Quem optar por investir na modalidade PGBL até o final de 2018 pode deduzir as contribuições já na próxima declaração de IR
O fim do ano está próximo, ou seja, é o momento para pensar onde investir o dinheiro extra que chega nessa época, como o 13º salário, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), bônus e outros benefícios. É um bom momento para fazer um investimento que quanto mais cedo for iniciado, maior é a chance de um futuro financeiro tranquilo. Para quem já investe, o momento é propício para um aporte extra e aumentar ainda mais a reserva financeira futura. Estamos falando de previdência privada, o planejamento financeiro que ajuda a realizar sonhos e ter uma aposentadoria tranquila.
O incentivo fiscal na previdência privada é exclusivo na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e permite deduzir as contribuições e aportes feitos ao plano em até 12% da renda bruta anual do participante. Trata-se de um adiamento, pois a cobrança do imposto de renda ocorrerá no final, no recebimento do benefício, ou em caso de resgate. A vantagem é que além de pagar menos ou restituir mais IR enquanto investe, o cliente pode reaplicar o dinheiro e aumentar ainda mais sua reserva futura.
A outra vantagem da previdência privada é poder alcançar uma alíquota de IR de 10% sobre o dinheiro resgatado ou sobre o benefício recebido. Para isso, é preciso escolher o regime tributável que adota a tabela regressiva de alíquotas do IR na hora de contratar o plano. Nesse regime, que é aconselhável para quem vai deixar o dinheiro investido no longo prazo, o percentual do imposto sobre cada contribuição chega a 10% após 10 anos de investimento.
Para quem declara no modelo simplificado, a melhor opção é a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Essa opção não é dedutível do imposto de renda, então a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL. Mesmo assim, aproveitar algum dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma boa forma de aplicar seu dinheiro.
Optar por um plano PGBL ou VGBL geralmente acarreta muitas dúvidas e a escolha pode mudar de acordo com o perfil do investidor. Para ajudar nessa decisão, a Porto Seguro disponibiliza, em seu site, informações sobre as duas modalidades e os planos disponíveis na empresa, além de fazer uma simulação do investimento mais adequado para cada perfil de contribuinte através da ferramenta online Construindo o Futuro.
Comprar seu primeiro carro ou moto é algo que fica marcado na memória, afinal é uma grande conquista, não é mesmo? E para muitos brasileiros, a melhor maneira de realizar esse sonho é financiando o veículo. Porém, com o grande número de furtos e roubos de veículos no país, esse sonho, se não estiver protegido, pode se tornar pesadelo!
Por isso, sempre recomendamos que todo proprietário faça o seguro de seu veículo. Esta é a única maneira de garantir que seu veículo, se não for recuperado, será devidamente indenizado. Conheça os riscos de manter seu carro financiado sem seguro:
A importância do seguro
Podemos dizer que a primeira pergunta que passa pela cabeça de quem tem seu veículo roubado ou furtado é: o que devo fazer agora? Bom, primeiro, manter a calma. Depois, contatar a polícia, preencher o boletim de ocorrência e, claro, acionar a seguradora, caso o seu veículo tenha seguro. Isso é fundamental!
Outra pergunta que muitas vítimas fazem após o acontecimento é: será que devo continuar pagando as prestações do financiamento? Bom, saiba que, no caso de financiamento na forma de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), a financiadora apenas empresta o valor ao comprador e a compra do veículo é realizada no nome dele.
E como a responsabilidade sobre o veículo é do comprador, no caso de roubo ou fruto, ele deve continuar pagando normalmente as prestações. Portanto, se você está pensando em financiar um veículo, faça o seguro do veículo antes mesmo de sair da concessionária. Assim, se ele for roubado logo na esquina (porque a gente nunca sabe o que pode acontecer, não é mesmo?!), a seguradora quita o sinistro, e você pode sanar o seu débito com a financiadora.
Ou seja, o fato de o veículo ter sido roubado ou furtado não exime a pessoa em pagar o empréstimo que tomou para a aquisição do veículo. Assim, se você não quiser correr o risco de perder seu bem e ainda ter de continuar pagando por ele – mesmo não o possuindo mais – o mais sensato é fazer o seguro do veículo financiado para garantir proteção em todas as circunstâncias.
