentos sobre quantas chaves existem para um determinado veículo;
• Uma lista clara, transparente e fixa de todos os usuários autorizados da chave deve ser fornecida ao cliente e à seguradora se o veículo for roubado. Além disso, o cliente deverá revogar imediatamente todas as autorizações;
• A autorização para entrar no veículo deve ser separada da autorização para dirigi-lo. Isso não apenas aumenta a segurança, mas também permite modelos de serviço futuros, como “Delivery to the car boot”;
• O ambiente de dados para armazenar e acessar a chave virtual deve ser completamente separado de outros aplicativos. Dados críticos, como autorizações e cálculos de chaves, devem ser limitados a um ambiente de armazenamento e execução seguros;
As normas deverão nortear todos os países e o processo de automação de chaves para carros. “Os riscos relacionados a chaves virtuais não se limitam a um país, pois são internacionais e globais”, salienta Lauterwasser. “Essas diretrizes foram projetadas para serem independentes de tecnologias específicas e fabricantes específicos. Elas abordam a indústria mundial de automóveis”, completa.
Moldando o futuro da mobilidade
As chaves virtuais são apenas um dos exemplos de como o AZT está interagindo com a indústria automotiva no tratamento de novas tecnologias. Fundado em 1971, o AZT investiga tecnologias automotivas relevantes para o mercado de seguro com uma perspectiva científica. Especialistas do Centro de Tecnologia estão em contato constante com as indústrias de manufatura e reparo de automóveis, universidades e a indústria de seguros.
“Estamos vendo um rápido aumento no ritmo de desenvolvimento de novas tecnologias em veículos mais novos. Muitos deles têm um impacto direto em nossos riscos segurados, bem como nos reparos e no modo como as reclamações são tratadas”, comenta Lauterwasser.
Fonte: CQCS

 

Quais cuidados você precisa tomar antes de fechar o seguro do carro?

Falta de informação ou desatenção podem te atrapalhar na hora de assinar o contrato

Um dos principais equívocos é não ter cuidado com o que se assina. Não tenha preguiça de ler e reler o contrato com muita atenção. Caso surjam dúvidas (e elas surgirão), não tenha medo ou vergonha de perguntar.

Cheque se informações, como número de condutores, idade e cidade estão certas. Seja sincero quando informar esses dados, afinal, se a seguradora descobrir a mentira, ela terá o direito de se recusar a indenizar um sinistro.

Escolha bem a modalidade do seguro e confirme o valor da franquia a ser paga caso precise acionar sua seguradora. É fundamental entender exatamente todas as condições do seu plano para evitar surpresas desagradáveis no futuro. Um exemplo disso, é o item “exclusão”, que descreve tudo o que seu seguro não cobre – fique atento!

Outro ponto que requer cautela é o que informa se sua seguradora oferece ou não assistência 24 horas. Esse tipo de serviço geralmente inclui reboque e carro reserva disponíveis a qualquer hora do dia em caso de acidentes.

Considerados todos esses fatores, não se esqueça de exigir uma cópia do seguro. Além de ser uma prova de que fechou com a seguradora, ela pode servir para consulta de dúvidas futuras.

Detran lança CRLV digital

Mais uma novidade que vai facilitar a vida de todos que são apaixonados pelo mundo automotivo: o documento de veículos, CRLV (Certificado de Registro Licenciamento de Veículo), passou a ser disponível na versão digital na útima semana de agosto (27), no Distrito Federal. A tecnologia será exercida gratuitamente pelo Detran de todas as cidades e estados que estão liberados. O objetivo do Detran é que o Brasil inteiro tenha a CRLV digital.

Aplicativo:

O documento está disponível no mesmo aplicativo em que é possível verificar a CNH, o app “Carteira Digital de Trânsito”, que pode ser baixado nos sistemas operacionais Android e iOS.

Quem poderá ter:

Segundo o Portal G1, de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o CRLVe só será expedido após a quitação dos débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais vinculados ao veículo, bem como o pagamento do DPVAT.

Assim como a CNH digital, o CRLV contém todas as informações do documento impresso e um “QR code” para leitura rápida e informatizada. A nova versão também permite exportação em arquivo PDF, com assinatura digital — que tem validade de documento autenticado.

De acordo com o Código de Trânsito, o motorista que for parado sem o documento -impresso ou digital- comete infração gravíssima e pode receber multa de R$ 293,47, 7 pontos na carteira, além de ter o veículo removido.

 

18 de Setembro – Dia dos Símbolos Nacionais

Os símbolos nacionais são quatro: a Bandeira, as Armas, o Selo e o Hino.

