Desmistificando o seguro residencial: você pode ter

Equivocadamente, os brasileiros acham que o seguro residencial é caro. Isso acontece porque as pessoas acham que o valor do seguro residencial será proporcional ao valor do bem. As pessoas acabam tomando como base, o seguro automóvel.

Walter Pereira, diretor de Linhas Pessoais da Zurich no Brasil, diz que o contrário do que muitos pensam, as apólices do seguro residência têm preços bem acessíveis. E a vantagem de contar com um seguro residencial vai muito além da proteção de um bem, mas também para toda a família.

A conta é simples. Para um veículo no valor de R$ 40.000, o seguro sai em torno de R$ 1.700 – por exemplo. O consumidor se questiona qual seria o valor do seguro de uma residência no valor de R$ 200.000. “Na realidade, a partir de R$ 150 por ano, o imóvel já pode estar protegido”, diz ele.

Normalmente o seguro residencial é oferecido ao consumidor com ampla gama de coberturas e serviços. Além das básicas, como Incêndio, Queda de Raio e Explosão, pode-se ainda contratar coberturas adicionais de livre escolha do cliente. Dentre elas, Danos Elétricos, Impacto de Veículos, Vendaval/Queda de Granizo. Existe também no mercado coberturas especiais como Bicicletas, Equipamentos Portáteis e Atividades Profissionais.

Além destas coberturas, outro item muito importante em um seguro residencial é com relação aos serviços emergenciais disponíveis 24 horas. Trata-se de uma ampla gama de serviços oferecidos para o cliente, de acordo com os planos escolhidos, como Mão de Obra Hidráulica, Vidraceiro, Mudança, Limpeza, entre outros.

“Com uma rotina cada dia mais corrida com uma série de compromissos e prazos, ter um seguro residencial é ficar livre de algumas preocupações que acarretam tempo para resolver. Além disso, é importante entender que, normalmente, uma casa é o bem mais valioso que a pessoa pode ter, em termos financeiros. Assim sendo, o seguro residencial existe para atenuar eventuais contratempos. E pode ser contratado por qualquer um sem pesar no orçamento familiar”, diz o executivo.

Fonte: CQCS.

 

Dia Nacional da Língua Portuguesa

Dia Nacional da Língua Portuguesa é celebrado anualmente em 5 de novembro no Brasil.

Atualmente, a língua portuguesa é o 5º (quinto) idioma mais falado do planeta.

Origem do Dia Nacional da Língua Portuguesa

No Brasil, o Dia Nacional da Língua Portuguesa foi criado a partir do decreto de lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, estipulando a celebração para o dia 5 de novembro.

A escolha desta data é uma homenagem ao escritor e político brasileiro Ruy Barbosa, que nasceu em 5 de novembro de 1849, e é considerado um grande estudioso da língua portuguesa.

São Paulo, por exemplo, é considerada a cidade com maior concentração de falantes de português em todo o mundo. Por este motivo, a capital paulista abriga o Museu da Língua Portuguesa.

O idioma português ainda é celebrado no Dia da Língua Portuguesa, em 5 de maio.

Existem nove países que adotam o português como idioma oficial: Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné-Bissau.

Nesta data os países do espaço lusófono procuram desenvolver atividades que ajudam a promover a cultura do idioma português pelo mundo.

Outra data que também celebra a Língua Portuguesa é 10 de junho, comemorada principalmente em Portugal (o berço do idioma português). A escolha desta data é uma homenagem ao icônico poeta Luiz Vaz de Camões, o autor de Os Lusíadas, que faleceu neste dia em 1579.

Fonte: Calendarr.

 

Como os Chatbots vão transformar o Mercado de Seguros

O mundo passa por constantes transformações e adaptações envolvendo as novas tecnologias. Para o mercado de seguros, isso não é diferente, como o exemplo das insurtechs. No entanto, outra tecnologia tem ganhado destaque e pode ser o diferencial para mudar definitivamente o mercado como conhecemos, os chatbots.

