Oferecer seguro residencial é obrigação social

Oferecer seguros residenciais e empresariais é uma obrigação social dos corretores de seguros, da mesma forma que é obrigação das seguradoras ofertarem seguros abrangentes. A afirmação foi feita pelo consultor Sérgio Ricardo, ao comentar para o CQCS a importância do seguro em situações como os incêndios na Califórnia (EUA) que, até o final de semana, já haviam causado 78 mortes e deixado mais de mil pessoas desaparecidas.

Ele lembrou que, segundo relatório divulgado em outubro do ano passado pelo governo dos Estados Unidos, tragédias naturais relacionadas ao clima já impactam no orçamento federal norte-americano. “Na última década, o país gastou U$ 350 bilhões para responder a tragédias naturais, como furacões e incêndios. A projeção é de que o custo para recuperar danos decorrentes de fenômenos causados por climas extremos deve aumentar a curtos e médios prazos”, observou, acrescentando que esse total ainda não contabiliza as consequências dos três grandes furacões do ano passado, Harvey, Irma e Maria, nem os incêndios florestais na Califórnia, que foi o mais caro na história do país.

Sergio Ricardo frisou que não são apenas os Wild Fires (incêndios florestais) provocados pelo clima seco, ventos fortes e fontes de ignição naturais (ou não) que preocupam a indústria de seguros. Há também muita preocupação com acirramento dessas ocorrências a cada ano e dos prejuízos segurados, que serão ressarcidos. “Os incêndios florestais na Califórnia em 2018 são ainda mais severos e custosos para a indústria de seguros”, destacou.

Para o consultor, o quadro seria ainda pior não fossem os Estados Unidos um País “onde a cultura de proteção e seguros é presente” e no qual as pessoas tem ciência e percebem a importância do seguro para proteger o patrimônio e também as famílias, que sensibilizadas recorrem ao mercado. “Estima-se que, nos Estados Unidos, mais de 80% das pessoas tenham seguros residenciais. No Brasil, esse percentual é de apenas 15%”, comparou, enfatizando o papel que cabe aos corretores de seguros e seguradoras tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

 

Seguro convencional, rastreador ou ambos?

De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, 70% dos automóveis que circulam no país não estão protegidos por nenhum plano de seguro. Isso significa que em caso de acidente, roubo ou furto, os proprietários não serão ressarcidos por danos materiais e as despesas hospitalares (em caso de ferimentos nos ocupantes ou outras pessoas) serão limitadas pelo valor do seguro obrigatório DPVAT.

Por isso, na hora de comprar ou financiar um carro, uma das primeiras questões a ser analisada é sobre qual seguro contratar. Será que vale mais à pena o seguro ou um rastreador? Com a missão de ajudar nessa escolha, a Olho no Carro, startup que oferece segurança para transações de compra de veículos por meio de mineração de dados online, listou algumas dicas importantes:

O serviço de rastreador possui preços mais acessíveis do que o seguro automotivo. Além disso, não há necessidade de avaliação do perfil do motorista, basta informar o modelo do carro e você já saberá o preço da mensalidade.Entretanto, não é garantido que o veículo roubado seja recuperado e, por isso, é essencial que esse serviço inclua, nestes casos, o pagamento de 100% da tabela Fipe;

Além do seguro convencional e dos rastreadores, há ainda uma terceira possibilidade, que é o seguro com rastreador. Um aperfeiçoamento da proteção oferecida pelo equipamento de geolocalização, que indica onde o carro está circulando ou estacionado. Alguns equipamentos indenizam o dono do veículo caso ele não seja encontrado ou seja encontrado com mais de 75% de danos, quando a perda é total;

Esse tipo de seguro geralmente já tem embutido no preço os principais serviços de assistência 24 horas, como guincho, chaveiro e troca de pneus. Coberturas contra perda parcial e contra terceiros podem ser contratadas de forma adicional, o que aumenta o valor pago pela proteção;

A desvantagem dessa terceira opção é que o seguro com rastreador é mais caro que apenas o rastreador, mas traz mais segurança.