Mara Paiva, viúva de Mário Sérgio e vice-presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo da Chapecoense, relatou que, pelo menos, a relação com o clube melhorou.
A tragédia do voo da Chapecoense completa dois anos nesta quarta-feira (28), mas a história ainda não acabou para as famílias das vítimas. Além da dor de perder um parente, os familiares ainda não tiveram as indenizações recebidas e brigam na Justiça. Mara Paiva, vice-presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo da Chapecoense (AFAV-C) e viúva de Mário Sérgio (ex-jogador, técnico e comentarista esportivo), relatou as dificuldades das famílias durante os dois últimos anos. O principal problema acontece por uma cláusula do contrato do seguro.
— A aeronave não tinha seguro porque, na apólice, havia uma cláusula que dizia que havia uma exclusão territorial. Essa exclusão seria para o espaço aéreo da Colômbia. Como é que um avião que foi permitido o voo de uma aeronave que não tinha seguro? O seguro estaria invalidado se sobrevoasse a Colômbia, que era o destino. Na realidade, o que é que a seguradora, que é a BISA, e as resseguradoras, que a principal é a Tokio Marine, ofereceram? O seguro da aeronave já era pequeno e eles ofereceram um valor referente a quase 50% do seguro, como um fundo humanitário. Essa ajuda humanitária, ela só vai acontecer para as famílias que assinarem dando quitação à companhoa aérea, à seguradora, às resseguradoras. Então é isso: nos foi oferecido um valor pequeno como uma ajuda humanitária, mas, em contrapartida, se pede a quitação de uma série de instituições envolvidas no acidente. Nós estamos há dois anos do acidente e as famílias ainda não receberam indenização. Você acha que algumas famílias já não estão em situação difícil e estão tendendo a aceitar por não ter outra alternativa? — questionou Mara.
Por outro lado, a relação com a Chapecoense melhorou. Segundo Mara, o clube passou a entender um compromisso com as famílias.
— Hoje nós contamos com um apoio do clube, que entendeu que tem um compromisso moral com as famílias. Todas as informações que nós temos hoje, elas estão sendo custeadas pela Chapecoense. Isso nos dá um certo alento, um conforto, porque nós sentimos que o clube está conosco — disse a vice-presidente da AFAV-C.
Mara Paiva também falou da relação do seu marido e da sua família com o Rio Grande do Sul. Mario Sérgio foi jogador da dupla Gre-Nal, treinou o Inter e faleceu no acidente quando era comentarista esportivo.
— Não preciso nem falar o que o Rio Grande do Sul representa para a nossa família. O Mário tinha um carinho muito especial por todo o Rio Grande do Sul. Seguramente, foi um lugar que ele foi muito feliz e carregava todos os gaúchos no coração — contou Paiva.
Provavelmente você é um daqueles que nem quer ouvir falar de seguro de vida, porque acha que dá azar. Muita gente até corre pra bater três vezes na madeira.
De tanto ser romantizado e tratado com exagero em filmes e novelas, o assunto se transformou num verdadeiro tabu. Mas é um tabu causado por puro desconhecimento. O seguro de vida não se aplica apenas a situações de morte, como a maior parte das pessoas costuma pensar. O que acontece é exatamente o contrário: trata-se de ter segurança e tranquilidade pra desfrutar plenamente de cada momento.
“O seguro de vida é item básico de planejamento financeiro, pois repõe perdas causadas por eventos que não controlamos como acidente, doença, perda de emprego e assim por diante”, diz a diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro, Fernanda Pasquarelli. “Esses eventos podem não causar necessariamente a morte da pessoa. É por isso que na Porto o seguro de vida tem mais cobertura em vida que para a morte”, completa.
Entre as situações previstas em um seguro de vida estão a indenização por doença grave, o pagamento de diárias durante o afastamento do trabalho e a cobertura de despesas médico-hospitalares e odontológicas em caso de acidente.
Tranquilidade x ansiedade
Sentir-se preparado para os imprevistos traz reflexos positivos para a vida financeira e até mesmo para a saúde mental. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que a ansiedade é o principal fator que leva as pessoas a comprar por impulso. Passada a satisfação momentânea que a compra provoca, no entanto, a sensação de insegurança e incerteza retorna com força dobrada, num círculo vicioso com efeitos extremamente prejudiciais. “Já o ato de investir no futuro traz uma tranquilidade interior que permite voltar as energias às coisas boas e dar vazão a novos projetos e sonhos”, diz José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil.
