Mulheres terão nova associação no mercado de seguros

O Clube das Luluzinhas Executivas de Seguros vem ao longo de sua existência, se adequando aos novos tempos e tendências que mais se aproximem dos seus objetivos e público-alvo. E, nessa busca incessante, típico da consciência que se faz representar, entendeu que é chegada a hora de se transformar para crescer ainda mais e avançar alargando os seus horizontes e propósitos.

Nesse contexto, temos o prazer de comunicar a nossa formalização através do nascimento da AMMS – Associação das Mulheres do Mercado de Seguros, que será presidida porr Margo Black, executiva que, até o final do ano passado, comandava as operações da Swiss Re no mercado brasileiro.

No momento, estamos na fase de inscrição de CNPJ, obtenção de alvará, criação do regimento interno, busca de patrocínios, parcerias, alteração de nossa identidade visual e site, abertura de conta bancária, definição de valor de contribuição anual para as as associadas, elaboração de um plano de ação, definições de cargos e etc.

Serão realizados dois eventos de lançamento oficial da AMMS. O primeiro está confirmado para o dia 25 de setembro, às 9:30, em café da manhã no auditório do IRB Brasil Re.

O segundo ocorrerá no mês de outubro, em São Paulo-SP, pois nossa atuação deixa de ter o foco apenas no Rio de Janeiro e passa a ser sem fronteiras.

A AMMS representa um passado adiante da história do tradicional Clube das Luluzinhas, que, de natureza informal, teve como seus principais desafios: a conscientização e formação das mulheres profissionais envolvidas com o mercado de seguros, além do “networking. Tornou-se uma marca respeitada e consolidada, contribuindo para o empoderamento da mulher.

Assim como a diversidade e a inclusão social passaram a ter expressiva relevância no mundo, não seria diferente em nosso mercado de seguros. Portanto, latente é a necessidade de crescermos e nos formalizar para modernizarmos nosso trabalho e nosso escopo de atuação.

 

Seguradoras de veículos driblam crise da economia e conquistam mais clientes

Receita do segmento superou R$ 38 bilhões em 2017. Aumento da concorrência e barateamento de custos para os clientes contribuem para o avanço do setor

Nos últimos anos, ter um seguro de automóvel se tornou quase um item de primeira necessidade nas grandes cidades brasileiras. Além do aumento generalizado de roubos e furtos, a expansão da frota de veículos mais novos – e, obviamente, mais caros – levou muitas pessoas a dar maior atenção à necessidade de proteger o patrimônio de eventuais prejuízos. Não por acaso, o mercado de seguros no Brasil cresceu 7,5% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2017, segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Ao longo de 2017, a receita da indústria brasileira dos seguros superou a casa de R$ 38 bilhões.

O presidente da entidade, Eduardo Dal Ri, atribui o avanço do setor a fatores como o aumento da concorrência e o barateamento dos custos para os clientes. “O mercado segurador vive um momento de recuperação e de otimismo, motivado pela confiança no reaquecimento gradual da economia”, afirma o executivo, que também é vice-presidente das divisões de Automóvel e Massificados da SulAmérica Seguros. “Essa confiança é ainda mais nítida no segmento de automóveis. No ano passado, as apólices de automóveis geraram R$ 21,4 bilhões em pagamento de indenizações e benefícios.”

Um fator que também impulsiona o mercado brasileiro de seguro de automóveis é a forte recuperação da indústria automobilística, que neste ano está crescendo, mês após mês, a um ritmo de 20% em relação às vendas de 2017. Além disso, mesmo com a recessão nos últimos anos, o Brasil mantém um papel de destaque no mercado automobilístico internacional, ficando em nono lugar no ranking dos maiores fabricantes de veículos, com mais de 2 milhões de unidades por ano.

“Não é de hoje que o Brasil é um dos mercados mais cobiçados pelas seguradoras do mundo todo, tanto pelo potencial de crescimento para os próximos anos quanto pelas possibilidades de diversificação”, disse o CEO da seguradora italiana Generali, Antonio Cassio dos Santos, responsável pelas Américas e mercados do Sul da Europa, que abrange Grécia, Portugal e Turquia.