No fim das contas, para escolher a melhor opção, é essencial pensar qual desses três modelos de negócios atende suas necessidade e, principalmente, cabe no seu bolso. Portanto, não tenha preguiça de pesquisar o máximo que puder e fazer cotações. Somente assim, seu veículo estará seguro e você tranquilo.

Black Friday do Seguro Viagem Allianz garante economia e benefícios para viagem

Líder em Seguro Viagem oferece desconto de até 50% durante a Black Friday

Ficou ainda mais fácil e barato garantir conforto e tranquilidade para a sua próxima viagem com a Black Friday do Seguro Viagem da Allianz Travel, que atua, no Brasil, como representante da Allianz Seguros no segmento viagem. A promoção, que acontece hoje, dia 22 de novembro*, oferece 50% de desconto na contratação de seguro para viagens nacionais e internacionais, seja de avião, navio ou ônibus.

Além de aproveitar o benefício, os passageiros contarão com descontos nas parcerias vigentes, que englobam: aluguel de carro, lounge pass em mais de 400 aeroportos pelo mundo e o clube do viajante, com descontos de até 60% em lojas físicas e virtuais, em todo o país; Acesse https://www.mondialtravel.com.br/Parcerias-Mondial e saiba mais! Além disso, contam com atendimento 24 horas e em português, independente do lugar em que estiver.

Obrigatório em diversos países, o seguro viagem ajuda a proteger contra imprevistos durante todo o passeio. “Com este produto, o viajante tem diversas garantias, como atendimento em necessidades médicas e odontológicas urgentes, acidentes pessoais e, até mesmo, extravio de bagagem – a cobertura pode variar de acordo com o plano contratado -“, explica o gerente de marketing, Mário de Almeida.

O Seguro Viagem Allianz é comercializado pela internet, nos sites https://www.mondialtravel.com.br e www.allianztravel.com.br, onde você também poderá conhecer todos os detalhes e coberturas disponíveis, ou caso prefira, pelo telefone 0800 770 8020;

*Promoção válida até 25/11.

 

Incêndios na Califórnia geram custos de US$13 bi a seguradoras

Cálculo inclui pagamentos a residências, veículos e negócios

São Paulo – Os incêndios que assolam a Califórnia nesse momento e que já deixaram dezenas de mortos e mais de doze mil prédios destruídos custarão às seguradoras americanas entre US$ 9 bilhões e US$ 13 bilhões. O cálculo é da companhia RMS e foi divulgado pelo jornal Financial Times.

Os gastos previstos de até US$ 13 bilhões se referem ao que as seguradoras terão de pagar na cobertura dos patrimônios, apenas. Entram na conta residências, veículos e negócios prejudicados. Contando o prejuízo total, incluindo bens sem cobertura, o prejuízo será muito maior, avalia a seguradora.

Os incêndios começaram em 8 de novembro e as autoridades ainda lutam para controlá-lo. A área queimada já passa dos 100 mil hectares, destruindo residências, prédios e florestas.

Mohsen Rahnama, diretor de modelo de riscos da RMS fez uma previsão nada animadora. Segundo ele, as mudanças climáticas (que podem provocar tempos mais secos na região) e o fato de construções e residências estarem, cada vez mais, tomando conta de áreas de cobertura nativa contribuem para que o risco de incêndios seja cada vez maior – e estes incêndios seriam mais frequentes e perigosos.

 

22 de Novembro – Dia do Músico

Dia do Músico é comemorado anualmente em 22 de novembro.

Esta data homenageia os artistas que interpretam melodias e harmonias que encantam a humanidade há milhares de anos.

Dia do Músico é comemorado no mesmo Dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, e bastante reconhecida pelos católicos no Brasil.

O Dia do Músico é celebrado em 22 de novembro em homenagem à figura de Santa Cecília, considerada a padroeira dos músicos, de acordo com a tradição Católica.

Santa Cecília nasceu em Roma em meados do século III. A jovem costumava participar das missas do Papa Urbano I e era uma cristã bastante devota. No entanto, um dia, sem saber, foi prometida por seu pai para se casar com Valeriano, um homem pagão.

Diz a lenda que, na noite de núpcias, Cecília recusou-se a perder a virgindade e cantou para o esposo a beleza de manter a castidade.