Segundo um estudo feito pela Grand View Research, empresa que realiza pesquisas sobre o mundo dos negócios, a receita global prevista para o ramo dos chatbots até 2025 é de US$ 1,25 bilhão. Ainda é estimado que haja uma CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta, em tradução livre para o português) de 24,3%. Um dos maiores nomes do segmento é a Inbenta, empresa criada em 2005 que ampliou suas atividades para diversos países, incluindo o Brasil. Ángel Trujillo, Country Manager Brasil da empresa é quem cuida das atividades em Porto Alegre. Em 2017, a empresa ganhou o prêmio Conarec de Melhor Chatbot do Brasil pelo serviço fornecido para a empresa Gol, entre outros.

O que são chatbots?

O termo é a junção das palavras chat (conversa, em inglês) e bot, (abreviação de robot, robô, em inglês). Estes robôs são softwares programados para simular conversas com humanos através de tópicos e assuntos pré-estabelecidos. Após receber as perguntas em suas interações, o programa consulta o banco de dados e a partir disso, responde e tenta emular o comportamento humano, tudo realizado em tempo real.

Segundo Àngel, “para conseguir isso, é necessária uma tecnologia que seja capaz de entender o que as pessoas falam e uma base de conhecimento que permita ao chatbot responder o que os usuários estão querendo saber”.

Eles podem ser usados em sites, aplicativos e outras plataformas que permitam a interação. Segundo uma pesquisa da empresa de consultoria de TI Gartner, até 2020 as pessoas vão falar mais com os chatbots do que com os parceiros. A pesquisa também concluiu que até 2022, os robôs conhecerão mais sobre nossas emoções do que nossos próprios parentes.

Como eles se aplicam ao mercado de seguros?

De acordo com Àngel, a demanda dos chatbots surgiu devido à facilidade de contato proporcionada pela tecnologia. “Se antes para falar com uma empresa precisávamos de um telefone ou ir até uma loja, agora simplesmente digitamos um texto e já estamos falando com elas”.

Uma das principais vantagens ao utilizar a ferramenta é a redução de custos. “O chatbot deve fazer com que as questões mais simples sejam resolvidas pela máquina. Ao mesmo tempo, fornecemos um melhor serviço para os clientes. Não é necessário entrar em uma fila de atendimento, pois a resposta é instantânea”.

A mentalidade das companhias está fluindo e indo ao encontro do que pensa a geração dos millenials, crianças nascidas ou criadas durante os anos 2000. “Eles querem instantaneidade. Estão acostumados a mandar whatsapp e já receber as respostas e é isso que as empresas também querem”. Van Baker, vice-presidente de investigação da consultora Gartner afirmou em entrevista que “até 2020, cerca de 50% das médias e grandes empresas terão aderido o uso de chatbots em seus sites”.

Companhias renomadas do mercado segurador já aderiram à tecnologia. A Tokio Marine anunciou recentemente passará a utilizar sua inteligência artificial, Marina, através do Messenger e Whatsapp. A empresa é a primeira autorizada a utilizar a ferramenta, que estará disponibilizada para serviços de comunicação de mensagens, voz e vídeo via internet em smartphones para grandes empresas.

No Conec 2018, evento que reuniu corretores e seguradoras do país inteiro, a Bradesco Seguros apresentou a BIA (Bradesco Inteligência Artificial), inteligência artificial desenvolvida para oferecer atendimento imediato as respostas dos clientes. O processo de aprendizado e interação acontece em tempo real e de forma mútua.

O diretor-geral da Bradesco Seguros, Marco Antonio Gonçalves, explica que os benefícios dessa iniciativa vão muito além da rapidez no atendimento. “BIA vem trazer novas possibilidades em relação ao atendimento, tanto em qualidade, quanto em agilidade. Mas não somente isso, a ideia é que ela consiga solucionar dúvidas e problemas comuns dos clientes da forma mais natural possível, facilitando a experiência de uso, 24 horas por dia, 7 dias por semana.”

Algumas seguradoras também são clientes da Inbenta: Allianz, Axa, Porto Seguro e . Para a Porto Seguro, com quem trabalham há mais de 5 anos, a empresa produziu um buscador inteligente. Após realizada a pesquisa, o site sugere, através de perguntas, produtos e serviços que se encaixam melhor no que está sendo procurado. O objetivo é “criar um buscador eficiente que encontre todas as informações solicitadas no site”, contou Àngel. Com a Axa, na Europa, foi realizado um trabalho similar. A Inbenta busca aprimorar cada vez mais o serviço, “aproximando o buscador inteligente e dando mais forma de chatbot”, disse o Country Manager.