A Tokio Marine ampliou a oferta do Auto Popular e é agora a primeira seguradora do mercado brasileiro a disponibilizar essa modalidade de seguro todo o território nacional. O produto é mais uma alternativa que poderá ser oferecida pelos parceiros de negócios para aumentar suas carteiras de clientes.
“Buscamos oferecer mais uma opção de proteção para os milhões de carros que não têm seguro no Brasil. No primeiro ano de comercialização do Auto Popular, por exemplo, 70% das vendas foram de seguros novos, ou seja, Clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um seguro para seus veículos. Isso reforça nossa crença de que a modalidade permite a difusão da cultura de Seguro no País”, destaca Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.
O executivo reforça, ainda, que, quando o seguro foi lançado, o produto era oferecido apenas em duas cidades. Em menos de dois anos, a Tokio Marine já conseguiu ampliar a oferta para todo o Brasil, e as expectativas são de bons resultados com essa expansão.
“A ampliação do Auto Popular para todo o território nacional permite que Corretores e Assessorias do Brasil inteiro diversifiquem seus portfólios e, consequentemente, tenham mais oportunidades de negócios. Acreditamos que esse produto é uma excelente opção para ampliar a base de consumidores de seguros e, ao mesmo tempo, permite ao Cliente a compra de um serviço garantido pela Seguradora a um preço bastante competitivo”, complementa Padial.
Lançado há apenas dois anos pela companhia, o Auto Popular é voltado para veículos de passeio, utilitários de carga e caminhões com mais de cinco anos e pode ficar até 50% mais barato que seguros tradicionais. Com foco em veículos com mais de cinco anos, o Tokio Marine Auto Popular inclui cobertura de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial desse produto é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com a mesma peça utilizada no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança. “Outro ponto importante é que, apesar de a circular permitir o conserto com peças usadas, a Tokio Marine optou em não as utilizar”, reitera Padial.
A seguradora oferece, ainda, adicionais como cobertura compreensiva (roubo e furto, colisão e incêndio), danos a terceiros, acidentes pessoais de passageiros, opções de carro reserva e serviços de vidros, entre outros benefícios. Mais um grande diferencial do produto é que os Clientes do Auto Popular podem escolher entre oficina livre ou referenciada, esta com franquia menor. A opção do tipo de oficina será feita pelo cliente no momento do sinistro.
A Tokio Marine é líder de vendas neste segmento, com 72% do mercado e o Auto Popular já contempla 107 modelos de veículos, contabilizando mais de 2 mil versões. A modalidade é uma das quatro que a companhia oferece no mesmo cálculo, mais um dos diferenciais dos produtos da carteira de Auto.
Companhia foi uma das pioneiras no lançamento da modalidade voltada para veículos com mais de cinco anos
A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, ampliou a oferta do Auto Popular e é agora a primeira a disponibilizar essa modalidade de seguro todo o território nacional. O produto é mais uma alternativa que poderá ser oferecida pelos Parceiros de Negócios para aumentar suas carteiras de Clientes. Lançado há apenas dois anos pela Seguradora, o Auto Popular é voltado para veículos de passeio, utilitários de carga e caminhões com mais de cinco anos e pode ficar até 50% mais barato que seguros tradicionais.
“Buscamos oferecer mais uma opção de proteção para os milhões de carros que não têm seguro no Brasil. No primeiro ano de comercialização do Auto Popular, por exemplo, 70% das vendas foram de seguros novos, ou seja, Clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um seguro para seus veículos. Isso reforça nossa crença de que a modalidade permite a difusão da cultura de Seguro no País”, afirma Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine. O executivo reforça, ainda, que quando o seguro foi lançado, ele era oferecido apenas em duas cidades. Em menos de dois anos, a Tokio Marine já conseguiu ampliar a oferta para todo o Brasil, e as expectativas são de bons resultados com essa expansão.
