Liberty Seguros reforça foco em inovação com patrocínio da Campus Party

A empresa estará na edição de 2019 do maior evento de tecnologia do Brasil e promoverá workshops, hackathon e palestras para os visitantes

A Liberty Seguros será uma das patrocinadoras da edição de 2019 da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A feira acontece em São Paulo, dos dias 12 a 17 de fevereiro, no Expo Center Norte.

A Liberty terá um espaço próprio no evento, durante o qual promoverá atividades interativas, workshops e conversas sobre inovação. Além disso, no dia 15 de fevereiro, das 16h às 16h45, Silvio Eduardo Andrade, superintendente de inovação da companhia, apresentará palestra sobre robotização e automação no Palco Steam.

A seguradora também irá promover o Hackaton Liberty Seguros, que apresenta o desafio de ajudar na evolução tecnológica de soluções em seguros de forma a permitir um modelo mais acessível para os corretores em início de carreira.

“A inovação é um dos pilares estratégicos da Liberty Seguros. Estar presente em um evento como a Campus Party vai ao encontro desse objetivo e reforça a importância que damos ao tema na companhia. Poder trocar conhecimentos com esse público, como no hackaton que iremos promover focado em pensar em uma solução para os corretores, é extremamente importante para nós”, comenta Silvio Eduardo Andrade, superintendente de inovação da Liberty.

Programação

Quarta-feira, 13/02
14h – Palestra “Como Ser Mais Inovador?”

15h30 – “Design Thinking em 1h30”, um workshop no qual os participantes construirão, no período de uma hora e meia, um produto ou serviço a partir do processo de Design Thinking.

Quinta-feira, 14/02
14h00 – The Marshmallow Challenge, um desafio que promove de maneira lúdica a experimentação, tomada de riscos e colaboração.

15h30 – Workshop do NEXT “Explorando as tendências que irão moldar o futuro”, uma sessão de inspiração e debate sobre os próximos passos do mercado e da sociedade, embasada no NEXT, relatório de tendências da Liberty.

Sexta-feira, 15/02
14h00 – Oficina de Propósito, uma sessão de cocriação de produtos e serviços inovadores com uma abordagem criativa para ajudar as pessoas a aproveitar o hoje e buscar o amanhã com confiança.

15h00 – Como as novas tecnologias podem afetar o Setor Segurador

16h00 – Abertura Hackathon Liberty Seguros

16h00 – Apresentação sobre Automação e Robotização pelo superintendente de inovação da Liberty, Silvio Eduardo de Andrade

Sábado, 16/02
14h00 – The Marshmallow Challenge, um desafio que promove de maneira lúdica a experimentação, tomada de riscos e colaboração.

Para mais informações sobre o evento, acesse: https://brasil.campus-party.org/

Sobre a Liberty Seguros

A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 3,2 bilhões e uma carteira com mais de 1,9 milhão de apólices, tem cerca de 1.8 mil funcionários e possui filiais em todo Brasil. Com mais de 15 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e é especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

fonte:segs

Temporal no Rio: Teve prejuízos com o carro ou a casa? Veja o que os seguros cobrem

Maior parte das apólices de veículos prevê indenização por alagamento. Para residências, coberturas precisam ser tratadas isoladamente

RIO- Ruas alagadas, àrvores arrancadas do chão, vidros quebrados, casas destruídas e cinco mortes contabilizadas. Esse é o saldo, apurado até o momento, do temporal que se abateu sobre o Rio na noite desta quarta-feira. Os prejuízos materiais podem ser minimizados, no entanto, para quem tem seguro.

egundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), atualmente, a maior parte das apólices de carros tem prevê indenização por alagamento. A chamada cobertura compreensiva costuma abranger danos causados por submersão total ou parcial do veículo, danos praticados por terceiros, vendaval, terremoto, roubo, colisão, incêndio etc. No entanto, se a perícia comprovar que o comportamento do motorista agravou o dano há risco de perda parcial ou integral da indenização. Por isso, mesmo para quem está coberto pelo seguro, a recomendação é de cautela ao transitar pela cidade.

– Essas coberturas, também garantem indenização em caso de quedas de árvores, postes ou deslizamento de terra sobre os carros – destaca José Varanda, coordenador da Graduação da Escola Nacional de Seguros.