Na Espanha, a aplicou em seu site um assistente virtual. A Inbenta utilizou a base de conhecimento das perguntas frequentes e transformou em árvores de diálogos para os usuários. O seguro de viagem foi o alvo da Allianz, na França, instalando um assistente de vendas que ajuda o usuário através do diálogo com o chatbot a adquirir o produto.

Como os corretores podem se beneficiar disso?

Não são só as seguradoras que sairão na vantagem e poderão usufruir dos serviços dos chatbots. Os profissionais do mercado de seguros também podem melhorar seu desempenho. Segundo Àngel, “os corretores podem facilitar o contato dos usuários para as questões mais simples”. Assim, eles podem auxiliar os clientes de níveis mais altos que necessitam de uma solução particular e poupam o tempo para resolução de eventuais sinistros.

“A minha leitura é de que os chatbots devem ser utilizados para melhorar a qualidade de atendimento e tirar o trabalho repetitivo, que pode ser feito pela máquina, como aconteceu nas outras revoluções tecnológicas”, concluiu Trujillo.

Quais os principais desafios para o futuro?

Ao abordar a história das inteligências artificiais, Àngel relembra o conceito na sociedade ao longo dos anos. “A inteligência artificial há 20 anos atrás era fazer cálculo. Quando o Google sugeria as palavras, também foi considerado inteligência artificial. Hoje o conceito já é diferente”.

No início, o Country Manager conta que era preciso prospectar clientes, já que o mercado não estava estabelecido como hoje. “Há três anos, antes do “boom” dos chatbots, tínhamos que evangelizar sobre as vantagens do processamento e atendimento automático, pois as empresas não conheciam. Hoje elas estão pedindo e demandando”.

Para ele, a entrada de grandes empresas como Google, IBM e Microsoft com os próprios chatbots ajudou na propagação da tecnologia. Além disso, a opção do Messenger para as empresas no Facebook facilitou o trabalho.

No contato com o público, é preciso entender “que um chatbot é uma máquina que através de um processo de aprendizagem e curadoria consegue responder os clientes, mas não é um sistema que funciona somente com um botão. É como um funcionário, só que um muito inteligente com uma enorme capacidade de trabalho”, assegurou Trujillo.

Entre os temas do futuro, Trujillo prospecta que os chatbots com sistema de voz serão a maior tendência. Porém, a maior dificuldade será conseguir expressar o sentimento através das falas do chatbot. Algo que vem sendo objeto de estudo no ramo, como identificar ironias e conseguir captar o público através de falas que pareçam menos robotizadas.

Os chatbots são ferramentas de comunicação que trazem uma nova perspectiva sobre o atendimento aos clientes e induz novas lógicas sobre relacionamento com os consumidores. Além disso, pode melhorar o desempenho de sua empresa, economizando para os canais de comunicação. Portanto, a sociedade, em todos seus aspectos, precisa estar atenta à tendência tecnológica que seguirá transformando o mercado segurador.

Fonte: CQCS

 

Além do seguro DPVAT obrigatório, quase metade da frota brasileira possui seguro auto

No Brasil, até o ano passado, 39,4% da frota de veículos em circulação, percentual que equivale a 17,1 milhões de veículos, já possuíam seguro veicular, conforme dados apresentados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Tais números apontam que quase metade dos carros que circulam no País conta com um seguro particular extra, além do seguro DPVAT, obrigatório para todos os veículos. O seguro DPVAT, sigla para Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores, cobre apenas danos causados às vítimas de acidentes, e não danos materiais. Para outros tipos de danos, é necessário que haja a contratação de apólices junto às empresas seguradoras.

A contratação de um seguro auto pode cobrir danos diversos, como os causados por acidentes, catástrofes climáticas e roubos, por exemplo. As apólices de seguro podem contemplar quaisquer tipos de danos, selecionados no momento da contratação.