DIVERSIFICAÇÃO
No embalo do crescimento do setor surgem as chamadas insurtechs, que são resultado da junção das palavras insurance (seguro) e technology (tecnologia). Assim como as fintechs, as agtechs e tantas outras startups do tipo, essas empresas surgiram com o propósito de revolucionar o setor. É o caso de companhias como Tex, Iq Seguro Auto, Bidu, Youse, Minuto Seguros e ThinkSeg. As insurtechs “falam” a mesma língua dos consumidores e suprem as suas novas exigências. A principal promessa dessas startups é que, com mais agilidade e menos burocracia, sejam garantidas as entregas de propostas de um bom seguro de automóvel.

Além das insurtechs, o setor vive uma disputa acirrada entre as empresas de monitoramento e rastreamento. O custo para a compra do equipamento pode variar entre R$ 750 e R$ 1 mil, com mensalidades a partir de R$ 69. Esse segmento, que pode incluir coberturas avulsas, como furto e colisão por perda total, tem atraído principalmente proprietários de veículos mais antigos e motoristas de aplicativos, como Uber e 99.

“Hoje, oferecemos um produto diferente, com rastreamento e seguro, algo com que outras empresas não trabalham”, afirma o israelense Amit Louzon, presidente da Ituran. “Motoristas de aplicativos não têm muitas oportunidades com as seguradoras, em razão da maior exposição a riscos.”

Preço final

O mercado de seguros vive, no entanto, realidades distintas no país – e ainda é algo caro para boa parte da população. Levantamento realizado pela Tex Tecnologia, plataforma de cálculo para corretoras de seguros, mostra que o brasileiro paga anualmente, em média, R$ 3.587 por um seguro de automóvel. Considerando que a renda média não chega a R$ 1,2 mil, é fácil entender por que apenas 20% dos automóveis da frota circulante estão protegidos.

A depender do estado, o seguro pode custar até três vezes mais. Roraima é o local que, a julgar pelo preço cobrado, mais preocupa as empresas do setor. Lá, o valor médio anual das apólices é de R$ 8.720. “O valor do seguro, seja qual for ele, é diretamente proporcional ao risco de perdas das seguradoras”, afirma o economista Carlo Meneghetti, especialista em análise de riscos e seguros. “Estados que fazem fronteiras com outros países, como é o caso de Roraima, costumam ter custos maiores pela facilidade de tirar o veículo do alcance das autoridades brasileiras”, acrescenta.

No outro extremo, o estado com seguro mais barato é Santa Catarina, com média de R$ 2.932. Ainda segundo a Tex, o caos na segurança pública do Rio de Janeiro, apesar da intervenção do Exército, elevou em 28% os custos dos seguros neste ano, com média de R$ 4.187 ao ano, mais do que a média paga pelos paulistas: R$ 3.273.

Fonte: CQCS

A importância do gerenciamento de riscos para o transporte de cargas

A cada dia que passa, o transporte de cargas torna-se uma atividade cada vez complexa e com maior número de riscos e prejuízos.

No histórico, vê-se o aumento generalizado de ocorrências, principalmente de roubo e furto de cargas, seja em determinadas regiões ou pelo tipo de mercadorias específicas.

Um determinado produto, até chegar ao seu local de destino e em determinado prazo, enfrenta uma série de desafios para a entrega, estes só podem ser minimizados a partir do gerenciamento de riscos no transporte de cargas das empresas.

Serviço que conta com iniciativas estratégicas e preventivas de segurança, permitindo que as transportadoras, a partir de informações precisas, consigam identificar, administrar e prevenir os riscos inerentes à atividade.

Para obter os melhores resultados, o #ConselhoSompo reforça a importância de que todas as pessoas da cadeia logística tenham pleno conhecimento das regras e instruções formalizadas em apólice, para garantir seu cumprimento e minimizar os riscos.