No caso da proteção à residência, é preciso verificar se apólice tem cobertura para danos de alagamentos e inundações, deslizamentos e vidros. Segundo Varanda, diferentemente do que acontece com o carro, essas coberturas são contratadas separadamente. Ele recomenda que se verifique também se a apólice inclui assistência 24 horas:

– Neste caso, o segurado pode e deve acionar o serviço para realizar os consertos emergenciais que se façam necessários, como a troca de uma vidraça ou alguma pane elétrica. Para isso, no entanto, é preciso verificar se o contrato prevê esse tipo de assistência e qual é a sua abrangência.

Confira abaixo todos os tipos de seguros:

Proteção para veículos

Cobertura compreensiva básica . É o seguro de casco. Inclui colisão, incêndio, roubo e furto, alagamento, queda de árvore, vendaval, granizo, raio e explosão.

Alagamento . Se a água atingiu o painel e houver pane elétrica, a indenização é integral. Se afetou tapete e bancos, é feita a higienização e uma avaliação dos danos. A cobertura é parcial. Se não for possível recuperar os bancos, serão trocados.

Coberturas opcionais . O segurado pode incluir proteção aos vidros (janelas, lanternas, faróis e retrovisores), carro reserva, motorista da rodada e lucros cessantes (para quem usa o veículo para o exercício do trabalho, como os taxistas).

Roubo, furto e incêndio . Abrange apenas os riscos de raio, incêndio, explosão e roubo/furto.

Responsabilidade civil . O veículo de quem contratou o seguro não tem nenhuma proteção. Cobre danos materiais ou pessoais apenas contra terceiros.

Proteção para residências

Cobertura básica . Vale para incêndio, queda de raio, explosão e fumaça de qualquer causa ou natureza.

Danos elétricos . É preciso contratar um seguro específico. Cobre danos a eletroeletrônicos e instalações elétricas em razão de curto circuito e variação de tensão.

Danos por causas naturais . Cobre danos causados por eventos da natureza, como vendaval, furacão, tornado, queda de granizo, desmoronamento e inundação. Requer contratação específica para este tipo de cobertura.

Roubo . Cobre roubo de bens com emprego de violência ou mediante arrombamento de um dos acessos da residência. Não cobre furtos simples, desaparecimento ou extravio de objetos.

fonte:cqcs

Saúde registra primeira alta anual de beneficiários desde 2014


Análise do IESS destaca que Centro-Oeste e Nordeste são os motores do setor rumo à recuperação

Planos médico-hospitalares encerram 2018 com 47,4 milhões de beneficiários, alta de 0,4% em relação ao ano anterior. No total, foram firmados 200,2 mil novos vínculos de janeiro a dezembro de acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, destaca que mesmo após a revisão periódica que a ANS realiza, é provável que o setor tenha registrado uma alta real no número de vínculos entre 2017 e 2018. “Apesar do crescimento de 0,4% ser modesto, mesmo após a revisão que deve acontecer em alguns meses, é provável que o resultado se mantenha positivo. O que significa que o setor voltou a encerrar um ano com aumento de beneficiários, o que não acontecia desde 2014”, comemora.

O movimento foi impulsionado pelo resultado do setor no Centro-Oeste do País, onde foram registrados 111,8 mil novos vínculos ao longo de 2018. Com o avanço de 3,6%, a região passa a atender 3,2 milhões de beneficiários.

Dos novos vínculos, 49,9 mil concentram-se no Distrito Federal, que encerrou dezembro com 917,8 mil pessoas assistidas por planos médico-hospitalares, 5,8% a mais do que no período anterior.Outro destaque é o Nordeste. 82,8 mil novos vínculos foram firmados na região que conta com 6,6 milhões de beneficiários.

de 1,3%.Apesar de o Sudeste ter registrado 0,1% mais vínculos em dezembro de 2018 do que no mesmo mês de 2017, a revisão futura da ANS ainda pode indicar que não houve um aumento real no número de beneficiários, mas redução.

Carneiro aponta que, ainda assim, o resultado é positivo na comparação com os anos anteriores. “É importante notar que São Paulo, o maior mercado de planos de saúde do País, fechou o ano com impulso de 0,3% no total de vínculos médico-hospitalares ou 58,3 mil novos vínculos”, argumenta. “O Estado representa mais de um terço (36,3%) do total do mercado nacional. Com esse tamanho, é natural que qualquer processo de retomada seja mais lento. Mas, uma vez ‘engatada’, a tendência é que a saúde suplementar volte a apresentar resultados positivos”, completa.