Com foco em veículos com mais de cinco anos, o Tokio Marine Auto Popular inclui cobertura de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial desse produto é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com a mesma peça utilizada no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança. “Outro ponto importante é que, apesar de a circular permitir o conserto com peças usadas, a Tokio Marine optou em não as utilizar”, reitera Padial.
A Seguradora oferece, ainda, adicionais como cobertura compreensiva (roubo e furto, colisão e incêndio), danos a terceiros, acidentes pessoais de passageiros, opções de carro reserva e serviços de vidros, entre outros benefícios. Mais um grande diferencial do produto é que os Clientes do Auto Popular podem escolher entre oficina livre ou referenciada, esta com franquia menor. A opção do tipo de oficina será feita pelo cliente no momento do sinistro.
“A ampliação do Auto Popular para todo o território nacional permite que Corretores e Assessorias do Brasil inteiro diversifiquem seus portfólios e, consequentemente, tenham mais oportunidades de negócios. Acreditamos que esse produto é uma excelente opção para ampliar a base de consumidores de seguros e, ao mesmo tempo, permite ao Cliente a compra de um serviço garantido pela Seguradora a um preço bastante competitivo”, complementa Padial.
A Tokio Marine é líder de vendas neste segmento, com 72% do mercado e o Auto Popular já contempla 107 modelos de veículos, contabilizando mais de 2 mil versões. A modalidade é uma das quatro que a Seguradora oferece no mesmo cálculo, mais um dos diferenciais dos produtos da carteira de Auto.
Segmento projeta crescimento para 2019, com retomada dos investimentos nacionais e estrangeiros
Os últimos anos não foram fáceis para o setor empresarial brasileiro. Ao mesmo tempo, lidar com o fantasma da recessão, as oscilações de mercado e um futuro incerto obrigou muita gente a se reinventar e a enxergar novas oportunidades para sobreviver e, em alguns casos, se destacar em um ambiente cada vez mais desafiador.
Para as seguradoras, não foi diferente. “A recuperação gradual da economia, aliada ao novo cenário e a perspectiva de aprovação das reformas trouxe uma janela de oportunidades enorme, pois com a retomada de investimentos, os seguros para os projetos de infraestrutura e concessões devem voltar ao radar. O mercado de seguros representa algo como 6,5% do PIB. Quem estiver mais preparado nesse momento, colherá os frutos no futuro próximo”, considera Márcio Chaves, presidente da Qualinvest.
Apesar da crise econômica, o ano de 2017 foi bom para o mercado de seguros, com uma maior arrecadação de prêmio (7,5% acima do ano anterior). Na avaliação de Márcio Chaves, é natural que ocorra algum ajustamento. “Esse ano, estima-se que o mercado de seguros deva crescer menos, algo por volta de 1,5%. No início do ano, a previsão era de 2,5%. É crescimento e não decréscimo. E graças as novas tecnologias que acabam reduzindo o custo para o cliente final. Perceba que o mercado de seguros sempre tem desempenho acima da economia como um todo”, ressalta.
O ano de 2018 também foi marcado pelas mudanças em relação à Reforma Trabalhista. E essas alterações tiveram um impacto positivo para o setor. A demanda por seguros ligados à relação de trabalho é elevada e a aceitação pelo judiciário ficou muito mais fácil. “Temos uma carteira de clientes nos ramos de Construção Civil e Transporte de Passageiros, ou seja, existe muita demanda de contratação de mão-de-obra. Sem citar todos os benefícios atrelados aos funcionários que as empresas precisam cumprir de acordo com as convenções coletivas de cada categoria. Na grande maioria dos casos, é atendida através de seguro, como Seguro de Vida e Seguro Saúde”, explica o executivo.
Outra mudança importante com a Reforma Trabalhista foi a terceirização, que reduziu o custo das empresas. “Depois da crise na proporção que tivemos nos últimos anos, todos buscaram alternativas para que os negócios continuassem saudáveis. Nos contratos de prestação de serviços de mão-de-obra também são exigidas uma série de garantias por parte dos contratantes”, destaca Márcio Chaves. Agora, o Seguro Garantia de Performance possibilita incluir cobertura trabalhista nesses casos, ou seja, a empresa que contrata está assegurada, caso o contratado não honre os pagamentos. “Pelo lado empreendedor e empregador, criou-se maior segurança. Basta você analisar a redução no número de novas ações recentemente, ou seja, o maior problema eram os pedidos indevidos que tendem a diminuir”, relata o economista.