Os valores dos pacotes de seguro são bastante variáveis e, em geral, se tornam mais caros de acordo com o número de danos que cobrem. Todos os danos descritos nas apólices são tratados pelas seguradoras como sinistros de trânsito. Os que não estiverem inclusos nos termos de seguro deverão ser cobertos pelo responsável pelo veículo ou, quando for o caso, pelo responsável pelo dano.

Sinistros causados por negligência do condutor não são cobertos pelo seguro. Em casos de acidente causado por embriaguez ao volante, por exemplo, a seguradora não é obrigada a cobrir nenhum tipo de dano material. Se o veículo, ao sofrer um sinistro, não estiver regular, de modo que taxas de pagamento obrigatório, como o IPVA, estejam em atraso, a seguradora pode se negar a cobrir os custos de reparos de danos. Algumas empresas seguradoras cobrem os custos dos consertos de veículos em situação irregular, mas descontam o valor das taxas em atraso.

Os sinistros descritos nas apólices dos seguros de automóveis atendem a duas categorias: a de sinistro parcial e a de sinistro total. O sinistro parcial garante que a seguradora cubra o valor de conserto dos danos causados ao veículo. O sinistro total é identificado quando o valor dos reparos for superior ao valor do veículo. Nestes casos, a seguradora não paga o conserto dos danos, mas concede, ao assegurado, o valor estimado pelo veículo.

Para receber o valor relativo a um sinistro total, o responsável pelo veículo deverá entregar à seguradora documentos que comprovem que o veículo está fora de circulação. Após a entrega e comprovação da impossibilidade de utilização do carro, o valor é liberado pela seguradora.

A contratação de um seguro auto pode ser feita em qualquer seguradora que disponibilize o serviço. Na contratação, é possível escolher o pacote que atenda ao valor e aos benefícios mais convenientes para o assegurado.

Para a contratação de seguro veicular, são solicitadas, pela seguradora, informações sobre veículo e condutor, que podem alterar o valor a ser pago pelo seguro. Tais informações são relativas a características do condutor, como idade e sexo, modelo do veículo, local onde fica estacionado, horário de utilização do carro e histórico de direção, ou seja, número de sinistros pelos quais o veículo já passou.

Fonte: CQCS

Como oferecer o máximo de bem-estar ao seu pet?

 

 

MAPFRE Assistência dá dicas de cuidados e explica como essa modalidade de assistência auxilia no dia a dia

Cuidar da saúde do seu animal de estimação é um hábito fundamental para garantir seu bem-estar. A MAPFRE Assistência, empresa especializada em assistência a pessoas, residências e veículos, traz algumas dicas simples que podem ser adotadas na sua rotina para melhorar a qualidade de vida do seu bichinho.

A saúde de cães e gatos deve ser a prioridade ainda nos primeiros dias de vida. É fundamental que o dono siga com o calendário correto de vacinação, preservando sempre as características individuais do filhote para que ele não tenha a saúde comprometida.

Outra dica importante para o bem-estar físico e psicológico é garantir que o animal se exercite com frequência. “Dentro da assistência pet da MAPFRE oferecemos, por exemplo, o serviço de passeador de cães aos nossos clientes. Essa é uma solução simples que, além de evitar doenças como estresse e obesidade, faz com o que o seu pet socialize com outros animais e saia do seu ambiente de conforto”, comenta Eduardo Sena, diretor geral da MAPFRE Assistência.

Mais qualidade de vida para o pet

Com o objetivo de trazer comodidade, conforto e tranquilidade no cuidado com o seu animal de estimação, a MAPFRE Assistência oferece duas modalidades (Standard e Premium) de serviços voltados para os cuidados com cães e gatos. “Com esses dois produtos, conseguimos entregar serviços essenciais aos tutores, como indicação de clinicas veterinárias e pet shops, banho, tosa, serviço home care e até terapia Reiki para animais”, explica Sena.

Além destes serviços, o produto conta com uma ampla rede de descontos para alimentação, beleza/higiene, lazer, brinquedos, hotéis, transporte e até itens de passeio. “A assistência também tem o diferencial de oferecer aos donos o serviço Farma PET que dá descontos na compra de medicamentos”, finaliza Sena.

Fonte: CQCS