O executivo, entretanto, ressalva que o processo de recuperação de beneficiários está atrelado ao desenvolvimento econômico e a geração de empregos formais, especialmente nos setores de comércio e serviço dos grandes centros urbanos. “Esperamos ter indicadores econômicos positivos, mas se isso não acontecer o setor pode permanecer estagnado por mais um tempo”, alerta.

fonte:cqcs

EUA: Determinar valores de apólices a partir do gênero dos segurados é proibido

O Estado americano decidiu proibir que seguradoras cobrem preços diferentes baseados no gênero do segurado.O departamento de seguros da Califórnia, EUA, proibiu companhias de seguro de basear seus critérios para determinar valores de apólices a partir do gênero dos segurados.

A “Proposition 103” passa a desconsiderar preços injustos e discriminatórios. Os valor das apólices de seguro será baseado única e exclusivamente no histórico pessoal. Serão levados em consideração os anos de carteira e a quantidade de quilômetros rodados por ano de cada motorista.

O público feminino sempre pagou por  valores menores. Entretanto, ainda não foi determinado se os homens pagarão menos, ou as mulheres que desembolsar mais. “Ficou claro que o fator gênero, uma característica nata, que foge ao controle do motorista, deve ser eliminada das apólices”, afirma o advogado da Consumer Watchdog Danny Sternberg.

O especialista encaixa o gênero junto com etnia e sexualidade nos itens que não podem ser levados em consideração na apólice de seguro.Preço do seguro variaTestes da Federação dos Consumidores dos Estados Unidos demonstraram que em alguns mercados mulheres poderiam ter seguros mais baratos, já em outros locais as mulheres pagam mais caro.

A Califórnia descobriu também que o efeito do gênero do segurado varia de acordo com a localização.

Porto Seguro cresce 34% em 2018

O site Valor econômico informa que a Porto Seguro divulgou nesta manhã que teve lucro recorrente de R$387,0 milhões no quarto trimestre, indicando um crescimento de 43,6% em comparação com a mesma época do ano anterior. Em 2018, o lucro foi de 1,318 bilhão, com um crescimento de 34,2%.

Os prêmios emitidos pela companhia somaram R$ 4 bilhões no quarto trimestre, uma expansão de 2% no ano. As linhas saúde+odonto se destacaram, obtendo crescimento de 11,8%. Além disso, seguro de pessoas apresentou uma expansão de 21,8%. Por outro lado, previdência obteve queda de 8,2%.

Segundo o Valor, o seguro-auto, grande destaque da companhia, cresceu 1%. A declaração no crescimento dos prêmios consolidados, de acordo com a empresa, aconteceu em virtude da readequação de preços, motivada pela queda na frequência de sinistros no decorrer do ano. A sinistralidade permaneceu estável, de acordo com a Porto Seguro.

O resultado financeiro teve um aumento de 93,3% no período, para 297,5 milhões.

O índice combinado de seguros registrou uma melhora de 1,4p.p no trimestre, para 93,0%. “Os esforços para capturar sinergias e benefícios dos investimentos realizados, por meio da intensificação no uso da tecnologia e de ajustes de processos resultaram em ganhos de produtividade”, diz a Porto Seguro.

A sinistralidade geral aumentou 0,6 p.p. em relação ao quarto trimestre de 2017, para 52,1%. O retorno (ROAE) alcançou 22,5% no trimestre e 19,1% no ano.

Unidade de negócios e serviços financeiros

Ainda de acordo com o site, o lucro da unidade de negócios financeiros e serviços cresceu 175,9% no quarto trimestre, na variação anual, para R$ 76,7 milhões. No ano fechado de 2018, a expansão foi de 17,5%, para R$ 158,5 milhões.

“A receita dos Negócios Financeiros e Serviços (crescimento de 4,5% no quarto trimestre) foi impulsionada pelo crescimento das operações de cartão de crédito e financiamento, enquanto que a receita dos Demais Serviços foi impactada principalmente pela venda da operação dos centros médicos da Portomed no segundo trimestre”, diz a Porto Seguro.