Além disso, Márcio Chaves enfatiza que, como oportunidade de negócios, a aceitação do Seguro Garantia para o Depósito Recursal Trabalhista também foi assertiva. “Acredito que foi bom para todas as partes, pois as empresas diminuem a necessidade de capital alocado e recursos judiciais através da utilização do seguro, que sequer ocupa o limite de crédito bancário da empresa. Para o reclamante, há a garantia de pagamento por uma instituição regulada (nesse caso a Susep) e do recebimento no caso de sentença favorável”, avalia.
Atualmente, algumas seguradoras estão investindo muito em sistema de automação de análise de crédito e cadastro das empresas, paralelamente, disponibilizam as apólices em tempo recorde. “É o caso do nosso portal, o Webgarantia, onde o próprio cliente emite as apólices online com apenas alguns cliques. Precisamos estar preparados para atender essa demanda”, afirma.
E o que esperar para 2019? O segmento está otimista com o futuro. “Hoje o Brasil é o mercado emergente mais cobiçado pelas maiores seguradoras do mundo. São mais de 200 milhões de pessoas, produtos com baixa penetração, ainda com pouca tecnologia aplicada a distribuição de produtos e vendas. Tudo isso tem um peso enorme. Agora, atrelado a boa perspectiva da economia local, isso ganha força”, segundo o economista. Para ele, o Brasil será a bola da vez: “Devemos ter muito investimento estrangeiro, novas empresas concorrendo, novos produtos. Um mercado completamente diferente do atual nos próximos dois ou três anos”.
Sobre a expectativa em relação ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o mercado de seguros está ansioso com a Reforma da Previdência, que vem sendo trabalhada como prioridade da nova gestão, além do ajuste fiscal e a retomada dos investimentos domésticos e estrangeiros. Márcio Chaves analisa: “Os graves problemas de corrupção nos últimos anos trouxeram alteração dos preços nos principais contratos de construção do País. Muitas garantias foram executadas através do Seguro Garantia e muitas delas se mostraram insuficientes para ressarcir os prejuízos. Já existe em discussão um novo modelo de Garantia Contratual, que deve transferir parte da responsabilidade de fiscalização e de honrar os preços para a iniciativa privada, tendo a seguradora como um dos agentes principais”.
O Verão é a estação do ano mais aguardada pelos brasileiros. É quando as férias do trabalho se aproximam, as crianças estão terminando o ano letivo e aquela tão programada viagem está prestes a acontecer. O planejamento de uma viagem é uma tarefa divertida e animada, e não poderia ser diferente, pois é a hora de organizar os detalhes para o merecido descanso. Mas, sendo o seu destino nacional ou internacional, esse momento requer alguns cuidados para evitar qualquer possível contratempo, permitindo que você aproveite ainda mais cada segundo. Não são apenas os seguros de viagem que são importantes. O Coordenador de Negócios e Produtos da Viacredi Alto Vale, Marcos Roberto Reblin, tem algumas dicas sobre seguros que podem deixar você ainda mais tranquilo. Acompanhe:
– Seguro Residencial: na casa própria estão depositados sonhos e conquistas. Então, é essencial proteger este bem, já que mesmo quando estamos dentro de casa podem ocorrer situações inesperadas. O correto é manter o seu lar segurado sempre, mas durante uma viagem é fundamental contratar um seguro. Fique atento a planos que, além de roubo ou furto, cobrem também estragos causados por eventos bem comuns nessa época do ano em consequência do Verão, como queda de raio e vendaval.
– Seguro Automóvel: tão importante quanto investir em um veículo, é protegê-lo. Eles acabam sendo muito expostos, dificilmente passam um dia inteiro parados na garagem. Para quem vai utilizar o carro na viagem, o Seguro Auto é uma opção para viajar com tranquilidade. É importante pesquisar a proposta que mais se encaixa com o seu perfil. Lembre-se que uma ampla cobertura e assistência 24 horas para seguro total e contra terceiros, pode livrar você de um eventual imprevisto.