As regras e orientações nas apólices e nos planos de gerenciamento de risco são informações muito relevantes e podem evitar prejuízos no andamento de um eventual sinistro.

Como funciona o gerenciamento de risco para o transporte de carga?

O primeiro passo que a seguradora contratada faz é a avaliação das condições em que se realiza o transporte.

Para realizar o plano de gerenciamento de risco é necessário entender, por exemplo, quais são os tipos de veículos utilizados, mercadorias em trânsito, profissionais, trajetos percorridos, valores envolvidos, armazenagem, tempo estimado para a viagem, entre outras questões.

Com essas reverências, a seguradora ou gerenciadora consegue cruzar com as informações do seu banco de dados, que acumula registros sobre incidência de roubos e desvios por mercadoria, de acordo com as regiões e áreas específicas, condições das estradas e modo de agir das quadrilhas.

Esse conjunto de ações será essencial para determinar as ações que a transportadora deve tomar para minimizar os riscos à suas cargas.

Como colocar em prática as soluções para o gerenciamento de riscos?

A partir da avaliação feita pela seguradora, os embarcadores e transportadores segurados têm à disposição vários elementos para gerenciar os riscos, visando uma atuação mais eficiente e com menos prejuízos, menor número de ocorrências e entregas com qualidade:

– As seguradoras avaliam o potencial de risco do cliente, levando em consideração todos os fatores e disponibiliza, em forma de regras e instruções.

Por exemplo, sugerir o uso de cadastro de averiguações de antecedentes dos profissionais e utilização de escolta armada.

– Orientações de como o transporte deve ser realizado, seja por meio de tecnologias nos veículos transportadores e/ou centrais de monitoramento de cargas.

Por exemplo, rastreamento por sistema de satélite, de GPRS, de rádio, check-point agregado ou puro, entre outros

– Ações práticas de implementação pelos segurados e transportadores, como restrições de horário, locais de parada etc.

Com todas essas vantagens e diante de um cenário complexo, o gerenciamento de riscos é uma ferramenta essencial para as empresas que buscam se sobressair no segmento de transporte de cargas.

Fonte: CQCS

 

Especialistas explicam como saber se você está seguro na compra de um carro

Através da vistoria cautelar é possível saber se o veículo é oriundo de leilão ou roubos, checar itens de identificação e segurança, prevenindo possíveis acidentes

Imprescindível para não cair em truques, a vistoria cautelar ajuda a avaliar o carro e sua procedência. O serviço faz o levantamento completo da vida de um veículo e além de indicar sinistros e se o carro sofreu danos significativos em sua estrutura, identifica restrições que impedem sua regularização, aponta para o histórico de furtos ou roubos e se o carro é oriundo de leilão. Além de identificar os principais pontos estruturais do veículo, evitando que o condutor adquira um bem que possa colocar ele e demais ocupantes em risco, a vistoria ajuda a diminuir roubos e furtos.

São inúmeras as vantagens da vistoria cautelar para quem está adquirindo um carro seminovo ou usado, uma vez que valoriza o automóvel e faz juízo ao seu valor. O serviço verifica os documentos do carro, histórico financeiro e pendências jurídicas e funciona de maneira preventiva.

Natal 6“Muitas pessoas não sabem, mas a reparação de alguns danos pode custar o equivalente a 40% ou mais do valor do veículo”, declara Beto Reis, diretor da Super Visão, rede de vistorias automotivas.

Através da vistoria cautelar são verificados pontos estruturais, os de identificação e itens de segurança. Chassi, motor, câmbio, vidros e etiquetas de identificação, são avaliados. Reparos nas longarinas dianteiras e traseiras, painel dash, dianteiro, traseiro, colunas e em demais peças, também podem acabar desvalorizando um automóvel e são identificados com a contratação do serviço.