Além disso, o setor de cartões e financiamentos respondeu por 55,2% das receitas em 2018. Em seguida aparecem Outros (em sua maioria das receitas das operações de atendimento, monitoramento, gestão de ativos), com 20,5%. Depois vêm Consórcio (12,2%), Serviços Médicos (6,8%) e Telefonia Móvel (5,3%).

A participação do lucro da unidade de serviços financeiros no resultado geral da seguradora ficou em 20% no quarto trimestre.

fonte:cqcs

Acidentes em trens em metrôs: qual seguro acionar?

Dois trens do monotrilho da Linha 15-Prata se chocaram no último dia 29 na estação Jardim Planalto, em São Paulo.

A linha ainda não estava em operação e não houve nenhum ferido, segundo informações do Metrô. Acidentes como esse são recorrentes em muitos lugares do mundo. Em dezembro, na França, um descarrilhamento deixou 14 feridos, na Linha 2 do metrô de Marselha.

Já na Itália, o problema foi outro. Em outubro do ano passado, pelo menos 24 pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave, após a escada rolante da estação de metrô Republica, em Roma, acelerar e derrubar uma multidão.

Mais ou menos graves, os acidentes nos metrôs e trens são bastantes variados e podem deixar dezenas de vítimas. Com isso, fica a dúvida sobre quais apólices de seguros podem ser acionadas nesses casos e quem é o responsável pelo acidente.

O advogado Voltaire Marensi, do Franco Advogados e especializado em Direito do Seguro, explica que o mais comum nesses casos é que seja acionada a responsabilidade civil.

“No caso de um acidente de trem ou metrô, a empresa presta um serviço público, então, segundo consta no Art.37 da Constituição Federal, essa deve ser responsabilizada objetivamente”.

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
§ 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

Ou seja, a responsabilidade civil objetiva é aquela na qual todo o prestador de serviço público têm automaticamente que responder pelos danos independentemente de culpa. O advogado complementa dizendo que “basta que tenha o nexo causal, a relação que une a causa ao efeito/evento”.

É importante dizer que, perante ao Código Civil, o seguro de RC é facultativo. O advogado ainda conta que, comparado a países mais desenvolvidos, o Brasil está em desvantagem no aspecto legislativo sobre a responsabilidade civil. “Só temos um único dispositivo no Código Civil que trata desse tipo de seguro, quando nas outras legislações mais avançadas, como a portuguesa, a alemã ou a espanhola têm 10 ou 12”.

Ele se refere ao artigo Art. 787. Que diz que “no seguro de responsabilidade civil, o segurador garante o pagamento de perdas e danos devidos pelo segurado a terceiro”. A seção conta com quatro parágrafos:

1º Tão logo saiba o segurado das consequências de ato seu, suscetível de lhe acarretar a responsabilidade incluída na garantia, comunicará o fato ao segurador.
2º É defeso ao segurado reconhecer sua responsabilidade ou confessar a ação, bem como transigir com o terceiro prejudicado, ou indenizá-lo diretamente, sem anuência expressa do segurador.
3º Intentada a ação contra o segurado, dará este ciência da lide ao segurador.
4º Subsistirá a responsabilidade do segurado perante o terceiro, se o segurador for insolvente.
Marensi diz que dentre os seguros que poderiam ser acionados também está o de acidentes pessoais. “Esse é muito usado em casos assim e está mais atrelado ao seguro de vida”, explica.

Ele conta ainda que essa cobertura é bastante comum por contar com preços bem acessíveis. “Muitos cartões de crédito imbricam esse tipo de produto, pelo qual o consumidor paga junto com a mensalidade a preços representativos, com um prêmio muito pequeno”.

Mesmo assim, ele acrescenta que só uma camada mais favorecida tende a se importar por esse tipo de cobertura. “Ainda é difícil conscientizar a nossa população, que tem poder aquisitivo muito baixo, de que os seguros são serviços essenciais e não de luxo”.

Há ainda os seguros para as estações, os trens, linhas e demais instalações necessárias ao funcionamento de uma ferrovia ou metrô.