– Seguro de vida: para viver tranquilamente, é preciso pensar na proteção e bem-estar de toda a família. O seguro de vida traz essa tranquilidade e oferece uma série de outros benefícios focados na qualidade de vida do segurado. Dependendo do plano contratado, é possível contar com serviços para manter a saúde em dia e indenização de doenças graves.
– Seguro Viagem: propõe oferecer segurança ao contratante do início ao fim da viagem. Dependendo do contrato firmado com a seguradora, é possível incluir o ressarcimento em caso de extravio de bagagens e atraso de voo, por exemplo. Vale ressaltar que países da União Europeia exigem que o visitante possua o seguro viagem para liberar a entrada. Países como os Estados Unidos não fazem essa cobrança, mas caso seja necessário o auxílio médico durante a viagem, o valor de uma consulta pode ser mais caro do que a contratação do seguro. “O seguro viagem é um benefício gratuito que oferecemos aos nossos cooperados que possuem o Cartão Platinum”, diz o coordenador de Negócios e Produtos da Viacredi Alto Vale, Marcos Roberto Reblin.
A Viacredi Alto Vale conta com uma equipe especializada para lhe atender e garantir toda a comodidade para a sua família. Contate a Cooperativa para mais informações sobre os seguros e leve a vida com mais tranquilidade.
Especialista esclarece dúvidas. Profissional da saúde, ou clínica, terá que arcar com os custos de defesa em um processo, estando certo ou não
O Seguro de Responsabilidade Civil para Profissionais da Área da Saúde vem crescendo nos últimos anos. De acordo com dados da Susep, no primeiro semestre de 2018 houve um avanço de 8% em relação ao mesmo período de 2017. Com o crescimento das acusações referentes a erros médicos, esse percentual deve continuar subindo: foram pelo menos 70 novas ações por dia no ano passado, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo Jaqueline Viana, Especialista em Responsabilidade Civil do Grupo FBN, os pacientes estão mais exigentes e conscientes do Código de Defesa do Consumidor, mas nem sempre o processo é caracterizado por erro do profissional. Há questões que envolvem a uma reação do corpo humano não esperada. “Esse seguro garante proteção financeira e jurídica para médicos, dentistas e clínicas em casos de processos. Ele estando certo ou não, o profissional da saúde terá que arcar com os custos de defesa e, possuindo a apólice, ele conseguirá ressarcir o prejuízo, inclusive a escolha do advogado é livre”, explica.
Confira as principais dúvidas que a especialista esclarece sobre o Seguro de Responsabilidade Civil Profissionais da Área da Saúde.
O que esse tipo de seguro oferece ao profissional da área da saúde e para as clínicas?
Neste tipo de seguro, a apólice ampara as clínicas, os médicos, os dentistas e outros profissionais da saúde contra reclamações de pacientes insatisfeitos por erros e omissões no exercício da profissão. A apólice concede cobertura para custos de defesa, acordos, indenizações e despesas emergenciais. Nós acompanhamos que grande parte dos processos judiciais não se caracteriza como um erro ou uma falha do profissional. Há sempre os que pensam em entrar com uma ação judicial porque o Código de Defesa do Consumidor está a seu favor. Visto isso, o paciente não obtém êxito na conclusão do processo e, em casos como estes, a clínica e o profissional ficam amparados do prejuízo que terão com o custo de defesa.
Quais são os custos médios dessas ações?
Depende, varia bastante. O custo de defesa, por exemplo, para dentista é em torno de R$ 15 mil. Tem o custo de perito – de R$ 2 a R$ 4 mil – e, às vezes, o juiz solicita mais de uma peritagem, podendo dobrar ou triplicar esse valor. No seguro, a apólice ampara o médico em todos os momentos, no custo de defesa e mesmo no caso de acordo judicial.
Você poderia dar um exemplo de risco que esse tipo de seguro tem cobertura, além do amparo às ações judiciais?
Há diversas situações de risco eminente que os profissionais deixam passar sem perceber e, para isto, a seguradora oferece o reembolso de despesas médicas para situações emergenciais. É uma cobertura para o dono da clínica ou o prestador de serviço em situações que se possa minorar um risco de processo. Um exemplo, vamos supor que um paciente está na maca de um dentista e começa a convulsionar. O profissional chama a ambulância para direcionar o paciente ao hospital, então todas as despesas que o dentista tiver nesta ‘ação emergencial’ serão reembolsadas pela seguradora.