O canto de Cecília convenceu Valeriano a manter a esposa virgem. Na verdade, o marido se emocionou tanto que decidiu se converter ao cristianismo e sair da vida pagã. Em seguida, o irmão de Valeriano, Tibúrcio se converteu ao cristianismo e ambos foram condenados à morte.

Mais tarde, Cecília se enfrentaria aos funcionários da corte romana e seria torturada a fim de renunciar sua fé. No entanto, qual mais lhe submetiam aos sofrimentos, mais ela se mostrava mais disposta e cantava a Deus.

Ao fim de alguns dias foi decapitada. Sua festa se comemora desde o século V, mas somente em 1594, ela foi nomeada padroeira da música pelo papa Gregório XIII.

A Mitologia Grega e a Música

De acordo com a lenda grega, os deuses pediram para que Zeus criasse divindades que pudessem cantar em celebração às vitórias contra os Titãs.

Zeus, atendendo aos pedidos, passou 9 noites de amor com Mnemosia, a deusa da memória, e desta união nasceram 9 entidades, que foram chamadas “Musas”. Aliás, a origem da palavra música vem daí.

Entre as suas novas criações, estava Euterpe, a musa da música, que formou par com Apolo, deus do Sol e da música, para louvar as vitórias dos outros deuses.

Euterpe, geralmente, é representada com uma coroa de flores à cabeça e uma flauta entre as mãos.

Pesquisa aponta preço dos seguros dos carros mais vendidos

Levantamento foi feito com diversas marcas e modelos

A Smartia, empresa que faz cotação de seguro auto pela internet, realizou um levantamento em parceria com a TEx Tecnologia com os 50 veículos mais vendidos em setembro deste ano. Essa listagem que serviu de base foi tirada da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).

Como diversos fatores influenciam no preço do seguro, a pesquisa levou em consideração o seguinte perfil de segurados: homens casados entre 26 e 35 anos que residem em São Paulo, com bônus zero. O levantamento chegou aos seguintes valores médios, de acordo com o modelo:

MODELO – PREÇO MÉDIO DO SEGURO

Volkswagen Fox R$ 3.153,56

Ford Ka R$ 3.396,84

Ford EcoSport R$ 3.525,88

Volkswagen Gol R$ 3.543,22

Renault Kwid R$ 3.567,36

Chevrolet Onix R$ 3.688,65

Nissan Versa R$ 3.692,85

Renault Captur R$ 3.695,28

Renault Sandero R$ 3.748,20

Chevrolet Prisma R$ 3.806,80

Chevrolet Cobalt R$ 3.862,72

Honda Fit R$ 3.885,44

Fiat Uno R$ 3.909,85

Toyota Etios R$ 4.046,20

Chevrolet Montana R$ 4.055,08

Renault Logan R$ 4.211,91

Toyota Corolla R$ 4.277,47

Chevrolet Cruze R$ 4.412,05

Hyundai HB20 R$ 4.452,57

Fiat Siena R$ 4.480,81

Nissan Kicks R$ 4.504,06

Volkswagen Polo R$ 4.602,93

Volkswagen Virtus R$ 4.856,10

Hyundai Creta R$ 5.181,09

Fiat Strada R$ 5.192,72

Hyundai HB20S R$ 5.220,13

Honda City R$ 5.345,89

Honda Civic R$ 5.521,87

Chevrolet Spin R$ 5.549,78

Chevrolet Tracker R$ 5.568,42

Volkswagen up! R$ 5.683,71

Chevrolet S10 R$ 5.704,03

Jeep Compass R$ 5.832,96

Renault Duster R$ 5.930,92

Volkswagen Saveiro R$ 6.348,13

Volkswagen Voyage R$ 6.505,02

Toyota Yaris R$ 7.372,60

Ford Ranger R$ 7.948,22

Honda HR-V R$ 8.349,76

Fiat Cronos R$ 8.637,02

Jeep Renegade R$ 9.223,24

Fiat Toro R$ 10.138,51

Toyota Hilux R$ 19.406,79

Outros fatores que influenciam no valor

A pesquisa foi bastante precisa com relação ao perfil do segurado, pois as características do condutor influenciam muito no valor do seguro. Quanto mais riscos a seguradora se expõe, maiores são as chances de cobrar a mais por isso.