Além dos seguros patrimoniais, que garantem a reposição dos bens afetados por eventos cobertos e os de lucro cessantes, que cobrem prejuízos causados pela interrupção de alguma atividade da empresa. “As possibilidades devem ser avaliadas caso a caso. É importante que peritos sejam acionados para que a situação seja resolvida de forma justa e rápida”, completa o advogado.

fonte:cqcs

Seguradoras podem usar redes sociais para avaliar clientes e determinar os preços de suas apólices

Agência de regulação irá permitir que empresas usem redes sociais para determinar preços das apólices

Uma matéria da Folha de S. Paulo informa que a principal agência de regulação de serviços financeiros no estado de Nova York, EUA, irá permitir que empresas de seguros de vida usem dados obtidos a partir de mídias sociais e outras fontes não tão convencionais para determinar os preços de suas apólices, mesmo que as companhias de seguro tenham que provar que a informação não se qualifica discriminação injusta contra clientes.

O estado de Nova York é o primeiro a determinar normas específicas, especificando como as empresas de seguro devem usar seu algoritmo para investigar o grau de risco de seu cliente através de escrituras de imóveis, histórico de crédito e uso da internet.

De acordo com a Folha, para agilizar o processo a emissão online de apólice, as seguradoras estão passando a adotar essa ferramenta, com a finalidade de movimentar os negócios parados nesse nicho do mercado.

De acordo com Maria Vullo, superintendente do Departamento de Serviços Financeiros de Nova York, o objetivo dessa decisão é estabelecer regras antes que o uso dessas informações se torne banal.

“Porque essa é uma área de rápida evolução no mercado de seguros, era importante para o departamento estabelecer princípios gerais agora”.

As empresas de seguro precisarão se preocupar em determinar que os algoritmos e dados estejam livres de parâmetros que sejam contrários a minorias raciais e a outros grupos protegidos por lei.

A orientação de que as seguradoras não poderão aceitar a afirmação de um provedor externo quanto à lisura do processo se aplica em Nova York, mas acredita-se que seu impacto pode ir além das fronteiras do estado.

“Todo mundo prestará atenção”, disse Tom Scales, líder da prática de seguros de vida na Celent, consultoria de tecnologia para seguros.

Além disso, a Folha informa que as seguradoras “continuariam a estudar maneiras de ajudar mais americanos a se beneficiarem de proteção financeira”, disse Mary Griffin, presidente do Conselho de Seguro de Vida de Nova York.

A orientação em Nova York surgiu após uma investigação de 18 anos onde funcionários do departamento questionaram 106 empresas de seguro de vida a respeito de suas práticas.

Foi detectado, então, que muitos dados estavam sendo usados: registros imobiliários, informações de crédito, currículos educacionais, sentenças em julgamento civis, credenciamentos profissionais e outros documentos de domínio público.

“Tudo isso tem o potencial de refletir critérios disfarçados e ilegais, de ordem racial, para a concessão de seguros”.

Em Nova York, leis de seguro proíbem o uso de informação sobre raça como critério para ser usado na aprovação de um pedido de seguro.

As autoridades regulatórias estão atentas na forma que as empresa de seguro de vida estão agindo.

fonte:cqcs

SulAmérica lança nova campanha nas redes sociais

Como ganhar dinheiro nas redes sociais

São Paulo – A maior seguradora independente do País lança uma nova campanha institucional digital. Chamada de Curiosidades SulAmérica é composta por sete vídeos apresentados pelo influenciador Erick Krominski. As timelines do Facebook, Instagram e Twitter estarão repletas de informações sobre a companhia de forma leve e divertida.

“Optamos por uma estratégia diferente, para falar sobre todos os serviços diferenciados da SulAmérica de maneira bem descontraída. Nosso objetivo é reforçar a marca junto a diferentes públicos”, comenta o vice-presidente de Projeto, Estratégia e Marketing da seguradora, Carlos Alberto Trindade Filho.

A campanha, que vai até o final de fevereiro, tem no escopo as linhas Saúde, Odonto e Auto. As curiosidades tratam dos serviços e produtos da companhia, com dados atuais e podem ser vistas nas redes sociais oficiais da seguradora.

Erick Krominski já trabalhou como modelo, ator e repórter do programa CQC. Sempre esteve presente nas redes sociais, comentando sobre a vida dos famosos e política. Atualmente comanda o site e o canal do Youtube do “Muito Interessante”, que traz informações de forma bem divertida sobre estudos científicos dos mais diversos assuntos e reúne mais de 1 milhão de seguidores em ambas as redes.

fonte:cqcs