Em cerimônias, eventos esportivos, documentos importantes e localidades oficiais, esses símbolos representam o Brasil – por isso, devem ser respeitados por todos os cidadãos.

São os símbolos nacionais que nos identificam como nação, como pessoas que compartilham uma mesma terra e uma mesma língua.

Bandeira

Projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a Bandeira Nacional foi desenhada por Décio Vilares. Ele se inspirou na bandeira do Império, que havia, por sua vez, sido desenhada pelo pintor francês Jean Debret.

A esfera azul onde hoje aparece a divisa positivista “Ordem e Progresso” substituiu a antiga coroa imperial. Dentro da esfera estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul tal como apareceu às 8h30min do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Mas, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, para permitir que todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal fossem representados.

Como símbolo da pátria, a Bandeira Nacional permanece hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Quando tem que ser substituída, a nova é hasteada antes que a antiga seja arriada.

O hasteamento e arriamento são tradicionalmente feitos às 8h e 18h, respectivamente, o que não impede que isso ocorra a qualquer hora do dia ou da noite. Quando exposta à noite, porém, a bandeira deve estar bem iluminada.

Selo

Formado por um círculo representando uma esfera celeste, exatamente igual à da Bandeira Nacional, tem ao redor as seguinte palavras: “República Federativa do Brasil”.

O Selo é usado para conferir a autenticidade dos atos de governo e dos diplomas e certificados expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas.

Armas Nacionais

Figura representada por um escudo redondo, pousado em uma estrela de cinco pontas, com o Cruzeiro do Sul ao centro e sobre uma espada. Traz um ramo de café à direita e outro de fumo à esquerda. Numa faixa em cima da espada, encontram-se as legendas “República Federativa do Brasil”, ao centro, “15 de novembro”, à direita, e “de 1889”, à esquerda.

Hino

A identificação do povo com o Hino é muito importante para que, ao ouvi-lo ou cantá-lo, possa se ter a sensação de que ele é realmente o porta-voz da nação, da alma do povo. Você mesmo já não se emocionou várias vezes ouvindo o Hino Nacional Brasileiro, depois de uma competição olímpica ou quando assistia Ayrton Senna, depois de cruzar a reta final do autódromo, subir ao pódio e, o que é melhor, erguendo nossa bandeira? Este é um tipo de sentimento patriótico do qual mesmo as pessoas mais frias e calculistas não conseguem escapar.

A atual letra do nosso Hino ainda completou cem anos. De autoria de Osório Duque Estrada, foi redigida em outubro de 1909 e seu projeto original encontra-se na Biblioteca Nacional. A letra, um poema oficializado pelo decreto número 15.671 de 6 de setembro de 1922, apresenta algumas variantes, mas, em linhas gerais, segue o original de 1909.

 

Métodos propõem mudança no cálculo do seguro agrícola

Estudo sugere que taxas mal calculadas podem desestimular as vendas e causar prejuízos às seguradoras

Métodos alternativos para determinar o valor dos seguros de produtividade e faturamento agrícola são apresentados em pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. No estudo, a comparação com as metodologias atuais sugere que os seguros de produtividade e faturamento superfaturam as taxas cobradas dos segurados, o que desestimula as vendas. No caso do seguro de faturamento, que não leva em conta a influência da cotação do dólar, as taxas são subestimadas, ignorando os riscos, o que pode dar prejuízo às seguradoras.

O trabalho da pesquisadora Gislaine Vieira Duarte utilizou dados sobre a produtividade de soja nos municípios de Cascavel, Castro, Guarapuava, Palmeira e Toledo (Paraná). Para estabelecer o valor do seguro de produtividade, foram utilizadas distribuições de parâmetros que capturam a simetria, a assimetria e a bimodalidade dos dados sobre produtividade de soja no Brasil. “Essas distribuições permitem identificar características geralmente encontradas em cultivos brasileiros e que devem ser levadas em consideração para obter um prêmio justo e mais preciso do seguro”, ressalta.

Para a precificação do seguro de faturamento é necessário encontrar a distribuição entre variáveis como a produtividade de soja e preço de mercado da cultura, feita com um método estatístico que calcula função de distribuição conjunta e a estrutura de dependência entre elas. “A análise foi realizada sob dois enfoques: o bidimensional, que leva em consideração as variáveis produtividade de soja e preços futuros da soja negociado em reais”, relata a pesquisadora, “e o tridimensional, que leva em consideração a produtividade de soja, preços futuros (em dólares) e a cotação do dólar”. Além disso, em ambas as abordagens são realizados o cálculo e a estimação das taxas do prêmio de seguro de faturamento e sua comparação com as taxas aplicadas pelo mercado segurador brasileiro.