Quem utiliza o automóvel diretamente, por exemplo, tende a pagar a mais pelo seguro, pois está se expondo mais aos perigos das ruas, como colisões e assaltos. O mesmo acontece quando o motorista mora em um bairro violento ou não tem garagem e o deixa o automóvel na rua.

Com relação ao sexo, as seguradoras confiam mais nas mulheres, porque já foi estatisticamente provado que elas tomam mais cuidado no trânsito e circulam pouco durante à noite. Como consequência, elas pagam menos do que eles pelo seguro.

As pessoas casadas também costumam ser vistas como mais cautelosas, por levarem mais vezes a família no carro e não participarem tanto de eventos sociais, como festas de madrugada.

Além disso, o histórico do motorista é levado em consideração na hora de fechar o contrato. Os condutores sem ponto na carteira e que respeitam as leis de trânsito podem inclusive ganhar desconto, dependendo da seguradora.

 

Saiba o que influencia no valor do seguro do carro

O valor do seguro nunca é o mesmo de uma pessoa para a outra, mesmo que as duas tenham o mesmo automóvel, fabricado no mesmo ano. Além da marca e do modelo, as seguradoras levam em consideração outros fatores na hora de oferecer esse serviço.

De acordo com a Smartia, que é o primeiro site de seguros on-line do país, em parceria com a TEx Tecnologia, as características do próprio motorista podem fazer a diferença no valor final. Quanto maior for o risco para a seguradora, maior será o custo para o proprietário. Entenda esses fatores!

Usabilidade

Quem usa o carro apenas passeios aos finais de semana paga menos pelo seguro. Isso acontece porque o veículo passa menos tempo na rua e, assim, corre menos risco de sofrer batidas ou até mesmo ser roubado.

Por outro lado, se a utilização é diária, os riscos são maiores e os custos também. Apesar disso, o seguro garante um ótimo custo-benefício, pois sai mais barato do que comprar outro automóvel — em virtude de um roubo, por exemplo.

Idade

Para as seguradoras, os motoristas de 18 a 25 anos estão em um grupo de risco, por se envolverem mais em acidentes. Como consequência, essas pessoas pagam mais pelo seguro, em comparação aos mais velhos.

Para se ter uma ideia, de acordo com estudos da Smartia, um jovem nessa faixa etária pode desembolsar R$ 5.945 pela proteção de um HB20, enquanto um homem de 26 a 35 anos pode pagar R$ 4.542.

Sexo

Mais cautelosas e atentas ao trânsito, as mulheres se envolvem menos em acidentes. Além disso, muitas delas preferem não dirigir à noite, período em que colisões e assaltos são mais frequentes. Por isso, o seguro para elas é mais barato do que para os homens.

Estado civil

Assim como as mulheres, as pessoas casadas também são vistas como cautelosas. Em geral, isso acontece porque elas não têm a vida social tão agitada quanto as solteiras e, muitas vezes, dirigem na presença da família.

Residência

O tipo de residência pode interferir no preço do seguro. Se a casa ou apartamento tiver garagem, o automóvel terá uma segurança a mais e estará menos vulnerável do que na rua. Com isso, a proteção do veículo sairá mais em conta.

Quando o assunto é o endereço do motorista, as seguras levam em consideração a média de assaltos do bairro. Em lugares mais inseguros , o custo pode ser mais elevado em comparação com localidades mais tranquilas.

Histórico de direção

Outro aspecto que a segurança pode avaliar é o histórico do motorista. Se o indivíduo tiver reincidência em infrações de trânsito, o preço cobrado poderá ser maior. Por outro lado, quem respeita as regras e não tem pontos na carteira pode ter desconto no seguro, dependendo do serviço contratado.