Além disso, uma pesquisa junto aos órgãos oficiais é realizada para verificar o histórico do veículo e eventuais sinistros, leilões, entre outros, fazendo com que veículos sem condição de rodagem ou adulterados não continuem na rua, contribuindo para a segurança dos ocupantes e do trânsito em geral.

Segundo Beto Reis, é o comprador quem sempre deve solicitar a vistoria para empresas especializadas e checar a autenticidade de um laudo que seja apresentado para ele, evitando cair em golpes. “A vistoria cautelar é um certificado de procedência, você garante que fez um bom negócio e futuramente valoriza o pós-venda do seu carro”, finaliza Beto.

Para quem está vendendo o carro, também é benéfico, pois isenta o vendedor ou a loja de quaisquer modificações ou adulterações realizadas posteriormente à realização da vistoria.

Fonte: SEGS

 

Sem paranoia, mas com atenção, dá para usar a internet com segurança

Especialista lista os principais cuidados para evitar invasões virtuais e roubo de dados importantes

Atualmente, cada dado roubado custa, em média, US$ 154 para as empresas. Por ano, são US$ 8 bilhões de dólares que o Brasil perde em crimes cometidos por falta de segurança nos ambientes de TI. Além das empresas, esse tipo de problema afeta também o usuário doméstico. Mas como se precaver dessas ameaças?

Segundo Roni Serafim, especialista em cibersegurança da Arcon, não é preciso pânico e nem entrar em paranoia com medo de alguma invasão. Porém, é fundamental ficar atento. “É necessário cuidado ao acessar a Internet. Muitas vezes o próprio usuário permite que as suas informações sejam expostas, simplesmente por não ter atenção com os dados solicitados ao fazer um cadastro ou uma compra virtual”, explica o especialista.

Para se prevenir, o usuário deve seguir algumas orientações básicas, por exemplo:

  • Ter um bom antivírus instalado e atualizado no computador;
  • Sempre que possível navegar em sites com domínio seguro (https);
  • Desconfiar de promoções exageradas em sites de compra;
  • Verificar se o site que deseja acessar corresponde ao endereço digitado;
  • Suspeitar de e-mails recebidos com conteúdo cadastral, governamental, de atualização de dados bancários ou de cadastro de CPF na Receita Federal;
  • Limpar o cache, histórico e cookies é essencial, especialmente se o computador for compartilhado por várias pessoas como em um cyber café. Se o computador é de uso pessoal, a operação pode ser feita com menos frequência;
  • Não dar nenhum “aceite” antes de ler as informações apresentadas. A pressa para acessar determinados conteúdos pode levar o usuário a concordar com algo potencialmente perigoso no que se refere à segurança na Internet.

    Cuidados específicos

    Facebook – Por ser a maior rede social no mundo, outros sites costumam “perguntar” se podem ter acesso à rede de amizades do usuário quando utilizada a mesma conta. O objetivo é realizar um verdadeiro cruzamento de informações com outras bases de dados.

    Tinder – Hoje a ferramenta permite o acesso utilizando a conta do Facebook. Automaticamente é feita a pergunta se o Tinder pode acessar a rede de amizade do Facebook. De forma instintiva (e sem ler as políticas de segurança), ao clicar “OK” para entrar no Tinder o usuário permite que as suas informações possam ser cruzadas.

    Sites de compras – Com a “boa intenção” de facilitar a compra dos clientes, os sites sugerem que o cliente deixe seus dados de cartão de crédito já preenchidos e salvos no site para efetuar as próximas operações de maneira mais rápida.

    Internet Banking – Usuários devem evitar acessar sites de bancos onde o campo de preenchimento de senha, por exemplo, não seja em teclado virtual. Esse recurso inibe o criminoso de extrair as informações digitadas em teclado físico nos sites. Conferir se o endereço acessado corresponde ao desejado também é fundamental.