Taxas
No caso do seguro de produtividade e faturamento (tridimensional), os resultados sugerem que as taxas cobradas pelas seguradoras estão superfaturadas quando comparadas com a metodologia apresentada. “A superestimação da taxa dificulta a expressiva venda de seguros no Brasil, além de atrair agricultores com maiores riscos, fortalecendo o problema de seleção adversa”, destaca Gislaine.

No caso do seguro de faturamento (bidimensional), em que a precificação tradicional não leva em consideração a influência do câmbio (dólar) na modelagem, as conclusões do estudo indicam que as seguradoras subestimam os valores das taxas do seguro. “Isto pode levar a uma perda grande para a seguradora, pois esta pode estar considerando um risco muito menor do que deveria ser levado em consideração”, aponta a pesquisadora.

O estudo é descrito na tese de doutorado de Gislaine, orientada pelo professor Vitor Augusto Ozaki, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia, e defendida no último dia 15 de agosto. A pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Estatística e Experimentação Agronômica da Esalq.

Fonte: CQCS

Como escolher o melhor seguro para sua moto?

Se existe uma coisa em comum entre todos os amantes de duas rodas, é o desejo de uma vida descomplicada. Leveza, velocidade e a sensação da brisa atravessando o corpo são os principais interesses de quem escolhe a moto como meio de locomoção.

O fato é que depois da realização do desejo, vem o primeiro impasse: como garantir a segurança da moto? Em seguida, um turbilhão de burocracias: franquia, cobertura, assistência, aceitação, preços altos. E agora?

Selecionamos algumas dicas para que você possa escolher o seguro ideal para moto, ou seja, aquele que garante a proteção e tranquilidade a cada saída com ela, no tamanho certo do seu bolso.

Custo-Benefício

Antes de qualquer ação, é preciso definir um valor máximo disposto para investir no seguro. Isso porque existem diversos tipos de seguro, e cada modalidade oferece diferentes serviços e cobram diferentes valores, de acordo com o modelo em questão, risco exposto pela sua moto e perfil de utilização.

O seguro é MUITO importante, e isso ninguém pode negar, afinal os índices de roubo no país são alarmantes. Porém, se você possui uma moto com mais de 6 anos ou faz parte do considerado “Perfil de Risco”, os preços do seguro completo podem ser inacessíveis.

Por isso, é preciso calcular quanto você está disposto a pagar, levando em consideração os riscos de deixar o seu veículo desprotegido e qual seguro oferece as melhores soluções para os possíveis problemas que pode enfrentar com sua 2 rodas. Não há nada melhor do que dirigir tranquilo, sabendo que há uma empresa preparada para te ajudar, quando um imprevisto acontecer, concorda?

Tipos de Seguro

Decidido em fazer um seguro, você precisa agora avaliar qual seguro é o ideal para suas reais necessidades e interesses. São diversas modalidades de coberturas e assistências, e os seguros oferecidos no mercado estão divididos de acordo com elas.

Há, por exemplo os seguros que contemplam diversas coberturas em uma única apólice (colisão, incêndio, roubo, furto, cobertura para terceiros e para danos totais e parciais) e há os simplificados, que englobam coberturas específicas, como furto e roubo, por exemplo.

Cada tipo de seguro possui diferentes características. O seguro completo, por exemplo, cobre diversos tipos de acidentes, como exposto acima, porém, seu valor é muito alto, na grande maioria dos casos. Já o seguro exclusivo de furto e roubo, é bem mais em conta, mas oferece uma cobertura única, garantindo à você, indenização da Fipe contratada, se levarem sua moto e não for encontrada pela seguradora.

Aceitação

Depois de escolher a modalidade de seguro que você deseja, o próximo passo é certificar-se de que a seguradora que você escolheu aceite sua moto. Isso porque é muito comum, entre algumas seguradoras, negar o seguro para motos com mais de 10 anos ou cobrar valores muito altos pela cobertura completa.

A Dica é optar por seguradoras que sejam especialistas em seguro de motos. Dessa maneira, você aumenta muito as chances de ter sua moto aceita, independente do ano, modelo ou marca.

Assistência 24 horas

Outra questão importante ao avaliar o melhor seguro para sua moto é a assistência 24 horas. Pane elétrica, pneu furado ou até serviços de chaveiro são alguns dos imprevistos que podem acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar.