Hoje, tanto o profissional da saúde como as clínicas estão procurando esse tipo de seguro?
Sim. Temos que lembrar que estamos lidando com pessoas. O paciente pode achar que o profissional não o atendeu bem e o advogado certamente vai abrir o processo contra a pessoa jurídica (clínica), porque o patrimônio é maior, mas no decorrer do processo o advogado chama a responsabilidade para o profissional que executou o procedimento. Ele vai envolver judicialmente as duas partes (clínica e profissional), pois fica mais fácil obter a indenização. Muitos acreditam que “nunca vai acontecer comigo”, mas temos acompanhado os processos e o causador é sempre envolvido. Se o juiz acatar, geralmente é dividido entre as duas partes e, se o profissional não tiver o seguro, terá que tirar do próprio bolso para se defender e pagar indenização, prejudicando assim seu patrimônio pessoal. Há clínicas, inclusive, que estão exigindo aos seus profissionais a terem esse tipo de seguro para trabalhar no local.
É de extrema importância que mesmo os profissionais autônomos tenham este tipo de seguro, porque é difícil ter consequência no mesmo dia, geralmente é acionado depois de um tempo e isso pode lhe causar custos inesperados.
O mercado está preparado para atender a essa demanda?
Muitos profissionais acreditam estar amparados por fazer parte de associações da categoria, porém, em eventuais sinistros descobrem que há uma série de limitações na cobertura da apólice, considerando que geralmente são apólices coletivas, com cobertura única para todos os profissionais associados, além de não contar com uma assessoria quando mais precisam. O mais comum é possuírem uma apólice empresarial com uma cobertura chamada também de responsabilidade civil, que cobre outros tipos de riscos, a qual não ampara responsabilidade civil por erros médicos. Para atender a esse público, criamos um departamento especializado na corretora.
Que tal pagar o preço de um Maserati para proteger um carro de R$ 8 milhões?
A chegada da McLaren ao Brasil adicionou ao circuito de supercarros uma marca importantíssima. Foi, de certo modo, uma compensação pelo fim da representação da Bentley e da Aston Martin por essas bandas.
Modelo mais exclusivo da marca inglesa no mundo, o Senna teve duas unidades destinadas ao país. Como ele chega só no ano que vem, há o perigo da variação de câmbio para definir seu preço, mas a expectativa do concessionário brasileiro é de que ele custe pouco mais de R$ 8 milhões.
Será o carro mais caro à venda no Brasil. E o seguro de uma beleza dessas, se for contratado, deverá ficar em módicos R$ 640.000, na pior das hipóteses. Dá para comprar um Maserati Levante. No melhor cenário, o seguro fica em R$ 320.000. Ou um Chevrolet Camaro na garagem.
Esses valores correspondem à média de 4% a 8% no valor da apólice que o seguro de supercarros costuma custar, de acordo com os corretores especializados que consultamos.
Os seguros de superesportivos como o McLaren Senna exigem negociação caso a caso, o que não permite fazer cotações precisas.
“O processo de contratação do seguro para veículos superesportivos é diferente do normal. Para esses tipos de carro, geralmente as seguradoras partem de um preço-padrão e negociam o valor do prêmio com o corretor, que, na maioria dos casos, é especialista nessa categoria”, diz Emir Zanatto, diretor de operações da TEx, empresa de soluções online para o mercado segurador.
Só para esclarecer como funciona a contratação do seguro automotivo: qualquer veículo é analisado pelas seguradoras baseando-se no valor da IS (Importância Segurada) e, geralmente, automóveis de alto valor têm uma outra categoria dentro das seguradoras. Para esses casos, os valores do prêmio não são exibidos diretamente nos sistemas das seguradoras, por isso a dificuldade de ter uma cotação.
“Esses seguros vão para a área da companhia responsável, onde é feita a análise do risco do seguro. Os técnicos responsáveis analisam o perfil do segurado, idade, histórico de veículos, profissão etc. Tudo isso para estimar a tarifa desse veículo e então determinar o valor do seguro.”
Cobertura de ouro
Descubra quanto custam as maiores apólices do Brasil, tomando por base os preços dos carros mais caros do mercado e o índice máximo do valor de seguros praticado para veículos especiais.