Estudo aponta que um em cada dez condutores dirige em excesso de velocidade na cidade de São Paulo

Pesquisa constata que 33% das motocicletas circularam com velocidades superiores às permitidas nas vias, seguida pelos dos ônibus de turismo (28%), caminhões de até três eixos (24%) e carros de passeio (8%)

Com o foco em alertar a sociedade, aprimorar questões relacionadas à segurança viária e diminuir o número de acidentes no trânsito, em vias de grande circulação de usuários vulneráveis (pedestres e ciclistas), a Fundación MAPFRE desenvolveu o estudo “Velocidade x Usuários Vulneráveis”, que realizou 3.796 medições em 13 pontos da cidade de São Paulo (SP), no período de 15 a 19 de outubro. O levantamento apontou que 10,2% dos veículos tiveram velocidades constatadas superiores à velocidade regulamentada na via (de 30 km/h a 90 km/h).

A análise da pesquisa também aponta que o aumento da velocidade em centros urbanos eleva exponencialmente o risco de acidentes, por exemplo. Tomando como base a velocidade de 60 km/h, o simples aumento para 70 km/h faz crescer o risco em 40%; a 80 km/h, as chances dobram; a 90 km/h, aumenta para 200%; e, a 100 km/h, a probabilidade multiplicada por cinco. Ou seja, ao contrário do que se imagina, a velocidade excessiva não faz ganhar tempo.

Além disso, é preciso considerar o aumento da distância de frenagem (soma da reação e distância de parada), por exemplo, a uma velocidade de 30 km / h, o carro precisa de 14 metros para freiar totalmente, já a 40 km/h, precisa ser de 20 metros (quase 50% a mais), a 80 km/h, o motorista precisa de 70 metros e a 120 km/h, mais de 72 metros. “A velocidade excessiva está diretamente ligada ao aumento de impactos mais severos em caso de colisão e, geralmente, a partir de uma velocidade de colisão de 30 km/h, há um aumento vertiginoso no risco de morte, principalmente com os usuários vulneráveis (pedestres e ciclistas) que não têm proteção”, comenta Jesús Monclús, diretor da área de Prevenção e Segurança Viária da Fundación MAPFRE.

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Excesso de velocidade nas vias

30 km/h – Nesta via, a proporção de veículos que ultrapassaram a velocidade máxima permitida foi maior do que em todas as outras (41,5%), com a velocidade média de excesso de 6,02 km/h.
40 km/h – Neste caso, apenas 3,6% dos automóveis circulavam acima do limite. Entre os veículos que ultrapassaram a velocidade permitida, a média de excesso foi de 3,7 km/h.
50 km/h – A proporção em vias de até 50km/h foi um pouco maior, ou seja, 8% dos carros analisados rodavam acima do permitido. O excesso médio de velocidade foi de 7,21 km/h.
60 km/h – Os veículos que ultrapassaram a velocidade permitida em condições assim alcançaram os 7,7%. Entre os que estavam acima do permitido, a velocidade média de excesso foi de 6,32 km/h.
70 km/h – Somente 3% dos veículos observados ultrapassaram a velocidade permitida nestas situações. O excesso médio de velocidade foi de 6,5 km/h.

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O comportamento do motorista

Entre os veículos observados, 10,2% apresentaram algum nível de excesso de velocidade. Segundo o estudo, as motocicletas foram as que circularam com velocidades (33%) acima do permito nas vias, seguido pelos ônibus de turismo (28,6%) e dos caminhões de até três eixos (24,4%). Já os carros de passeio, apesar de ser a maior quantidade observada, apenas 8,1% estavam rodavam com excesso de velocidade.

 

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Por fim, o estudo ressalta ainda que esses veículos que trafegam acima da velocidade permitida surpreendem os pedestres, ciclistas e na maioria das vezes provoca acidentes. “O padrão internacional para áreas com alta probabilidade de acidentes entre veículos, pedestres e/ou ciclistas é de 30 km/h e, por isso, é necessário promover esse limite em locais com grande circulação de pessoas. Por outro lado, precisamos conscientizar os motoristas de que se trata de um limite vital em caso de acidente. O aumento de somente 10 km/h (de 30 km/h para 40 km/h) pode significar a diferença entre a vida e a morte. Diante disso, reforçamos que a Fundación MAPFRE apoia o uso de novas tecnologias veiculares como limitadores de velocidade, sistema de detecção de pedestres e até frenagem autônoma, que deveriam fazer parte dos veículos a médio prazo, uma vez que elas são capazes de proporcionar o aumento significativo da segurança para pedestre e ciclistas”, explica Jesús Monclús.