Por isso, é essencial poder contar com com assistência 24 horas em todo o Brasil, seja pelo seguro completo ou o de cobertura exclusiva de Furto e Roubo.

SUSEP – A sua segurança

A última questão que você precisa considerar antes de escolher uma empresa para proteger seu bem, é checar se ela está regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Este órgão é responsável por fiscalizar e gerenciar o mercado de seguros, evitando que segurados sofram fraudes, caindo no golpe do seguro pirata.

A SUSEP é a garantia que a sua moto está segura e que você será devidamente indenizado caso algo aconteça com sua moto.

 

 

Incêndio no Museu Nacional: De quem é a responsabilidade?

Negligência da administração do Museu Nacional alerta necessidade da Gestão de Risco

O incêndio no Museu Nacional, que aconteceu no último dia 2 de setembro, no Rio de Janeiro, deu foco para a falta de responsabilidade com o patrimônio cultural brasileiro e deixou exposta a atual situação dos museus públicos Brasileiros.

De acordo com o site Valor Econômico, nenhum museu público do País possui seguro, o que ressalta a negligência das administrações.

A sociedade espera que os responsáveis sejam penalizados pela tragédia. No entanto, nada está sendo feito. Desde 2013, os repasses do Governo Federal, para manutenção, caíram à metade: de 1,3 milhão para R$ 643 mil, no ano passado. Não é diferente com outros museus públicos.

O fato alerta que, se houvesse seguro, uma gestão de risco estaria em andamento através da análise global do museu, do acervo e do entorno. Após o acidente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) investiu, através da Lei Rouanet [Lei Federal de Incentivo à Cultura], quase R$ 25 milhões para segurança em museus.

Devido à falta de cuidados e serviços essenciais para o bom funcionamento dos museus, sem os equipamentos e procedimentos de prevenção a perdas, inclusive incêndio, as Seguradoras não demonstram interesse pela alta possibilidade de ocorrer um sinistro.

O Corretor de Seguros é o profissional responsável pelo dimensionamento da gestão de riscos e poderia ser um importante apoio para evitar situações como esta, entretanto, a legislação brasileira não permite sua participação nas licitações públicas.

Existe um Projeto de Lei, o 9.129/17, de autoria do deputado Lucas Vergílio, que está em tramitação. Se aprovado, o Corretor poderá contribuir para a proteção do patrimônio brasileiro, otimizando as chances da implementação de um seguro.

A ocorrência deste acidente deixou aparente a necessidade de repensar a gestão dos patrimônios culturais públicos e providenciar soluções que garantam a perpetuidade desses ativos que são fundamentais para o adequado conhecimento da nossa história às futuras gerações.

Fonte: CQCS

 

Annie, O Musical

Superprodução é protagonizada por Ingrid Guimarães e Miguel Falabella.

A superprodução de “Annie, o musical”, clássico da Broadway, chega ao Teatro Santander no dia 30 de agosto. Baseada na história em quadrinhos Little Orphan Annie (“Annie, a Pequena Órfã”), de Harold Gray, a montagem traz Ingrid Guimarães, Miguel Falabella, Sara Sarres, Cleto Baccic e grande elenco.

O enredo gira em torno da pequena Annie, uma menina de 11 anos que vive em um orfanato comandado pela divertidíssima e desleixada senhora Hannigan, interpretada por Ingrid Guimarães. Depois de tentar fugir para encontrar seus pais, que ela crê estejam vivos, e adotar o cachorro Sandy, é trazida de volta para o lugar e acaba sendo escolhida para passar o Natal na mansão do milionário Oliver Warbucks, papel de Miguel Falabella. Annie se aproxima do homem ranzinza e solitário, subvertendo seu cotidiano, fazendo-o aproximar-se dos valores da amizade, da compreensão e do amor.

“Annie” estreou na Broadway em 1977 e venceu seis Tony Award, incluindo o de melhor musical. O espetáculo é fenômeno mundial, tendo sido produzido em mais de 40 países e a história ganhou as telas de cinema por três vezes, em 1999, 1982 e 2014. No Brasil, “Annie, o Musical” tem 25 números musicais e envolve a participação direta de 210 profissionais. O espetáculo tem músicas de Charles Strouse, letras de Martin Char nin e libreto de Thomas Meehan. 

Preço R$75.00 a R$310.00

Data 30 Ago-30 Set

Horário(s) Quintas e Sextas, às 21h | Sábados, às 16h30 e às 21h | Domingos, às 15h e às 19h

Teatro Santander
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, 04543-011