    Fotos e vídeos – Serafim ressalta que os usuários precisam se preocupar também com dados pessoais, como vídeos e fotos, armazenados em celulares ou computadores. “Eu sempre digo que informação é igual a dinheiro. Nunca se deve deixar o dinheiro à vista, ao alcance de uma pessoa desconhecida, por exemplo. Todas os dados devem ser guardados com extremo cuidado, utilizando sempre senhas que dificultem o acesso”.

    O especialista explica que nesses casos de invasão ou vazamento os alvos preferidos são pessoas públicas, como artistas, políticos, executivos e personalidades que tenham exposição na mídia.

    Mito ou verdade

    É comum ouvir relatos de pessoas que evitam até mesmo de ligar as câmeras dos seus dispositivos, por medo de serem vigiadas. “É possível hackear uma câmera de computador, mas é importante avaliar o grau de interesse que um hacker teria em usuários anônimos. Assim como as fotos, o conteúdo tem um valor maior sendo de pessoas famosas”.

    Outro caso comum, é quando o usuário faz uma pesquisa no Google a respeito de um produto (um eletrodoméstico, por exemplo). Em seguida, ao acessar o Facebook, esbarra com propagandas daquele mesmo produto. “Isso realmente assusta e o usuário pode achar que está sendo espionado e, de algum modo, está mesmo. Mas não de uma forma criminosa. Essa prática é bem comum em plataformas de varejo, pesquisas online, redes sociais. A ideia é oferecer um conteúdo, produto ou serviço que seja de interesse do usuário”.

    O especialista da Arcon esclarece que toda vez que se acessa um site, de modo automático e imperceptível, o usuário baixa os “famosos cookies”, que nada mais são do que informações trocadas entre o navegador e o servidor de páginas acessadas. “Isso fica registrado num arquivo de texto e permite ao site reconhecer o visitante e suas preferências”, explica o especialista, com o intuito de proteger e preparar a população para utilizar a internet com segurança.

Fonte: CQCS

 

Entenda como funcionará o seguro ambiental obrigatório

Especialistas acreditam que o projeto de lei aprovado na Comissão de Meio Ambiente do Senado, que pode tornar obrigatória a contratação do seguro ambiental, é fundamental para proteger as empresas contra eventuais.  É o caso da advogada Luciana Vianna Pereira, mestre e integrante da União Brasileira de Advocacia Ambiental. Segundo ela, atualmente, qualquer empresa está exposta a ser penalizada por algum dano ambiental gerado e isso influencia diretamente o interesse de uma seguradora colocar no mercado um produto que cubra riscos decorrentes do dano ambiental.

A advogada lembra, inclusive, que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já ampliou significativamente o conceito de poluidor previsto na lei: “Para o fim de apuração de causalidade no dano urbanístico-ambiental, analisa-se quem faz, quem não faz, quando deveria fazer, quem deixa de fazer, quem não se importa que façam, quem cala quando lhe incumbe denunciar, quem financia para que façam, e quem se beneficia quando outros fazem”, comenta a especialista no artigo “Seguro Ambiental: O que a Legislação Pretende e do que o meio ambiente precisa?”.

Ela lembra ainda que outro tipo de seguro que é comumente chamado de seguro ambiental é o seguro para cobertura de um projeto de remediação ambiental em um imóvel. Nesse caso, o que se pretende cobrir não é uma poluição súbita ou continuada, mas, especificamente, a correta e completa conclusão de um projeto de remediação por uma empresa

Para a especialista, está provado que, em um mercado desenvolvido, o seguro ambiental servirá como um instrumento de fomento de uma maior preocupação ambiental, seja pelas avaliações prévias realizadas pelas seguradoras, seja pelo incentivo de o segurado contratar um produto com um prêmio reduzido, em decorrência da adoção de práticas mais cuidadosas de gestão ambiental.

O projeto aprovado no Senado altera a Lei 6.938/81, que regulamenta a Política Nacional do Meio Ambiente, e o Decreto-Lei 73/66, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados, para instituir o seguro mínimo obrigatório ambiental.

A proposta foi remetida à Câmara dos Deputados.

Fonte: CQCS