 

 

Tokio Marine conclui internalização da Assistência 24 horas do Automóvel

A Tokio Marine anunciou a conclusão da internalização da Assistência 24 Horas do Seguro Automóvel. Iniciado em abril nas regiões Centro-Oeste e Norte, o processo teve como objetivo oferecer um serviço ainda melhor aos corretores e os segurados. Com a entrada em operação da Tokio Marine Serviços (TMS) no estado de São Paulo, a Companhia agora é a responsável por receber as solicitações dos Clientes de todo o País. Até o momento a TMS recebeu quase 70 mil chamados para atendimentos, que ocasionaram a realização de quase 100 mil serviços.

“Somos uma Seguradora focada em inovação e na contínua melhoria dos nossos processos e serviços. Essa iniciativa é uma decisão estratégica para complementar o portfólio de serviços disponibilizados pela Tokio Marine para reforçar a parceria com nossos Corretores e Assessorias, além de melhorar a percepção sobre a qualidade do nosso trabalho junto aos Clientes”, destaca o Diretor Comercial Regional II, José Luís Ferreira da Silva, que foi o Gestor de Negócio do Projeto.

Os números mostram a grandiosidade do projeto. No total, 31 áreas da Tokio Marine foram envolvidas na criação da TMS. Desde abril, foram 44 mil horas de desenvolvimento de sistemas de TI e Negócios. Para o gerenciamento da rede de Prestadores e atendimento aos Clientes, foram contratados 260 Colaboradores, alocados em novas e adaptadas instalações da Seguradora, em São Paulo. Até o momento foram cadastrados mais de 2 mil Prestadores para Assistência Auto.

“A entrada em operação da Tokio Marine Serviços é uma grande demonstração de trabalho em equipe, um dos valores da nossa Companhia. Estamos muito entusiasmados com os resultados obtidos até agora e certos de que tomamos uma decisão correta para prover as melhores soluções em serviços de seguros para Corretores e Clientes”, comemora José Luís.

A TMS atende e encaminha as solicitações dos 1,7 milhão de segurados Auto quanto a serviços de guincho, troca de pneus, assistência em caso de pane seca, remoção em casos de colisão, etc. O acionamento pode ser feito tradicionalmente, por telefone, ou pelo aplicativo Tokio Marine Serviços. A seguradora investiu R$ 20 milhões na internalização, que começou pela carteira de Automóvel e deve ser expandida para outros segmentos no ano que vem.

 

Pesquisa Fenacor: Confira a evolução do mercado de seguros brasileiro por regiões

O estudo “Análise Estatística – Fenacor”, que analisa a evolução mensal do mercado de seguros brasileiro, com enfoque no desempenho dos estados e regiões, com base em dados oficiais da Susep, indica que, somados, o Sudeste e o Sul geraram o equivalente a 79% da receita global de prêmios apurada de janeiro a setembro.

O Sudeste manteve, com folgas, a liderança do setor. Contudo, a sua fatia caiu de 61% para 60% do faturamento do mercado de seguros entre setembro de 2017 e o mesmo mês no atual exercício.

Já a Região Sul ficou em segundo lugar, mas aumentou a sua participação de 18% para 19% entre os dois períodos comparados.

O Centro-Oeste também avançou, aumentando a sua fatia no bolo de 9% para 10%, “empurrando” o Nordeste para a quarta posição com 9% da arrecadação. Em setembro de 2017, as duas regiões estavam empatadas, com 9%.

O Norte ficou também manteve estável a sua participação, com apenas 2%.

A pesquisa foi coordenada pelo consultor Francisco Galiza, segundo o qual o faturamento total do setor de seguros subiu 7% entre os dois períodos comparados, para aproximadamente R$ 84 bilhões.

Ele ressalta, porém, que esse percentual está influenciado pelo seguro DPVAT. “Quando excluímos a receita desse ramo de seguro, o crescimento do mercado sobe para 9%. Isso porque em 2018, assim como no exercício de 2017, houve um ajuste negativo nos prêmios do seguro DPVAT, conforme determinação do governo federal. Daí, essa diferença de dois pontos percentuais”, explica o consultor.